sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

VERGONHA MUNDIAL: NATAL amanhece sem ônibus



Fonte; novo 

Os ônibus que compõem o transporte urbano de Natal ainda não saíram das garagens na manhã desta sexta-feira (20). Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Estado (Sintro-RN), Júnior Rodoviário, um novo ataque foi registrado durante a madrugada, por volta das 2h, contra veículos da empresa Reunidas, na Avenida João Medeiros Filho, zona Norte de Natal.
 
De acordo com Júnior Rodoviário, o serviço só será normalizado caso a Polícia Militar garanta total segurança aos rodoviários. Ônibus intermunicipais também não estão circulando na região metropolitana da capital. Às 11h, o Sintro vai realizar uma reunião para definir como será a operação do transporte público durante à tarde.
 
Na noite desta quinta (19), o prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves, usou uma rede social para afirmar que o transporte público circularia normalmente na manhã desta sexta. A previsão, no entanto, não foi cumprida.
 
Os ataques contra ônibus começaram na tarde de quarta-feira (20). Desde então, o serviço está prejudicado na cidade. Nesta quinta, após novos ataques, a frota foi completamente recolhida no início da tarde, prejudicando as mais de 400 mil pessoas que usam o transporte coletivo em Natal.

Posse de Donald Trump


USA Amtsübernahme Trump (Getty Images/AFP/J. Watson)

Fonte: DW 

O magnata nova-iorquino Donald Trump assume nesta sexta-feira (20/01) a presidência dos Estados Unidos. Ele será empossado como 45º presidente americano numa cerimônia no Capitólio, em Washington.
Autoridades estimam a participação de 900 mil pessoas – a posse de Barack Obama contou com 1,8 milhão de pessoas em 2009. Além disso, são esperados milhares de manifestantes nas ruas da capital americana. Eles devem protestar contra as posições controversas de Trump em relação aos direitos da mulher e à mudança climática.
Todas as atualizações estão no horário de Brasília. Para atualizar, pressione CTRL+ F5.
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13:23 - Relatos locais afirmam que seis pontos de entrada para a cerimônia de posse de Donald Trump estão completamente bloqueados por manifestantes. Numa destas entradas, ativistas pelos direitos dos negros formaram um cordão humano e se acorrentaram às grades.

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Corpos são resgatados de local do acidente que matou ministro Teori Zavascki em Paraty



Fonte: REUTERS

Por Rodrigo Viga Gaier
RIO DE JANEIRO (Reuters) - Os corpos das cinco vítimas do acidente aéreo que matou o ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, foram resgatados do mar em Paraty, no litoral do Rio de Janeiro, informaram nesta sexta-feira o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil.
Os corpos de Teori, que tinha 68 anos, do empresário Carlos Alberto Fernandes Filgueiras, 69, dono do Hotel Emiliano, do piloto da aeronave, Osmar Rodrigues, 56, da massoterapeuta Maira Lidiane Panas Helatczuk, 23, e da professora Maria Ilda Panas, 55, foram retitados do local, e as equipes de resgate agora trabalham para recuperar os destroços da aeronave que caiu no mar na tarde de quinta-feira.
"O trabalho ainda termina hoje. A Marinha trouxe equipamentos para nos ajudar e conseguimos retirar", disse Pércio Freire, subsecretário de Defesa Civil de Paraty.
"Agora é retirar os destroços para serem entregues às autoridades aeronáuticas para que possam avançar nas investigações sobre a causa do acidente", acrescentou.
O ministro, de 68 anos, era responsável por todos os casos envolvendo políticos com prerrogativa de foro junto ao Supremo no âmbito Lava Jato. Sua morte joga incerteza sobre a tramitação dos processos da operação na corte. [nL1N1F92LO]
O avião Hawker Beechcraft, modelo C90GT, pertencia ao Grupo Emiliano e decolou na quinta-feira de São Paulo rumo a Paraty.
Em nota, o Grupo Emiliano disse que Maira Lidiane era massoterapeuta e prestava serviços a Filgueiras, que passava por um tratamento no ciático. A mãe da massoterapeuta, Maria Ilda, havia viajado de Mato Grosso a São Paulo para visitar a filha. O empresário convidou ambas para passar um fim de semana em Paraty, de acordo com a nota do grupo.
"O Grupo Emiliano registra seus sentimentos e condolências para a família e amigos. E informa que está prestando apoio e informações aos familiares", disse a nota

