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sábado, 27 de agosto de 2016

Paraibanos são achados trabalhando como escravos e dormindo em celas no RS


Paraibanos são achados trabalhando como escravos e dormindo em celas no RS

Fonte: Hallan Azevedo 

Treze paraibanos foram resgatados, na manhã dessa quarta-feira (24), após serem flagrados trabalhando em situação análoga à escravidão no município de Lajeado, a 120 km de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. As vítimas estavam trabalhando para outros dois paraibanos há pouco mais de um ano e sofriam com condições precárias de moradia, falta de assistência e alimentação adequada. A situação ocorria porque as vítimas deviam entre R$ 1,5 mil e R$ 14 mil aos suspeitos, que foram presos.

Todas as vítimas e suspeitos são naturais do município de Patos, que fica no Sertão paraibano, a 317 km de João Pessoa.

Em Lajeado, os paraibanos foram localizados após uma denúncia feita para a Polícia Civil por moradores da cidade. A operação policial também contou com o trabalho de equipes do Ministério do Trabalho, da Brigada Militar e da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Ao Portal Correio, o delegado Mauro Mallmann, da Delegacia de Pronto Atendimento de Lajeado, disse que a polícia monitorou os suspeitos e conseguiu abordar o caminhão onde as vítimas eram levadas.

“Encontramos o caminhão quando ele iria recolher as vítimas no fim do dia. Ao abordarmos o veículo, constatamos que, além de ser o meio de transporte dos trabalhadores, ele também servia como moradia de alguns deles”, contou o delegado.

À polícia, os trabalhadores informaram que se sujeitavam a trabalhar em condições precárias para poder quitar uma dívida de adiantamento de salário que haviam recebido antes de sair da Paraíba.

Durante o depoimento, os trabalhadores também informaram que aqueles que não cabiam dentro do caminhão na hora de dormir passavam a noite do lado de fora do veículo, dormindo em redes, sem proteção contra o frio ou contra uma possível ação de bandidos. 

“Vimos que o pessoal estava vivendo de forma degradante, qualificado como trabalho  análogo à escravidão. Não recebiam alimentação adequada, não tinham a carteira assinada, não tinham um local adequado para dormir, passavam necessidades quando não conseguiam bater a meta de vendas e, quando vendiam a mais do que o estipulado, o valor era descontado da dívida inicial. Eles sobreviviam com muito pouco. Além disso, o que mais chocou foi a constatação de uma cela dentro do caminhão. Esse espaço servia para punir quem fosse avaliado com mau comportamento ou não atingisse a meta de vendas”, afirmou o delegado.

Eles não podiam voltar para casa

O delegado Mauro Mallmann também informou ao Portal Correio que os trabalhadores já estavam passando pelo trabalho análogo à escravidão há muito tempo, já que alguns deles relataram ter dívidas superiores a R$ 14 mil e que haviam retornado à Paraíba quatro meses após saírem, mas eram obrigados a voltar ao trabalho pouco tempo depois.

“No caminhão, localizamos livros e uma caixa com a dívida total das vítimas. Elas também relataram que iam ao Rio Grande do Sul para trabalhar dessa maneira e voltavam à Paraíba após quatro meses, onde passavam um tempo com a família. Porém, esses trabalhadores eram obrigados a viajar novamente até quitar todo a dívida com os suspeitos. Mesmo aqueles que não se adaptavam ao clima ou não conseguiam vender, eram obrigados a permanecer aqui”, contou o delegado.

Após o depoimento das vítimas, a polícia prendeu em flagrante o motorista do caminhão e o empregador, que era o proprietário do veículo e comandava as vendas. Eles vão responder criminalmente por manter pessoas em condições de trabalho análogas à escravidão.

Já as 13 vítimas foram encaminhadas a hotéis da cidade e permanecem por pelo menos mais quatro dias em Lajeado.

“As vítimas ainda estão aqui, mas estão instaladas em um hotel da cidade. Eles estão sendo atendidos pelo Ministério do Trabalho, que vem organizando a legalização dos contratos de trabalho e negociando um valor de rescisão contratual. Acredito que eles sejam liberados para voltar à Paraíba dentro de mais três ou quatro dias”, concluiu o delegado.



