Dilma estuda nomear Henrique Eduardo Alves para o Turismo



fonte: Novo Jornal 

A presidente Dilma Rousseff pretende fazer mudanças em alguns ministérios e isso pode resultar na nomeação de um potiguar para ocupar uma das pastas nesse segundo mandato. A informação foi dada pelo jornal Folha de São Paulo, hoje (6).   Segundo a reportagem, de Andéia Sadi, a presidente aguarda apenas a manifestação da Procuradoria-geral da República sobre políticos envolvidos no esquema de desvio de recursos da Petrobras. Ainda segundo a Folha, durante as tratativas para compor seu novo grupo de auxiliares, Dilma Rousseff teria avisado ao vice, Michel temer, que o presidente da Câmara Federal, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) seria ministro se não estiver envolvido na operação Lava Jato.   Tal informação teria sido confirmada à Folha por dois dois ministros e dois integrantes do PMDB que acompanharam as negociações. Segundo o jornal, a nomeação quase saiu ainda em dezembro, mas foi prejudicada pela citação do nome de Henrique Alves por Paulo Roberto da Costa, ex-diretor da Petrobras, como uma dos que estaria envolvido no esquema.    Se Alves não for citado na denúncia que deve ser apresentada até fevereiro, ele deverá ser o novo ministro do Turismo, pasta hoje ocupada por Vinicius Laje, indicado de Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente do Senado. Nessa hipótese, Henrique Eduardo Alves tomaria posse já em fevereiro, quando deixará a Câmara dos Deputados, para a qual não disputou a reeleição. Henrique Eduardo Alves foi candidato ao Governo, mas perdeu para Robinson Faria (PSD).   Mas nem tudo são flores nessa possível nomeação de Henrique Alves. Renan Calheiros já mandou avisar que não ficará nada satisfeito em perder a indicação feita para o Turismo. Ainda segundo a Folha, o político teria avisado que poderá dificultar a vida do Governo caso seja prejudicado. Oficialmente, o presidente do Senado nega as divergências e até emitiu nota com intenção de desmentir as informações.    Outro ministério que talvez tenha mudanças é o da Integração Nacional. Hoje ocupado por Gilberto Occhi, técnico do PP, o ministério pode acabar tendo como ministro o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), que já foi das Cidades no primeiro mandato, nomeação que também assegura apoio da legenda no Congresso. 


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