Morte de Teori Zavascki deve atrasar Lava Jato, dizem juristas


Teori Zavascki

Fonte: BBC 

A morte do ministro Teori Zavascki, responsável pela relatoria dos processos da operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, deve atrasar as ações do caso.
Pelo regimento interno do STF, no artigo 38, "em caso de aposentadoria, renúncia ou morte", o relator é substituído pelo ministro que será nomeado pelo presidente da República para sua vaga.
Embora não haja prazo previsto em lei para a nova nomeação - que pode levar semanas ou meses - constitucionalistas ouvidos pela BBC Brasil afirmam que o processo deve atrasar mesmo que a indicação seja feita de forma rápida.
"O principal impacto é com relação ao tempo do processo, que deve atrasar. Teori estava na fase de homologação das delações que foram analisadas. Somente após a homologação é que as investigações continuariam", disse à BBC Brasil o advogado Roberto Dias, coordenador do curso de Direito da FGV-SP e doutor em Direito Constitucional.
Apesar disso, as medidas urgentes - como prisões - não devem ser afetadas.
"As medidas urgentes não param. Mas a ação como um todo deve atrasar", afirma o advogado Marcelo Fiqueiredo, presidente da Associação Brasileira de Constitucionalistas Democratas (ABCD).
Coautora do processo que culminou no impeachment da presidente Dilma Rousseff, a jurista Janaína Paschoal disse que a Lava Jato será prejudicada pela morte do ministro.
"Ela (a operação) vai continuar, mas a morte do ministro implicará um atraso significativo, pois faz-se necessário aguardar a nomeação do substituto. Isso demanda tempo, fora toda a dificuldade política (e até jurídica) para assumir um caso dessa magnitude, no meio do caminho", afirmou
Janaina PaschoalDireito de imagemAGÊNCIA BRASIL
Image captionPara Janaina Paschoal, morte causará um atraso significativo na Lava Jato
Como relator das ações da Lava Jato no STF, Zavascki tinha a responsabilidade de validar as delações da Odebrecht no Supremo Tribunal Federal.
O ministro estava de férias, mas uma equipe dele (uma espécie de força-tarefa) estava analisando relatos e havia expectativa de que, no retorno, Zavascki retirasse o sigilo do conteúdo a partir de um pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot - ou seja, tornasse as 77 delações públicas.
Ele mesmo chegou a frequentar a sede do Supremo nesta semana para analisar os depoimentos.

Exceções

Apesar de o regimento interno do STF determinar que o novo relator seria o novo nomeado, as regras também preveem outras alternativas, embora elas não sejam comuns.
Com isso, os ministros não poderiam apenas "escolher" um novo relator para dar continuidade aos processos.
"O regimento prevê que se deve aguardar o novo relator, que será o novo ministro a ser nomeado pelo presidente da república, Michel Temer, e sabatinado pelo Senado. Não é comum que a nova relatoria não siga essas regras", afirmou Roberto Dias.
Há, no entanto, uma exceção também prevista no regimento do STF, no artigo 68, para a redistribuição desses processos para outros ministros em casos urgentes.
"Em habeas corpus, mandado de segurança, reclamação, extradição, conflitos de jurisdição e de atribuições, diante de risco grave de perecimento de direito ou na hipótese de a prescrição da pretensão punitiva ocorrer nos seis meses seguintes ao início da licença, ausência ou vacância, poderá o Presidente determinar a redistribuição, se o requerer o interessado ou o Ministério Público, quando o Relator estiver licenciado, ausente ou o cargo estiver vago por mais de trinta dias", diz o texto.
Ou seja: caso um dos interessados ou o próprio Ministério Público fizer o pedido para o STF, a presidente da corte, ministra Cármen Lúcia, poderia redistribuir os processos que eram de Teori Zavascki.
Esse artigo já foi acionado em outro caso - ou seja, há precedente para isso no STF.
Em 2009, com a morte do ministro Menezes Direito, o então presidente da Corte, Gilmar Mendes, determinou a redistribuição - independentemente do pedido dos interessados - em algumas circunstâncias, entre elas "processos e recursos criminais com o réu preso, ou sobre os quais a prescrição da pretensão punitiva possa ocorrer dentro de um ano".
Teori ZavasckiDireito de imagemAGÊNCIA BRASIL
Image captionMinistra Cármen Lúcia pode redistribuir os processos que eram de Teori Zavascki
Além dessa determinação, a redistribuição dos processos poderia ocorrer ainda em casos de "recursos extraordinários com repercussão geral reconhecida".
Isso quer dizer que, caso a presidente do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia, avalie necessário redistribuir os processos que estavam sob responsabilidade de Zavascki para outros ministros, poderia fazê-lo com base neste artigo.
Nesse caso, o mais comum seria fazer um sorteio, já que não se poderia apenas designar um novo responsável.
"A nomeação teria que ser por sorteio, porque não se pode violar o principio da imparcialidade, não se pode designar uma pessoa porque quer, tem que partir de uma regra regimental especifica", disse Roberto Dias.
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sábado, 14 de janeiro de 2017