STTU DIZ QUE VAI APREENDER VEÍCULOS DO UBER EM NATAL .


Fonte: Via Certa Natal 

O UBER serviço de carona remunerada chegou à Natal ontem à tarde. Ontem mesmo os taxistas da capital potiguar já realizaram um grande protesto pelas ruas de Natal que teve seu fim na secretaria de mobilidade urbana.

Durante audiência entre os gestores do órgão e uma comissão de taxistas, Clodoaldo Cabral disse que fará com que a lei seja cumprida e os motoristas do UBER que forem identificados transportando passageiros, terão seus veículos apreendidos de acordo com a lei municipal nº 5.022/08/07/199. Para a STTU o serviço é considerado como clandestino.

Três veículos apreendidos em Natal no primeiro dia de operação do UBER


Um grupo de taxistas cercou na noite de ontem três motoristas do UBER que realizavam o serviço no bairro Ponta Negra, zona sul da capital potiguar. Não houve nenhum tipo de agressão ou quebra-quebra, os profissionais da praça chamaram a Polícia Militar e  STTU, exigindo que os veículos fossem apreendidos conforme rege a lei.

Um dos motoristas do UBER reclama que foi vítima de uma emboscada, foi chamado por taxistas para o local e então denunciados às autoridades.

Os carros apreendidos foram removidos para o pátio da STTU na Ribeira.


Em Dia de Luto, Itália fará funeral de vítimas de Terremoto



Fonte: Agência Ansa 

O governo italiano celebrará um funeral de Estado neste sábado para algumas das vítimas do terremoto. Segundo um novo balanço comunicado nesta sexta-feira pela Defesa Civil, o número de mortos subiu para 281, e 387 feridos foram hospitalizados — 40 em estado crítico. Mais de 900 réplicas já foram registradas após o tremor de magnitude 6,2 devastar a região central do país na quarta-feira.

Na manhã desta sexta-feira, as famílias já se preparavam enterrar os mortos e organizar os primeiros funerais, incluindo o de duas crianças e de seus avós que morreram em Pescara del Tronto.

A cerimônia fúnebre das vítimas da cidade de Arquata del Tronto será realizada em um ginásio e contará com a presença do presidente italiano, Sergio Mattarella, informou a agência de notícias Ansa. Até o momento, 49 dos mortos procediam da pequena cidade e de Pescara del Tronto.

Após declarar estado de emergência nacional, o primeiro-ministro, Matteo Renzi, alocou € 50 milhões de fundos para a reconstrução das áreas atingidas. No sábado, dia de luto nacional, as bandeiras serão hasteadas a meio mastro em edifícios estatais.

O Executivo anunciou ainda um novo plano de prevenção anti-sísmica depois que o terremoto deixou um balanço de mortos muito elevado em uma zona na qual se sabia que havia risco de tremores.

A terra continua tremendo, e os sobreviventes tiveram de dormir pela segunda noite em tendas fornecidas pelos serviços de emergência.

Um total de 928 tremores secundários foram registrados na área ao redor de Amatrice — uma das mais afetadas — e as cidades vizinhas de Pescara del Tronto, Accumoli e Arquata del Tronto.

Na manhã desta sexta-feira, outro forte tremor atingiu a região do centro da Itália, causando mais danos a edifícios em Amatrice.

Os socorristas continuavam buscando sobreviventes entre os escombros. Com o passar das horas, diminuem as esperanças de encontrar pessoas com vida.


sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Circo em Brasília? Cheirador, ladrão e canalha; veja insultos que senadores trocam no impeachment


Senado

Fonte: uol 

A fase final do processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff (PT) começou nesta quinta (25) com um arranca-rabo entre senadores Ronaldo Caiado (DEM-GO), a favor da saída da petista, e Lindbergh Farias (PT-RJ).

A confusão começou quando a senadora Gleisi Hoffman (PT-PR) discursava e disse que nenhum dos senadores pró-impeachment “tinha moral” para derrubar Dilma.



