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1º lugar em audiência na cidade de LAJES-RN

terça-feira, 24 de março de 2026

Focus: Com guerra e petróleo, mercado eleva projeções para Selic e IPCA


 Focus: Com guerra e petróleo, mercado eleva projeções para Selic e IPCA

Nesta segunda-feira (23) o relatório Focus, divulgado pelo BC (Banco Central), mostrou alta na projeção para os índices de inflação e taxa básica de juros Selic em 2026.

Com a escalada dos conflitos no Oriente Médio, as preocupações do mercado aumentam, enquanto o preço do petróleo apresenta alta pela maior dificuldade no fornecimento da commodity.

De acordo com o documento divulgado, a expectativa do mercado é de que o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) encerre o ano em 4,17%, um aumento 0,07 p.p. (ponto percentual) em relação à última projeção (4,10%).

O centro da meta oficial para inflação deste ano é de 3%, com uma flexibilidade de 1,5 p.p. para cima ou para baixo.

Em relação a Selic, a estimativa teve um aumento de 25 ponto percentual em relação a projeção da última semana, ficando em 12,50%.

Na semana passada, o Copom (Comitê de Política Monetária) do BC realizou o primeiro corte da Selic neste ano, levando a taxa a um patamar de 14,75%.

Apesar do recuo, a instituição defendeu uma cautela para os próximos passos da calibração na alíquota, destacando a maior incerteza no acirramento dos conflitos entre os Estados Unidos e o Irã.

O relatório também manteve, nesta semana, a projeção para o câmbio em R$ 5,40 e aumentou a expectativa para o PIB (Produto Interno Bruto) para encerrar o ano em 1,84%.

Para 2027, as projeções do IPCA, Selic e PIB seguiram as da última semana e continuaram estimadas em 3,80%, 10,50% e 1,80%, respectivamente.

*Com informações da Reuters 

Defasagem do diesel no Brasil beira os R$ 3 e pressiona importadores


 Ilustração gerada por IA

O diesel brasileiro abriu a semana com um preço 74% mais barato que o comercializado no exterior, o equivalente a defasagem de R$ 2,68, segundo levantamento diário da Abicom (Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis) em parceria com a StoneX.

Ou seja, o valor vendido nos postos do Brasil está quase R$ 3 abaixo do praticado no mercado internacional.

No primeiro momento, a diferença é positiva ao consumidor, que pode se beneficiar de combustíveis mais baratos no mercado interno, uma vez que o repasse das refinarias às distribuidoras é menor que o do produto importado.

Contudo, a defasagem elevada em um período de incertezas é estrategicamente prejudicial para quem produz petróleo e refina combustível no Brasil - que essencialmente vai perder dinheiro - e para os importadores.

O cenário agrava riscos em relação ao suprimento da demanda nacional, que depende de combustíveis importados - produto mais comprado pelo país em 2025, segundo dados do Mdic (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços).

"A defasagem muito elevada aumenta substancialmente o risco de operações de importação, os negócios não são realizados. Não tendo importação realizada se potencializa o risco de desabastecimento", pontua Sergio Araujo, presidente-executivo da Abicom.

Para o mês de março, Araujo afirma que as compras realizadas garantem o abastecimento do país. Porém, ressalta que o momento ainda é de "insegurança de realização de importações".

Até o momento, o presidente da Abicom indica que, para abril, não há uma previsão "muito grande" de volume de importação.

Em meio ao cenário de guerra prolongada no Oriente Médio, cresce o temor de desabastecimento no mundo.

A região é a principal produtora de petróleo do globo e o Estreito de Ormuz - via banhada por águas iranianas e bloqueada pelo regime dos aiatolás - é por onde passa 20% do tráfego mundial ligado à comercialização da commodity.

[O menor volume de importações] têm haver com a guerra porque [o conflito] provocou aumento de preços no mundo inteiro, e aqui a Petrobras praticando preços artificialmente baixos inibe novas importações", explica Araujo.

A Petrobras abandonou a política de paridade de preços internacionais para evitar repassar ao consumidor o impacto de volatilidades externas. A estratégia tem sido questionada por ser prejudicial à competitividade do setor petrolífero brasileiro.

No curtíssimo prazo, a estatal não considera um novo aumento no preço do diesel, disseram à Reuters três fontes da empresa com conhecimento das discussões.

O executivo afirma que a Abicom vai seguir monitorando o cenário junto de seus associados.