Governador Robinson se Reuni na secretaria de Segurança Pública

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o Gabinete de Gestão Integrada na Secretaria de Segurança Pública, com o secretário de Segurança, Caio César, o comando da PM, Força Nacional, Polícia Federal e já comunicamos Judiciário e Ministério Público, no comando das medidas para conter a rebelião em Alcaçuz.

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Registros da nossa Lajes do Cabugi/RN Por Flaudenízia Silva


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Punição exemplar



Fonte: IstoÉ

Nos últimos anos, os escândalos políticos e suas consequências nefastas sobre a economia e a vida dos brasileiros parecem não ter fim. Os avanços recentes no combate à corrupção e à impunidade e os grandes ganhos de longo prazo que eles podem trazer ao País, se forem sustentados, não podem ser perdidos. Retroceder na limpeza política por que passa o Brasil em nome de apaziguar o ambiente seria péssima opção. Já pagamos caro para abrirmos mãos dos ganhos que teremos, mesmo que tais ganhos possam estar distantes. Temos de acelerar o expurgo político e criar condições para reduzirmos ao máximo a corrupção. Temos de espalhar o medo de punições graves entre corruptos e corruptores. Aqueles em posições passíveis de envolvimento com condutas ilícitas têm de ter mais a perder do que a ganhar caso se envolvam com práticas ilegais.
O mais importante é que políticos e empresários corruptos sejam condenados pela Justiça a penas duras. No caso dos empresários, isso vem acontecendo. Faltam condenações exemplares a políticos de todos os partidos. Adicionalmente, a legislação tem de ser ajustada para facilitar a condenação e endurecer as penas, e esse era exatamente o objetivo das “10 Medidas Contra a Corrupção” elaboradas pelo Ministério Público, que os congressistas, em defesa própria, tentaram desfigurar, mas foram forçados a retroceder, ao menos por ora, em função de pressão popular.

E se todos os políticos tivessem de recitar publicamente um código de ética uma vez por mês?

Acredito que há mais um fator possível para limitar a corrupção: envergonhar publicamente políticos corruptos. Há diversas formas de fazê-lo. Uma delas envolve o código de ética. Como médicos, advogados e outras classes profissionais, senadores e deputados possuem um código de ética, que atualmente é solenemente ignorado. E se todos os políticos tivessem de recitar publicamente tal código de honra uma vez por mês, expondo–os publicamente e sujeitando-os a punições em caso de não cumprimento?
Não tenho ilusão que só isso acabará com a corrupção. Há pessoas que sempre tentarão burlar as regras e a impressão é que a política atrai uma grande proporção delas. Há também pessoas incorruptíveis, que sempre fazem o certo, independentemente das regras. Para os demais – a grande maioria –, incentivos às condutas corretas e punições às más condutas fazem a diferença. Um código de ética rígido e com visibilidade poderia colaborar na formação de uma classe política ética e na redução da corrupção.