Preços da gasolina variam 11,7% de um posto para outro. Vão de R$ 3,25 a R$ 3,63



Quem for abastecer o carro deve ficar atento. Com o aumento da concorrência , os preços estão variando muito de um posto para outro. É possível encontrar o litro da gasolina entre R$ 3,25 a R$ 3,63, uma diferença de 11,7%. Isso, segundo os especialistas, comprova que nunca foi tão importante pesquisar.

A concorrência maior que se vê nos postos do Distrito Federal decorre da intervenção feita pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e o Ministério Publico. Com a ajuda da Polícia Federal, esses órgãos desbarataram um cartel que lesava os consumidores.

Segundo a operação Dubai, que desbaratou o cartel, os donos dos postos se organizavam para combinar preços. Estima-se que, nos últimos  20 anos, os postos tenham lucrado mais de R$ 1 bilhão por ano com o crime contra o consumidor.

Fique ligado
Compare os preços da gasolina nas bombas
Endereço    Posto    Litro (em R$)
Cruzeiro    Ipiranga    3,25
206 Sul    PB Posto    3,25
210 Sul    JarJour    3,25
210 Norte    Ipiranga    3,25
206 Norte    JarJour    3,25
Candangolândia    Ipiranga    3,27
208 Norte BR    3,28
108 Norte    Shell    3,29
110 Norte    Ipiranga    3,29
107 Sul    Luís    3,35
103 Sul    BR    3,39
115 Sul    Itamaraty    3,39
114 Sul    BR    3,39
EPTG Guará    Florida Mall    3,39
204 Norte    Ipiranga    3,39
EPTG Águas Claras    BR    3,42
EPTG Águas Claras    Ipiranga    3,42
106 Norte    BR    3,42
Samambaia 416    Ipiranga    3,42
212 Norte    Ipiranga    3,49
214 Sul    BR    3,49
105 Sul    BR    3,49
SIG    BR    3,50
102 Norte    BR    3,53
104 Norte    BR    3,53
204 Sul    Ipiranga    3,53
212 Sul    BR    3,58
309 Norte    BR    3,59
202 Norte    BR    3,61
202 Sul    BR    3,61
EPTG Águas Claras Garantia   3,63
Fonte: pesquisa do Correio

Facebook fica fora do ar por 20 minutos em todo o mundo nesta sexta



Fonte: Jornal de Brasília 

Os servidores do Facebook saíram do ar na noite desta sexta-feira, 26, mas a rede social já voltou a funcionar. Com isso, a rede social ficou indisponível para acesso de usuários por cerca de 20 minutos. No Twitter, usuários de todo o mundo reclamaram da indisponibilidade do serviço.
Entretanto, o aplicativo de mensagens instantâneas Facebook Messenger, que funciona integrado à rede social, operou normalmente no período de indisponibilidade.
Procurado pela reporatgem, o Facebook ainda não informou a causa da falha.
Quedas
Esta não é a primeira vez que o Facebook fica fora do ar em todo o mundo. Em setembro de 2015, a rede social e o app de mensagens instantâneas Messenger ficaram indisponíveis por cerca de 20 minutos.
Na época, a rede social não se manifestou sobre a queda dos servidores.
Fonte: Estadao Conteudo

Lula e Marisa são indiciados pela Polícia Federal


Casal é acusado de corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro - Foto: AFP PHOTO/POOL/DAVID SILVERMAN

Fonte: Uol 

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi indiciado nesta sexta-feira, 26, por corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro, de acordo com o site da Globo.
As acusações envolvem a suspeita de irregularidades na aquisição e na reforma do tríplex em Guarujá, no litoral de São Paulo, e no depósito de bens do ex-presidente.
A mulher de Lula, Marisa Letícia, e mais três pessoas também foram indiciadas. De acordo com a Polícia Federal, Lula e a esposa foram beneficiados de vantagens ilícitas, por parte da empreiteira OAS, em valores que chegam a R$ 2,4 milhões. Esse é o valor da obras de reforma no apartamento do Edifício Solaris, além do custo de armazenamento dos bens do casal.
Essa é a primeira vez que o ex-presidente Lula é indiciado em investigações relacionadas à Lava Jato.

