RN: Conab aguarda mais 12 mil toneladas de milho
Do início do ano até ontem, foram vendidos 35 mil toneladas de milho subsidiado aos 22 mil produtores cadastrados no Estado na Operação Especial do Programa Vendas em Balcão da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) este ano. Segundo João Lúcio, presidente da entidade Superintendência Regional da Conab no Rio Grande do Norte (Sureg/RN), amanhã será feito um leilão para a transferência de outras 12 mil toneladas de milho para os produtores rurais. “Só vamos saber de onde esse milho vem depois do leilão. De certo mesmo é que a empresa vencedora terá 10 dias para fazer o transporte rodoviário para o estoque da Conab”. disse.
Por causa de três tentativas de comprar o milho a granel para entrega no armazém portuário de Natal e doação ao estado anteriormente, o Conselho Interministerial de Estoques Públicos decidiu mudar as regras da operação. O transporte do grão ia ser feito de navio para o governo e agora passará a ser feito de forma terrestre para a Conab. Outra mudança foi a caída na cota mínima de compra que era de 13.998 toneladas e passou a ser de seis por produtor. A medida visa influenciar a adesão de novos compradores, que tiveram também alteração no preço da compra, uma vez que de três a seis tonelada se pagava 21 reais por tonelada e agora pagará 18 reais por tonelada ao interessado em comprar acima de seis toneladas.
Na primeira quinzena de maio, chegaram ao Estado 3,2 mil toneladas do grão oriundo do Mato Grosso. O produto foi vendido a pequenos e médios produtores rurais cadastrados no programa, nas Unidades Armazenadoras (UA’s) que estão distribuídas em seis municípios do estado - Assú, Caicó, Currais Novos, Mossoró e Natal - e nos polos de venda de João Câmara e Lajes.
De 1 a 15 deste mês, a UA que mais vendeu milho foi a do município de Caicó, com pouco mais de mil toneladas. Também foi a que mais atendeu produtores rurais, com um total de 850 atendimentos. A previsão da Sureg/RN é de continuidade nas vendas, com números ainda maiores do que os do mês anterior.
José Vieira, presidente da Federação da Agricultura e Pecuário do estado do Rio Grande do Norte (FAERN) relatou que no ano passado, de acordo com estudo feito pelo Instituto de Defesa de Inspeção Agropecuário do Rio Grande do Norte (IDIARN), o estado perdeu ano passado 35% do rebanho bovino, de fome por causa da seca e abate para comercialização. Para este ano o quadro piorou, somente até agora, 50% do rebanho foi perdido pelas mesmas razões, e que o raciocício segue com a agropecuária.
“Estou muito preocupado com o que venha acontecer na região Central, Agreste e Potengi, pois nesses lugares não choveu o suficiente. A agricultura sem sombra de dúvidas não terá uma safra agrícola sem ser de forma irrigada”, disse.
Por causa de três tentativas de comprar o milho a granel para entrega no armazém portuário de Natal e doação ao estado anteriormente, o Conselho Interministerial de Estoques Públicos decidiu mudar as regras da operação. O transporte do grão ia ser feito de navio para o governo e agora passará a ser feito de forma terrestre para a Conab. Outra mudança foi a caída na cota mínima de compra que era de 13.998 toneladas e passou a ser de seis por produtor. A medida visa influenciar a adesão de novos compradores, que tiveram também alteração no preço da compra, uma vez que de três a seis tonelada se pagava 21 reais por tonelada e agora pagará 18 reais por tonelada ao interessado em comprar acima de seis toneladas.
Na primeira quinzena de maio, chegaram ao Estado 3,2 mil toneladas do grão oriundo do Mato Grosso. O produto foi vendido a pequenos e médios produtores rurais cadastrados no programa, nas Unidades Armazenadoras (UA’s) que estão distribuídas em seis municípios do estado - Assú, Caicó, Currais Novos, Mossoró e Natal - e nos polos de venda de João Câmara e Lajes.
De 1 a 15 deste mês, a UA que mais vendeu milho foi a do município de Caicó, com pouco mais de mil toneladas. Também foi a que mais atendeu produtores rurais, com um total de 850 atendimentos. A previsão da Sureg/RN é de continuidade nas vendas, com números ainda maiores do que os do mês anterior.
José Vieira, presidente da Federação da Agricultura e Pecuário do estado do Rio Grande do Norte (FAERN) relatou que no ano passado, de acordo com estudo feito pelo Instituto de Defesa de Inspeção Agropecuário do Rio Grande do Norte (IDIARN), o estado perdeu ano passado 35% do rebanho bovino, de fome por causa da seca e abate para comercialização. Para este ano o quadro piorou, somente até agora, 50% do rebanho foi perdido pelas mesmas razões, e que o raciocício segue com a agropecuária.
“Estou muito preocupado com o que venha acontecer na região Central, Agreste e Potengi, pois nesses lugares não choveu o suficiente. A agricultura sem sombra de dúvidas não terá uma safra agrícola sem ser de forma irrigada”, disse.
fonte: tribuna do norte
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