De Segunda a Sexta Programa Adoradores do Rei ás 11H: da Manhã aqui no LAJES NEWS RN


Da Polônia, Otan manda um sinal para Moscou


Verlegung US-Panzerbrigade nach Polen (picture-alliance/dpa/M. Bielecki/PAP)

Fonte: DW 

É uma ocasião especial na Polônia. A chegada dos americanos foi celebrada na Praça Pilsudski, em Varsóvia, na praça do Mercado de Cracóvia e em muitas outras cidades ao londo da semana. Orquestras militares se apresentaram, tanques e outros equipamentos foram expostos, e havia ainda goulash para "armar" o estômago.
A última vez que tantos poloneses celebraram a chegada de tropas estrangeiras ocorreu mais de 200 anos atrás – quando os soldados de Napoleão vieram. Mas desta vez são os americanos que vieram à Polônia.
A ideia de transferir a presença militar da Alemanha – onde bases ainda abrigam 36 mil soldados – para o leste europeu foi discutida repetidamente. A Alemanha não precisa mais de proteção após a queda do bloco comunista, e a manutenção de tropas era dispendiosa.
As mudanças começaram a acontecer em 2014, com a agressão russa à Ucrânia. À época, o então ministro polonês das Relações Exteriores, Radoslaw Sikorski, pediu o deslocamento de "duas brigadas" para melhor defender a Polônia.
Até agora, chegaram ou estão a caminho 3.500 soldados do estado americano do Colorado, assim como 87 tanques e 400 veículos humvee. A ação foi chamada de "Resolução Atlântica". Os soldados foram especialmente saudados neste sábado (14/01) na cidade de Zagan, na Silésia, a apenas 100 quilômetros da fronteira da Polônia com a Alemanha.
A maior parte das tropas vai ficar estacionada em Zagan. Após nove meses, elas devem ser substituídas por novas tropas em um processo de revezamento. Cada "turno" também deve ser posto em prática em outros países da região, como a Romênia.
Após a desintegração da União Soviética, a Otan garantiu a Moscou que nenhuma grande unidade de combate seria permanentemente estacionada a leste da Alemanha a não ser que a situação sofresse mudanças. O revezamento é na verdade um despiste: ele permite ter a disposição soldados e equipamento na região, mas não de maneira "permanente".
Ainda assim, Moscou protestou contra a mobilização. Só que desde 2007 a Rússia vem repetidamente executando exercícios com dezenas de milhares de soldados nas suas fronteiras ocidentais ou na Bielorússia. Houve também manobras mirando Varsóvia e a Estônia.
Estados bálticos sob ameaça
A unidade americana é um favor especial dos EUA aos seus aliados. Em breve, no entanto, será realizada o que a Otan chamou "presença avançada aprimorada". Os Estados-membros Polônia, Lituânia, Letônia e Estônia devem receber cada um a presença de tropas multinacionais. Em 19 de janeiro, 500 soldados alemães vão ser deslocados para a Lituânia.
Na Lituânia, a Alemanha vai ser a principal força – mais 500 soldados de outros países também devem ser deslocados. A presença militar na Estônia ficará sob liderança britânica, e na Letônia, canadense. A Polônia deve receber mais tropas americanas, que devem chegar em abril.
Esse batalhão (também de "revezamento") deve ser estacionado no nordeste da Polônia. Lá fica o particularmente vulnerável "brecha de Suwalki" junto ao território russo de Kalinigrado. Além disso, a Bielorússia, aliada de Moscou, fica a apenas 60 quilômetros dali.
Especialistas militares tem soado o alarme há tempos: se a Rússia lançar uma ação convencional ou "híbrida" contra algum Estado báltico, ela também pode cortar facilmente os parceiros da Otan da sua rota de abastecimento em Suwalki. Os bálticos são considerados por todos os outros membros da Otan como os mais vulneráveis, ainda que desde 2014 eles tenham armado pesadamente seus exércitos enfraquecidos.
Fator Trump
A decisão de reforçar a Polônia e os Estados bálticos com tropas multinacionais foi a mais importante da reunião de cúpula de Varsóvia, que ocorreu em julho de 2016. No entanto, após a eleição de Donald Trump, surgiram dúvidas na região se o novo presidente vai cumprir os compromissos do seu antecessor, Barack Obama.
Existe até mesmo o temor de que Trump possa lançar uma espécie de "nova conferência de Ialta" e, a exemplo de 1945, dividir com Moscou o mundo em esferas definidas de influência. Assim, ele poderia retirar as tropas de um dia para o outro.
Trump já disse anteriormente, entre outras coisas, que os EUA não deveriam defender países que não cumprem com suas obrigações (financeiras) com a Otan. No entanto, a Polônia e os Estados bálticos seguem respondendo bem com seus gastos de defesa.
A mídia estatal russa criticou o envio de tropas de outros países da Otan como "uma mobilização agressiva". Só que as unidades, que agora devem fornecer mais segurança da Estônia à Romênia, são menos numerosas do que as tropas aliadas que protegiam Berlim Ocidental até 1989.
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Fonte: Reuters 