Caco Barcellos: “Erros históricos nascem a partir da imprecisão jornalística



Fonte: El País

Caco Barcellos (Porto Alegre, 1950) é um dos repórteres mais conhecidos do Brasil, ainda assim não é esperado que caminhar ao ar livre com um jornalista seja comparável a circular com uma celebridade. Porém, para ele, é quase impossível dar dois passos sem que alguém peça uma foto, um autógrafo ou uns minutos de atenção a um assunto que pode render a próxima “reportagem maravilhosa”. Foi assim em Paraty, onde esteve durante a última Festa Literária de Paraty, onde participou de um debate com o repórter britânico Misha Glenny.
Há 10 anos à frente do programa Profissão Repórter, na Globo, e lançando umlivro sobre essa trajetória, Caco, estatura, semblante e voz ultra-amigáveis, dá atenção a todos, sem distinção. Sorri para as selfies, anota contatos e dá o seu. Afinal, para alguém que aos 12 anos saía do bairro pobre onde morava para escutar histórias de pessoas que encontrava aleatoriamente e depois escrevê-las em casa, a rua manda.
Pergunta. Como você, sendo repórter, se sentiu participando em julho da última Flip, um evento literário no qual impera a ficção?
Resposta. Sou suspeito para falar, porque amo livros. Com 12 anos mais ou menos, tive a sorte de conhecer uns padres de uma Igreja Progressista que me passaram os primeiros títulos. Eu me apaixonei, porque era uma oportunidade única de entrar numa viagem de alguém que se aprofundou numa determinada história, virar parceiro daquele autor. Por isso, fui desenvolvendo uma paixão por escritores, mesmo os ficcionistas, que um dia tiveram pé na não-ficção. Sou especialmente fã daqueles que foram repórteres antes de se tornarem ficcionistas. Sobretudo daqueles que usam a plataforma da pesquisa para alimentar mais ainda suas fantasias. Ou daqueles que têm uma vida intensa ao lado da escrita. O que me fascina é um tipo de autoria que inclui as duas coisas: o jornalismo, com suas histórias de imersão, de oportunidade, e a fantasia.
P. Você falou em Paraty ao lado do britânico Misha Glenny, em uma mesa batizada de Os olhos da rua. Ambos são repórteres que escreveram livros sobre narcotraficantes do Rio. O seu olhar e o dele resultam muito diferentes, sendo um brasileiro e o outro estrangeiro?
R. Lendo o livro do Misha, não achei muito diferente. Muita coisa é até bem semelhante, talvez porque o que nos une é a reportagem. Ou seja, atribuir o protagonismo sempre ao outro, não a nós. Embora ele arrisque mais e seja mais crítico do que eu. Ele tem um olhar de observador externo da nossa história. Eu sou mais de mergulhar nas pessoas que estão envolvidas naquilo que estou contando.
P. Nos dias de hoje, em que há tantas ferramentas para se ficar em casa e se informar, que importância têm “os olhos da rua”?
R. No Profissão Repórter, que envolve muitos jovens chegando ao mercado de trabalho, a gente debate muito sobre a importância das redes sociais. Hoje, elas são fundamentais para o nosso trabalho, mas há algumas armadilhas também. Costumo chamar a atenção para o seguinte: o que está na rede social já foi feito. Alguém já escreveu. É legal a gente saber disso, mas a verdade está na rua. Agora... tem outro aspecto das redes que é fascinante, o de plataforma. É 100% maravilhoso que sejam um veículo para quem quer ter seu próprio jornal, site ou blog... ou até uma miniestação de TV. Minha geração não teve a menor possibilidade de fazer o mesmo. Claro que algumas pessoas hoje fazem uso abusivo disso, mas é parte do jogo também.
P. As redes estão povoadas de opiniões. Você falou durante o último Congresso da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo – Abraji sobre o “jornalismo declaratório” e afirmou que novos profissionais não deveriam “atuar como porta-vozes de autoridades”. A que se referia?
R. Preciso fazer uma grande ressalva aqui, porque quando uma frase começa a circular, às vezes deixa de traduzir exatamente o que se disse. Não quero parecer pedante e nem ser o dono de verdade. Tenho o maior encanto e admiração e respeito pelo jornalismo de opinião. O que critiquei lá é quando isso vai para a reportagem. Não acho legítimo. O repórter tem o dever de ser preciso. Pode ser até analítico, mas não emitir juízo. Na reportagem de rua, fico imbuído, inclusive, de melhor informar o meu colega de opinião. Se eu não fizer isso de modo preciso e correto, ele vai emitir um juízo errado sobre aquele universo que estou retratando. E não só ele, mas também o advogado, o sociólogo, o antropólogo e mais para frente o historiador... todo mundo, na esteira do seu erro, pode cometer outros erros. Por exemplo, essa matança que a polícia militar provoca no cotidiano das grandes cidades brasileiras – isso é muito mal reportado pela mídia no seu conjunto. Quem sabe, lá no futuro, o historiador não passe em branco por esse momento da história. Não vai poder dizer “olha, os negros pobres do estado mais rico da federação estão sendo eliminados com a frequência de três por dia, um a cada oito horas”. Se o repórter não fizer esse registro preciso e contundente, a cadeia toda pode falhar, a começar pelo jornalista de opinião.