CNN

segunda-feira, 23 de março de 2026

Europa entra em alerta após Irã lançar mísseis de longo alcance


 © DR

O lançamento de mísseis iranianos contra a base militar de Diego Garcia, no Oceano Índico, elevou o nível de alerta em países europeus e reacendeu preocupações sobre o alcance do arsenal de Teerã. A instalação, operada em conjunto por Estados Unidos e Reino Unido, fica a cerca de 4 mil quilômetros do território iraniano.

O ataque ocorreu na noite de sexta-feira (20), quando dois mísseis balísticos foram disparados em direção à base. Segundo autoridades, não houve danos: um dos projéteis falhou durante o trajeto e o outro foi interceptado pelo sistema de defesa americano.

A ação foi inicialmente divulgada pela imprensa dos Estados Unidos e posteriormente confirmada por fontes britânicas e pela agência iraniana Mehr. O veículo estatal classificou o episódio como um “passo significativo”, destacando que o alcance dos mísseis iranianos pode superar estimativas anteriores.

O episódio reforça avaliações de que o programa de mísseis do Irã, considerado um dos pilares estratégicos do regime, pode ter capacidades ainda pouco conhecidas. O país mantém um dos maiores arsenais do Oriente Médio, com armamentos capazes de atingir longas distâncias e, em alguns casos, com potencial para transportar ogivas nucleares.

A escolha do alvo também chamou atenção. Diego Garcia não costuma figurar no centro das tensões entre Irã, Estados Unidos e Israel, que se intensificaram nas últimas semanas. Por isso, a ofensiva foi vista como atípica, já que a base não tem o mesmo peso estratégico de instalações americanas em países do Golfo, como Catar e Arábia Saudita.

Especialistas apontam que, com um alcance de até 4 mil quilômetros, mísseis desse tipo poderiam atingir diversas capitais europeias, incluindo Atenas, Roma, Berlim, Paris e até Londres.

A reação internacional foi imediata. O Reino Unido classificou o ataque como uma atitude “imprudente”, embora autoridades britânicas afirmem que, até o momento, não há evidências concretas de que o Irã tenha capacidade operacional para atingir o território europeu.

Já Israel aproveitou o episódio para reforçar críticas ao programa militar iraniano. O governo de Benjamin Netanyahu voltou a afirmar que Teerã representa uma ameaça global e defendeu maior alinhamento internacional para conter o avanço das capacidades militares do país.

"Nesta segunda, o ICE irá aos aeroportos para ajudar nossos maravilhosos agentes da TSA que continuam trabalhando", afirmou o republicano em uma publicação no Truth Social neste domingo (22).

Folhapress 

Alarme dispara no STF e prédio é evacuado às pressas; suspeita é de vazamento de gás


 Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Uma suspeita de vazamento de gás no terceiro andar do STF obrigou servidores a deixarem o prédio às pressas na noite desta segunda-feira (23), segundo nota oficial da Corte. Conforme informações da coluna Manoela Alcântara, do Metrópoles, o alarme foi acionado na copa do 3º andar, onde funciona a Presidência do STF, orientando a saída imediata de todos os ocupantes do edifício.

Brigadistas percorreram cada sala para garantir a evacuação completa, de acordo com informações do próprio tribunal. Todos os anexos do Supremo também precisaram ser esvaziados.

Ainda não há confirmação sobre o motivo exato do acionamento do alarme, mas, segundo o STF, a suspeita inicial é de um possível vazamento de gás. A situação foi monitorada até que os servidores pudessem retornar com segurança.

O Tribunal informou que procedimentos de segurança seguem sendo avaliados e que novas informações serão divulgadas assim que forem apuradas.
BG

STF: 6 dos 10 ministros receberam verbas acima do teto desde 2019; Moraes lidera lista com mais de R$ 1 milhão


 Foto: Rosinei Coutinho/STF

Seis ministros do Supremo Tribunal Federal receberam valores acima do teto do funcionalismo (R$ 46,3 mil) mesmo já ocupando cargos na Corte — enquanto o próprio STF analisa medidas para restringir os chamados supersalários.

Desde 2019, os pagamentos extras somam cerca de R$ 2,8 milhões e têm, em sua maioria, origem em verbas retroativas de funções exercidas antes da chegada ao tribunal.