WASHINGTON (Reuters) - O presidente eleito dos Estados Unidos Donald Trump começou o longo feriado que homenageia o líder negro dos direitos civis Martin Luther King Jr. rebatendo outro ativista afro-americano, um político que disse não encarar Trump como um "presidente legítimo".
O deputado democrata John Lewis, da Georgia, em um trecho de "Meet the Press" divulgado pela NBC na sexta-feira, disse acreditar que a atuação de hackers russos ajudou Trump, um republicano, a se eleger em novembro. Lewis disse que não pretende participar da posse de Trump, no dia 20 de janeiro, a primeira vez que perderá um evento como esse desde de que foi eleito para a Câmara, em 1986.
Neste sábado, Trump twittou que Lewis estava se queixando falsamente sobre o resultado das eleições e em vez disso, "deveria gastar mais tempo consertando e ajudando seu distrito, que está em péssimo estado e caindo aos pedaços (para não mencionar a infestação do crime)".
O deputado, líder de direitos civis por mais de meio século, foi espancado pela polícia em uma marcha que ajudou a organizar em 1965, em Selma, Alabama, chamando a atenção para a dificuldade dos negros para votar. Ele protestou ao lado de King naquele dia e em outras ocasiões.
(Reportagem adicional de Ian Simpson)

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Governo inaugura o sexto Centro Especializado em Reabilitação no RN



O Ministério da Saúde publicou portarias que habilitam os Centros Especializados em Reabilitação (CER) nos municípios potiguares de São José de Mipibu, Areia Branca, Guamaré e Macaíba. Além destes, o estado ainda dispõe destes serviços nos municípios de Pau dos Ferros e Natal, já habilitados em anos anteriores. As unidades fazem parte da Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência no Rio Grande do Norte e ampliam o acesso das pessoas com deficiência aos centros de reabilitação.
De acordo com Célia Melo, coordenadora de Rede de Cuidados a Pessoa com Deficiência, as recentes habilitações foram possíveis graças ao apoio das equipes da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) e Conselho dos Secretários Municipais de Saúde (Cosems). “Considerando a situação provocada pelo zika vírus e de acordo com os planos regionais de saúde, nós buscamos incessantemente ampliar o acesso a estes serviços, para que a população possa encontrar atendimento na sua região”, explicou Célia.
Nos seis Centros Especializados em Reabilitação são oferecidos os serviços de: Reabilitação Auditiva, Física, Intelectual, Visual, Ostomia e em Múltiplas Deficiências, às pessoas com deficiência (temporária ou permanente; progressiva, regressiva, ou estável; intermitente ou contínua).
Na última quinta-feira, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, em visita ao município de Mossoró, conheceu o local de obras onde será construído o Centro Especializado de Reabilitação Maria Benômia Rebouças. O novo CER IV atenderá quatro serviços de reabilitação habilitados: deficiência física, auditiva, visual e intelectual.  O Ministério da Saúde já repassou R$ 4,5 milhões para a obra, que corresponde 90% do valor total que será de R$ 5 milhões. A data máxima para conclusão da construção será em Maio/2017.
CENTROS ESPECIALIZADOS EM REABILITAÇÃO NO RN:
I Região:
Centro de Reabilitação de São José de Mipibu - modalidade física, auditiva e visual
II Região: 
Centro de Reabilitação de Areia Branca - modalidade física e intelectual
III Região:
Centro de Reabilitação de Guamaré - modalidade física e intelectual
VI Região: 
Associação Nossa Senhora da Conceição em Pau dos Ferros - modalidade física e intelectual (desde 2015)
VII Região: 
Centro de Educação e Pesquisa em Saúde Anita Garibaldi em Macaíba - modalidade auditiva, física e intelectual
ESTADUAL:
Centro de Reabilitação Infantil e Adulto - ESTADUAL (antigo CRI) - em Natal modalidade auditiva, física e intelectual (desde 2013)