"A matança que a polícia militar provoca no cotidiano das grandes cidades brasileiras é mal reportada pela mídia no seu conjunto. Quem sabe, lá no futuro, o historiador não passe em branco por esse momento da história"
P. Que balanço você faz de 10 anos do Profissão Repórter, lançando agora um livro sobre o programa?
R. Esse livro reúne contos que a gente selecionou. São o resultado de uma surpresa permanente. Eu não acreditava que o programa pudesse durar mais do que uma semana. E toda semana a gente partia para mais um ciclo. Foi durando... e já são 10 anos. Talvez pelo meu jeito de lidar com a vida. Sempre acho genuinamente que, no dia seguinte, não conseguirei contar aquela história com a dimensão que ela tem. Claro que estou exagerando um pouco. Mas não acho que o que fizemos para trás, esses 10 anos, nos habilite a dizer “vamos fazer um grande programa semana que vem”. Amanhã, tem que começar do zero de novo. Um pouco é essa deformação de achar que sou incapaz. Fora isso, é realmente ter a consciência de que tudo é muito complicado. Quando escreviAbusado, foram quase 600 páginas. Se fosse você, seriam outras 600 páginas. Não necessariamente eu estaria mentindo – ou você – para fazer um livro completamente diferente sobre o mesmo universo de uma favela de alta densidade demográfica. Por isso, não sei sobre amanhã. Não sei se vou conquistar a confiança de alguém com quem converse, se vou fazer a pergunta certa, que dê a dimensão de sua história.
P. Você teve outras profissões antes de ser jornalista. Por que escolheu ojornalismo?
R. Em parte, por acaso. Também porque eu era um apaixonado por histórias. Eu saía do meu bairro em Porto Alegre, um bairro muito pobre, com esgoto a céu aberto, sem água, porque tinha imensa curiosidade de saber como era a vida fora dali. Lembro que eu ia com meu vira-lata para descobrir coisas na rua. Voltava quase sempre chorando, emocionado, e escrevia a lápis, no papel, alguma coisa que tinha visto na rua. Havia uns doentes mentais, loucos de rua, que paravam para me ouvir. Só eles me davam alguma importância – e vice-versa. Aí eu, que sempre estudei nas piores escolas, escolas públicas, fui para a universidade. Meus amigos, todos de classe média e muito generosos comigo, disseram para eu estudar com eles para entrar em Engenharia, e fiz isso. Na faculdade, um dia apareceu um papelzinho no mural: “Procura-se quem faça um jornal”. Eu fui o único que se apresentou e comecei o jornal. Para minha sorte, um grupo hippie viu aquela placa e veio falar comigo: “A gente não tem dinheiro, mas quer fazer, você tem o dinheiro [da faculdade], mas está sozinho”. Aí passamos a fazer um jornal juntos, um jornal hippie, para a faculdade de Engenharia. O nome era Gota n’Água. Eles eram bons, os hippies.
P. Você tem 40 anos de profissão, ao longo dos quais trabalhou em diversos veículos. Sempre conseguiu manter sua liberdade?
R. Tenho a consciência de que a liberdade não nos pertence. A liberdade absoluta pertence ao dono do veículo onde estivermos trabalhando – no Brasil ou em qualquer lugar do mundo e de qualquer ideologia. Agora... eu luto fortemente, e felizmente não preciso lutar muito, pela minha independência. É diferente, concorda? Eu não tenho queixa nenhuma. Minha independência é hiper-respeitada. Talvez seja porque eu sou muito ativo. Não espero que o dono diga “você tem que fazer isso ou aquilo”. “Bom, se é assim, faça você”. Sempre digo isso para os meus parceiros. Se ficar passivo, você tem que obedecer a ordens. E sugiro que obedeça, se não vai ficar sem emprego. Não estou dizendo que faça um belíssimo trabalho, mas o fato é que não me envergonho de nenhum trabalho feito. Sempre dei o máximo que pude. Se ficar uma porcaria, a culpa é minha, por incompetência, por falta de talento... não da empresa onde eu trabalho.

