A confirmação ocorre em meio à crise provocada por um plano da Fifa para vender uma participação de 20% nos direitos comerciais de competições da entidade, incluindo a Copa do Mundo, a investidores privados. A proposta foi abandonada após forte reação de diferentes confederações, entre elas a Uefa, a AFC e a Concacaf.
A Uefa passou a pressionar pela saída de Infantino e também adotou medidas legais relacionadas ao projeto. A entidade europeia solicitou documentos à Justiça dos Estados Unidos e prepara uma possível ação criminal na Suíça. A Fifa, por sua vez, acusa a Uefa de promover uma “campanha de difamação” contra o presidente e sua administração.
Apesar da pressão, Infantino mantém apoio de importantes setores do futebol internacional, especialmente das confederações africana e sul-americana. Até o momento, nenhum adversário anunciou oficialmente candidatura para disputar a presidência da Fifa contra o atual dirigente.
A eleição está prevista para março de 2027, durante o Congresso da Fifa. Se for reeleito, Infantino poderá permanecer no cargo até 2031.

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