Ministros que receberam acima do teto:

1. Alexandre de Moraes — mais de R$ 1 milhão

Origem: valores pagos pelo Ministério Público de São Paulo, onde atuou como promotor (1991–2002).
Tipo de verba: retroativos, como férias e direitos acumulados não usufruídos.

2. Gilmar Mendes — mais de R$ 880 mil

Origem: pagamentos do Ministério Público Federal, carreira que integrou antes de chegar ao STF.
Tipo de verba: benefícios retroativos reconhecidos administrativamente.

3. Kassio Nunes Marques — mais de R$ 277 mil

Origem: Tribunal Regional Federal da 1ª Região, onde foi juiz.
Tipo de verba: valores retroativos recebidos no período de transição para o STF.

4. André Mendonça — cerca de R$ 175 mil

Origem: atuação na Advocacia-Geral da União.
Tipo de verba: honorários de sucumbência pagos retroativamente.

5. Flávio Dino — valores acima do teto

Origem: vínculo com o TRF-1, onde foi juiz federal, e também períodos anteriores na vida pública.
Tipo de verba: retroativos por direitos acumulados (férias e folgas). Em um mês, recebeu R$ 55 mil líquidos.

6. Luiz Fux — valores acima do teto não detalhados

Origem: carreiras anteriores no Judiciário e Ministério Público.
Tipo de verba: penduricalhos e pagamentos retroativos (sem detalhamento público dos valores).

Os chamados “penduricalhos” são, em geral, verbas criadas ou reconhecidas posteriormente e pagas com efeito retroativo, o que eleva temporariamente os salários acima do teto constitucional.

Apesar disso, o STF vem tomando decisões para restringir esses pagamentos. Liminares de Flávio Dino e Gilmar Mendes já barraram supersalários e novas regras que ampliem esses benefícios.

Ministros como Edson FachinCármen LúciaDias Toffoli e Cristiano Zanin não tiveram pagamentos extras identificados no período. O tema deve ser julgado pelo plenário do STF nos próximos dias.

Com informações de Folha de S. Paulo

Missão Artemis II: Nasa posiciona gigantesco foguete na plataforma

 


Imagem: Reprodução

O foguete Artemis II SLS (Space Launch System) da Nasa e a espaçonave Orion chegaram à plataforma de lançamento 39B, na manhã desta sexta-feira (20), após uma viagem de 11 horas desde o Edifício de Montagem de Veículos no Centro Espacial Kennedy da agência, na Flórida

O transportador sobre esteiras 2 da Nasa iniciou sua jornada de 6,4 quilômetros com o SLS e a espaçonave Orion integrados, acoplados à plataforma de lançamento móvel, às 00h20 (horário do leste dos EUA). 

Movendo-se a uma velocidade máxima de apenas 1,3 km/h, o transportador carregou o foguete lunar de 98 metros  de altura e a espaçonave de forma lenta e constante em direção à plataforma de lançamento. 

No momento, equipes da Nasa se preparam para a reta final dos preparativos para o lançamento, previsto para quarta-feira, 1º de abril.

A  janela de lançamento do início de abril inclui oportunidades até o dia 6 de abril. 

O comandante da Artemis II, Reid Wiseman, o piloto Victor Glover e a especialista de missão Christina Koch, da Nasa, juntamente com o especialista de missão Jeremy Hansen, da CSA (Agência Espacial Canadense), embarcarão em uma jornada de 10 dias ao redor da Lua e de volta.  

Janela de lançamento

Embora a agência espacial tenha afirmado que fará todos os esforços para cumprir a data prevista de 1º de abril, seus representantes observaram que atrasos ainda podem ocorrer. Há seis janelas de lançamento adicionais no próximo mês: 2, 3, 4, 5, 6 e 30 de abril.

Inicialmente, a agência norte-americana iniciaria a janela de lançamento do foguete a partir do dia 6 de fevereiro. No entanto, a Nasa precisou mudar o cronograma pelas condições do clima frio em razão dos ventos que passam pela Flórida, região sudeste dos Estados Unidos. Além disso, houve um vazamento de hidrogênio líquido no foguete Space Launch System (SLS), que será utilizado na missão.

A missão usará o foguete SLS para levar a nave Orion com quatro astronautas a bordo para um voo de cerca de 10 dias ao redor da Lua.


CNN

🚨 “O PALITO INCOMODOU”: PRESENÇA DE ROBINSON FARIA EM ATO PRÓ-FELIPE MENEZES IRRITA RÁDIO E EXPÕE TENSÃO POLÍTICA


Foto: Reprodução

O que era para ser comunicação virou ataque. O que era para informar virou palanque. E o que tentaram vender como “caos” foi desmentido pela própria população.