Saúde: 75% DOS FRANGOS CONTAMINADOS POR SUBSTÂNCIA CANCERÍGENA


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Fonte: http://advogado.andremansur.com.br/


Se você ainda não entende a necessidade de consumir apenas alimentos orgânicos, então esta matéria pode esclarecer sobre o assunto.
Muitos vegetais que chegam à nossa mesa são pulverizados com pesticidas e outras substâncias tóxicas.
Além disso, animais de fazenda, que pensamos ter uma carne saudável, consomem antibióticos e outros produtos químicos.
O resultado disso é a contaminação do meio ambiente e, automaticamente, dos alimentos.
Para quem não sabe, o frango, que é uma das carnes mais baratas, tem um altíssimo índice de arsênico, um metal pesado muito tóxico ao ser humano.
Estamos falando de uma contaminação que atinge 75% dos frangos comuns.
E quem diz isso é a Food and Drug Administration (FDA), o órgão do governo dos Estados Unidos responsável pelo controle de alimentos e medicamentos.
Ou seja, o risco de consumirmos a carne de frango com arsênico é enorme.
O arsênico é adicionado propositalmente à ração dos frangos e, o mais grave, é que o FDA confirma que suas próprias pesquisas demonstram que o arsênico fica depositado na carne do frango.
Como consequência, acaba sendo ingerido por todos que consomem a carne de frango.
O arsênico é usado comumente como aditivo na ração de frangos para promover um rápido e não natural crescimento do bicho.
Ele contamina o solo, fontes e lençóis freáticos, quando o excremento desses animais é utilizado como fertilizante.
E no Brasil, será diferente?
Análise feita por pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos, estado de São Paulo, constatou que o quadro aqui não é muito diferente.
Os pesquisadores brasileiros concluíram: “A determinação do teor total de arsênico nos digeridos indicou a presença desse contaminante em alguns compartimentos, o que provavelmente pode ocasionar a liberação do elemento no ambiente ou na dieta humana, sendo uma potencial fonte de contaminação da cadeia alimentar. Pode-se também observar que os teores de arsênio variaram significativamente nas amostras de ração e que o contaminante foi encontrado principalmente nas amostras que intercalam o ciclo, como as rações de crescimento, postura e engorda e, eventualmente, pela utilização do estimulante nessa fase da produção”.
O resultado do consumo e acúmulo desse metal pesado no corpo é uma série de sintomas.
Quem tem contato com arsênico inorgânico por muito tempo pode acabar tendo:
  • Lesões na pele
  • Alteração de pigmentação
  • Neurotoxicidade
  • Diabetes
  • Doenças cardiovasculares
  • Câncer
E, em casos extremos, pode chegar até a morte.
Depois que o FDA admitiu que o frango comum é cheio de arsênico (orgânico e inorgânico), fabricantes de ração prometeram retirar a perigosa substância dos seus produtos.
Mas será que dá para confiar nessa promessa?
Por mais de 50 anos, usou-se livremente arsênico na dieta dos frangos para estimular o crescimento das aves.
E só recentemente o FDA admitiu.
Quantas pessoas não morreram de câncer ou outras doenças por causa disso?
Essa irresponsabilidade tem um nome: ganância.
Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui um especialista. Consulte sempre seu médico.
Fonte: Cura Pela Natureza

Missão Evangélica em Lajes/RN completa 64 Anos Anunciando o ide de JESUS!!