Benes Leocádio é eleito presidente da Femurn


Fonte: Novo 

O ex-prefeito do município de Lajes e ex-presidente da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn), Benes Leocádio, foi eleito nesta sexta-feira (13) para presidir a Federação nos próximos dois anos.
 
Benes já havia presidido a Femurn por dois mandatos e retorna a Presidência da Federação após vencer os prefeitos Rivelino Câmara (PMDB) do município de Patu, e Dagoberto Bessa (PSD) da cidade de Severiano Melo, em eleição realizada na sede da Fiern, em Natal.  Do total de 159 prefeitos aptos a votar, 146 compareceram ao pleito.
 
Após a eleição, Benes parabenizou os candidatos concorrentes Dagoberto e Rivelino, e afirmou que sua gestão estará aberta para a participação dos gestores.
 
Segundo o presidente eleito, o momento é de união em prol do municipalismo. “O momento é de engrandecimento do municipalismo potiguar. Acho que não houve nem ganhadores, nem perdedores. Hoje, ganhou a representação do que eu já fui enquanto presidente da FEMURN, portanto ganhou o municipalismo do Rio Grande do Norte”, classificou.
 
O novo presidente também agradeceu ao voto dos prefeitos e o apoio do ex-presidente da Femurn Ivan Lopes Júnior durante a campanha. “Volto à Federação hoje com muito orgulho, e agradecendo aos gestores, prefeitos e prefeitas do meu estado, ampliando nosso trabalho. Ao ex-presidente Ivan Júnior, deixo meu agradecimento por sua responsabilidade e condução deste processo eleitoral, e pelo seu convite para que eu saísse candidato. Eu entendi a necessidade da luta pelo municipalismo e aceitei o desafio”, declarou Benes.
 
O ex-gestor afirmou ainda que o fato de não ser prefeito atualmente não o impede de ampliar o trabalho municipalista no RN. “A nossa Confederação Nacional (CNM – Confederação Nacional dos Municípios) há 17 anos é presidida por um ex-prefeito e isso não tira a condição de dedicação e de trabalho pelos gestores. Prefeito do mandato sabe das dificuldades, mas quando se quer fazer se faz, basta ter vontade, desejo e dedicação, e isto nós temos de sobra”, disse.
 
Benes também agradeceu a seu município, Lajes, e seus familiares. O ex-presidente da Femurn Ivan Júnior, que encerrou seu mandato na Federação nesta sexta-feira na ocasião da eleição, comemorou a vitória de Benes e parabenizou os candidatos.
 
“Parabenizo aos candidatos pelo trabalho desenvolvido, pela discussão de propostas e aprimoramento da Federação, e ao ex-prefeito Benes que traz consigo uma imensa dedicação à luta municipalista e, certamente, trará grandes melhorias para nossos municípios à frente da Femurn”, declarou Ivan Júnior.
 
Luta Municipalista
 
Para o novo presidente da Femurn Benes Leocádio, a união de poderes é a principal solução para acabar com a crise financeira dos municípios. “Municípios, bancadas estadual e federal, congresso nacional devem se unir e juntos buscarmos urgentemente a discussão do pacto federativo com a reforma tributária. Do jeito que está não dá! Os municípios brasileiros continuam a míngua, com as despesas muito maiores que as receitas”, argumenta Benes.
 