Durante transmissão em uma rádio (comunitária), um locutor partiu para ofensas, distorções e chegou ao absurdo de insinuar que a manifestação popular em Lajes parecia “ENDEMONIADA”. Uma fala grave, desrespeitosa e completamente desconectada da realidade.

A reação veio após a presença do deputado Robinson Faria em uma passeata ao lado do prefeito Felipe Menezes, celebrando a vitória no Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte.

Mas o que se viu nas ruas foi exatamente o contrário do que o locutor tentou pintar.

A população foi às ruas em peso.
Com alegria.
Com entusiasmo.
Com sentimento de vitória.

Não havia ódio.
Não havia descontrole.
E, definitivamente, não havia nada de “endemoniado”.

O que existia era povo comemorando. Gente simples, famílias, jovens, trabalhadores, todos celebrando um momento político importante. A fala do locutor não apenas distorce os fatos, ela ofende diretamente cada cidadão que esteve presente.

E não parou por aí.

O discurso seguiu com ataques pessoais, chamando o prefeito de “palito”, “abandonado” e insinuando comportamentos “doentios”, além de tentar impor a narrativa de que o deputado Benes Leocádio seria o único responsável por tudo que já foi feito na cidade.

Uma tentativa clara de manipular a opinião pública.

Mas falhou.

Porque a resposta não veio só no discurso. Veio na prática.

Veio nas ruas lotadas.
Veio na decisão da Justiça.
Veio na força popular.

A narrativa de que não há apoio, de que não há trabalho, de que há rejeição, foi desmontada ali, ao vivo, diante de todos.

A população de Lajes mostrou que está atenta. Que não aceita ser enganada. Que não aceita ter sua imagem atacada por quem usa um microfone público para espalhar desinformação.

Chamar uma manifestação democrática de “endemoniada” não é opinião. É desrespeito.

E usar uma rádio comunitária para isso é ainda mais grave.

A verdade é simples e foi vista por todos

O povo comemorou
O povo participou
O povo respondeu

E respondeu com democracia

Porque quando tentam distorcer a realidade, a própria população se encarrega de mostrar o que é verdade.

Prefeitura de Lajes Realiza ações do Março Lilás com foco na saúde da mulher

 


Foto: Reprodução

As Unidades Básicas de Saúde (UBS) promoveram uma importante mobilização em alusão ao Março Lilás, mês dedicado à conscientização e prevenção do câncer do colo do útero.

A ação foi voltada ao cuidado integral da saúde da mulher, com a oferta de diversos serviços essenciais. Entre eles, orientações preventivas, realização de exames citopatológicos (Papanicolau), testes rápidos e vacinação contra o HPV para jovens de 9 a 19 anos.

O objetivo da iniciativa é reforçar a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e do acompanhamento regular, fundamentais para reduzir os índices da doença e garantir mais qualidade de vida à população feminina.

A mobilização também destacou o papel das UBS como porta de entrada para o cuidado contínuo com a saúde, ampliando o acesso a serviços básicos e fortalecendo a atenção primária no município.

A Prefeitura segue intensificando ações e campanhas ao longo do mês, reafirmando o compromisso com a saúde pública e com o bem-estar da população. 


À espera do STF sobre prorrogação, CPMI entra em reta final de trabalhos


 Foto: Andressa Anholete/Agência Senado

Com prorrogação incerta, a CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) tem prevista para esta semana a reta final dos trabalhos.

Se o prazo de funcionamento do colegiado não for estendido, a previsão do presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), é iniciar a análise do relatório final na quarta-feira (25) e votar o parecer na quinta-feira (26).

Instalada em agosto, a comissão tem prazo final de funcionamento até domingo (28). A cúpula da CPMI apresentou no STF (Supremo Tribunal Federal) um mandado de segurança para prorrogar as atividades por até 120 dias.

O pedido aguarda análise do ministro André Mendonça, do STF, relator das ações relacionadas às fraudes do INSS. A Corte foi acionada após um requerimento de prorrogação não ter andamento no Congresso, mesmo com apoio de 175 deputados e 29 senadores – número maior do que o necessário.