A nossa nave mãe está completando 64 Anos! 
E Você está convidado para comemorar com nosco, Vem!
Quando é Abertura? Amanhã. Jesus tem uma palavra para a tua vida.
Missão Evangélica P.B Lajes/RN

Sebrae abre seleção de expositores para Feira do Empreendedor no RN



O Sebrae no Rio Grande do Norte está com o edital aberto para seleção de empresas expositoras da oitava edição da Feira do Empreendedor no Rio Grande do Norte. Podem participar desde microfranquias, fabricantes de máquinas e equipamentos e até negócios inovadores na área digital. As pré-inscrições vão até o dia 14 de setembro e o resultado será divulgado no dia 17. As empresas selecionadas terão direito a um estande de nove metros quadrados que vai compor os salões do evento, que, neste ano, será realizado na ilha de Sant’Ana, em Caicó, no período de 9 a 12 de novembro. A expectativa é que a Feira do Empreendedor mobilize em torno de 8 mil visitantes oriundos de municípios da região Seridó.

Como a ideia do evento é oferecer informação, conhecimento e oportunidades para o empreendedor decidir sobre a abertura ou ampliação de um negócio sustentável, melhoria da qualidade, da produtividade e da competitividade do seu negócio, a seleção das empresas segue alguns requisitos que podem ser conferidos no edital, disponível no Portal do Sebrae (www.rn.sebrae.com.br), na seção ‘Licitações e editais'.

Podem se inscrever fabricantes ou revendedores de máquinas e equipamentos, organizados de forma a apresentar uma atividade econômica, ou a melhoria de um negócio já existente, permitindo assim ao futuro empreendedor ou empresário de compreender e avaliar a oportunidade exposta. Na área de inovação, podem se candidatar empresas que ofereçam soluções digitais que possibilitem a diversificação, ampliação, modernização ou melhoria de um negócio, através da oferta de novas tecnologias e serviços que contribuam para o desenvolvimento e competitividade da empresa.

Há oportunidade também para as empresas que atuam como microfranquias interessadas em expandir a base de franqueados no RN. Mas a marca precisa ter um tempo mínimo de dois anos de atuação no franchising, que possua unidade própria. De acordo com a gerente da Unidade de Acesso a Mercados do Sebrae-RN, Maíza Pessoa, a empresa não precisa ser associada da Associação Brasileira de Franchising (ABF), mas terão prioridade as franquias que não possuam unidades em Caicó e que requeiram um investimento total de até R$ 150 mil. Para este ramo, serão disponibilizados nove estandes.

As empresas serão selecionadas conforme as necessidades dos empreendedores da região. O Sebrae realizou uma pesquisa nos municípios seridoenses na qual foram elencadas as principais demandas de negócios. Essa será a base para escolhas dos expositores.

A Feira do Empreendedor 2016 vai ocupar uma área de 10 mil metros quadrados e visa capacitar 5,2 mil pessoas devido às 130 palestras que serão proferidas durante a programação. A estimativa é realizar 6 mil atendimentos. Estão programadas 50 caravanas com empresários de outras localidades que irão visitar a feira, que deve atrair pessoas interessadas em abrir um negócio, empresários que buscam diversificar, melhorar ou ampliar seu negócio, investidores em busca de novas oportunidades, jovens empreendedores e pequenos produtores rurais.

Fonte: ASSESSORIA DE IMPRENSA FEMURN


Dia 3 de Setembro em São José do mipibú! Dia do Evangélico



Eloy CIA Teatral continua de Vento em polpa Talentos Lajenses



Próximo a estrear, o filme "Lendas de Pedra" vai concluindo seu processo de filmagens, desta vez tivemos a participação de nosso ex-integrante Thomas Erick Salvador, que na trama vive o padre Vicentino. Somos gratos pela colaboração e apoio mutuo. 

O Diretor Fábio Fernandes busca em sua proposta cinematográfica, elementos do teatro de rua que dão aos personagens em suas ações cênicas, o tom de ironia e comicidade. "Aliar elementos do teatro pode fazer do filme um marco na produção áudio-visual contemporânea dentro da trajetória de nossa Cia teatral" - Afirma o diretor.


Cenas do processo criativo do filme "Lendas de Pedra".
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