Segundo Benes, a Femurn vai auxiliar as prefeituras através da mobilização para o novo pacto federativo, e colaborando com o aperfeiçoamento das gestões municipais.
O novo presidente ainda lamentou que a maioria dos prefeitos, atualmente, mal consigam pagar a folha de servidores.
 
Cescimento da Femurn
 
Benes Leocádio afirmou também que em sua nova gestão, além da mobilização pelo novo pacto federativo e assessoria às prefeituras, a Femurn vai aprimorar sua Escola de Gestão e firmar parceria com instituições de ensino para contribuir na melhoria de qualidade da gestão para auxiliar as administrações municipais, diante de diversas limitações que os gestores enfrentam.

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Imprensa chinesa fala em guerra após ameaça de Tillerson


Rex Tillerson, indicado de Trump para o Departamento de Estado do novo governo, foi sabatinado no Senado smericano 

Fonte: DW 

A imprensa estatal chinesa reagiu com fúria nesta sexta-feira (13/01) às declarações de Rex Tillerson, indicado pelo presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, para ser o próximo secretário de Estado. Durante sua audiência de confirmação no Senado, Tillerson ameaçou bloquear o acesso da China às ilhas artificiais que os chineses estão construindo no Mar da China Meridional e comparou a ação chinesa à invasão e anexação da Crimeia pela Rússia, no auge da crise política na Ucrânia.
"Você precisa enviar um sinal claro à China de que, primeiro, a construção de ilhas deve parar e, segundo, seu acesso a essas ilhas não é algo a ser permitido", afirmou Tillerson aos senadores. "O limite máximo é que águas internacionais são águas internacionais", disse.
Em resposta, o jornal estatal China Daily alertou que uma interferência americana "traçaria o rumo para um confronto devastador" entre China e Estados Unidos. Ao mesmo tempo, observou que Tillerson estaria "meramente buscando receber favores dos senadores e aumentar as chances de sua confirmação ao demonstrar intencionalmente uma postura rígida em relação à China".
Imagens de satélite revelam que a China trabalha intensamente na construção de instalações militares numa região cuja soberania é reivindicada por diversos países, como as Filipinas e o Vietnã.
Durante o governo do presidente Barack Obama, Washington alertou diversas vezes que as atividades chinesas são uma ameaça à liberdade de navegação. Aeronaves americanas realizaram diversos sobrevoos no local, o que Pequim considerou provocação. Washington, porém, não chegou a tomar uma posição sobre a questão da propriedade do arquipélago. O ex-presidente da petrolífera ExxonMobil, porém, afirmou que as ilhas "não são da China por direito".
Imagens de satélite revelam que a China trabalha na construção de instalações militares no arquipélago
Imagens de satélite revelam que a China trabalha na construção de instalações militares no arquipélago
"A menos que Washington planeje iniciar uma guerra em larga escala no Mar da China Meridional, quaisquer medidas para bloquear o acesso da China às ilhas serão idiotas", afirmou o jornal chinês Global Times em editorial. O jornal, que tem a reputação de refletir o ponto de vista dos membros mais beligerantes do Partido Comunista chinês, afirmou ainda que Tillerson deve "renovar suas estratégias nucleares se quiser forçar uma grande potência nuclear a se retirar de seus próprios territórios".
O Global Times já havia apelo ao governo em Pequim para que aumentasse seu arsenal nuclear após a ameaça de Trump de suspender a chamada "política de uma só China", considerada pelos chineses como a base das relações bilaterais sino-americanas, após uma controvérsia gerada por um telefonema entre Trump e a presidente de Taiwan, Tsai Ing-wen.
As reações das autoridades chinesas às declarações de Tillerson foram mínimas. Um porta-voz do Ministério chinês do Exterior observou que a tensões no Mar da China Meridional se acalmaram. "Esperamos que os países não regionais respeitem o consenso, que é do interesse fundamental de todo o mundo", afirmou.
O Global Times afirmou que, por enquanto, Pequim continuará a ignorar os comentários de Tillerson, mas alertou que, "se a equipe diplomática de Trump tratar as futuras relações sino-americanas do modo como faz agora, os dois lados devem se preparar para um confronto militar".

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Prisão de tenente Melissa revolta Bombeiros do País


Prisão de tenente Melissa revolta Bombeiros do País

Fonte: Blog Celino Souza 

Essa é uma daquelas histórias de enojar. Era só questão de tempo para que um militar que corre na ambulância do SAMU tombasse, mas o pior não é tombar, mas sim ser empurrado para o buraco por aqueles que deveriam acolher. O tratamento dispensado à Tenente Melissa foi CADEIA.     Melissa, tenente enfermeira do CBMERJ, neste último final de semana, correndo na ambulância de campo grande (quem conhece sabe que é chapa muito quente) depois de várias ocorrências no dia, informou ao médico coordenador da regulação do SAMU que não estava bem e não poderia dar continuidade ao serviço. Solicitou ajuda, havia chegado no seu limite. Do outro lado da linha o médico frio, um tanto quanto sarcástico, desacreditou dos relatos da militar, desconsiderou seu histórico clínico de síndrome de esgotamento e tratamento de depressão (faz uso de fluoxetina, Clonazepam e imipramina uso regular) e determinou que a mesma continuasse. Imediatamente se negou, agora ela é quem precisava de socorro. Quando regressou ao quartel recebeu do oficial de dia voz de prisão por insubordinação vinda por ordens superiores (Cel Simas). Ainda tentaram convencê-la de ir para o evento seguinte a fim de amenizar, porém a Ten Melissa não tinha a menor condições e não foi.    Conduziram na até a corregedoria, lavraram o auto de prisão em flagrante (mesmo alegando necessidade de atendimento médico e apresentando sintomas diversos) prometeram levá-la até a psiquiatria, contudo jogaram na numa cela insalubre no quartel do Humaitá com água potável somente na garrafa.   SOS BOMBEIROS: COVARDIA COM REQUINTE DE CRUELDADE é a melhor frase para definir tal situação. Uma militar que adoeceu por conta de um sistema falido (SAMU) que atende todo tipo de mazela sem as mínimas condições para seus profissionais (Não se alimentam direito, não descansam, não dormem, sobrecarregados em atendimentos, sob pressão imposta por um regulamento que dá poder aos covardes, viaturas precárias que põe toda a guarnição em risco).   Necessitam de tratamento e não encontram; salário atrasados; sem perspectiva de progressão na carreira; essa é a realidade dos profissionais da saúde na corporação. Precisam ser os super homens e ofertar saúde à população quando na verdade estão doentes, oprimidos pelos seus comandantes desumanos que só visam seus interesses lucrativos nos "esqueminhas", utilizando a mão de obra barata dos profissionais que sobrevivem serviço a serviço.   A tenente Melissa NÃO É CRIMINOSA ela é vítima de um sistema doente, corrupto e covarde que a levou a adoecer também, sobrando para a parte mais frágil (militares da ponta) os danos.  Soltem a Ten Melissa imediatamente!  Pelo amor de Deus! Cuidem dos seus bombeiros. Não os matem!  Menos ambição e mais consideração aos nossos heróis. Ela precisa de amparo e tratamento médico. 


Seguro-desemprego automático



O calvário dos trabalhadores em busca do seguro-desemprego, incluindo os do Rio, pode acabar no segundo semestre deste ano. O Ministério do Trabalho está implementando um sistema que vai encaminhar, automaticamente, o benefício aos demitidos sem justa causa, de forma que eles não precisem mais procurar os postos do Sistema Nacional de Emprego (Sine) para dar entrada no pedido.
A pasta trabalha na edição de uma norma que vai obrigar todos os empregadores a informar diariamente ao governo demissões e admissões, que fazem parte do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Hoje, as empresas têm prazo de até 37 dias para prestar essas informações. A mudança nessa regra é necessária, porque o trabalhador pode conseguir um emprego logo após dar entrada no pedido, e, neste caso, o benefício tem de ser suspenso. Além disso, a exigência vai tornar mais rápida a identificação e o atendimento ao desempregado.