Para integrantes da CPMI, em especial da oposição, faltou vontade política do presidente do Senado e do Congresso, senador Davi Alcolumbre (União-AP). Caberia a ele a leitura do pedido para dar aval à prorrogação. Na última quarta-feira (18), Alcolumbre disse que ainda não há data para a convocação da próxima sessão do Congresso.

Na solicitação feita ao STF, a cúpula da CPMI argumenta que houve “omissão deliberada” da Mesa Diretora e do presidente do Congresso. Na visão da cúpula da comissão, o pedido de mais prazo atende aos “requisitos constitucionais e regimentais necessários”.

“Não havendo prorrogação, o relatório será lido na próxima quarta-feira, deixado aos Parlamentares para avaliação e, na quinta-feira, nós votaremos o relatório já definitivo”, disse Carlos Viana na última reunião do colegiado.

Como a CNN mostrou, o relatório final do deputado Alfredo Gaspar (União-AL) pode pedir o indiciamento de cerca de 200 pessoas. O relator, no entanto, ainda avalia a incluir ou não nomes ligados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), como o Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do petista.

Apesar de não ser formalmente investigado, o filho do chefe do Executivo foi citado nas apurações com possíveis ligações com Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, preso sob suspeita de liderar um esquema de desvios em aposentados.

Antes da possível análise do relatório de Gaspar, a CPMI tem ainda dois depoimentos previstos na segunda-feira (23). O colegiado marcou as oitivas de Rodrigo Ortiz D'Avila Assumpção, presidente da Dataprev (Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência) e de Martha Graeff, ex-noiva de Daniel Vorcaro, dono do antigo Banco Master.

Mesmo ainda sem perspectiva concreta de prorrogação, a CPMI aprovou na última reunião, na quinta-feira (19), novos requerimentos para depoimentos para ouvir o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e o ex-chefe da autoridade monetária Roberto Campos Neto.

A intenção é ouvir esclarecimentos sobre o caso do Banco Master. As oitivas deverão ser marcadas se as atividades da comissão tiverem decisão favorável para a continuidade.

CNN

Interior do RN registra maiores acumulados de chuva nas últimas 24 horas e ultrapassa 48 mm


 Foto: Divulgação

O boletim pluviométrico divulgado pela Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn) neste domingo (22) aponta que o maior volume de chuvas registrado no estado nas últimas 24 horas foi de 48,8 mm. O número corresponde ao município de São João do Sabugi, na região Central. Os dados consideram o período entre 7h de sábado (21) e 7h deste domingo.

Na mesma região, outros municípios também apresentaram volumes expressivos, como Afonso Bezerra, com 32,8 mm, e Florânia, com 13 mm. Já em localidades como Santana do Matos e Acari, os acumulados foram mais baixos, de 2,6 mm e 2,2 mm, respectivamente. Cidades como Parelhas, Jardim do Seridó e Serra Negra do Norte não registraram chuvas.

Na região Oeste, o destaque ficou para Mossoró, que acumulou 32,2 mm. Também foram registradas preciptações em Ipanguaçu (20 mm) e São Rafael (7,2 mm). No entanto, a maior parte dos municípios da região, como Baraúna, Felipe Guerra e Olho d’Água do Borges, não apresentou chuvas nas últimas 24 horas, segundo o levantamento.

Nas regiões Leste e Agreste, os registros foram praticamente inexistentes, com destaque apenas para Natal, que teve precipitação de 0,1 mm. Municípios como Parnamirim, Macaíba, São Gonçalo do Amarante, João Câmara e Bom Jesus não registraram chuvas no período analisado.

Tribuna do Norte

Receita Federal abre prazo nesta segunda-feira (23) para declaração do Imposto de Renda 2026


 Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Receita Federal abre nesta segunda-feira (23) o prazo para entrega da declaração do Imposto de Renda 2026, referente aos rendimentos de 2025. O envio vai até 29 de maio, às 23h59, e a expectativa é de 44 milhões de declarações. Quem perder o prazo paga multa mínima de R$ 165,74, podendo chegar a 20% do imposto devido.

Devem declarar contribuintes que receberam rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584 em 2025, rendimentos isentos acima de R$ 200 mil, realizaram operações em bolsa acima de R$ 40 mil, tiveram receita rural superior a R$ 177.920 ou possuíam bens acima de R$ 800 mil. Também entram casos de ganhos de capital, rendimentos no exterior, apostas esportivas e novos residentes no país.

A declaração pode ser feita pelo programa no computador, pelo sistema online “Meu Imposto de Renda” ou pelo aplicativo. Quem tiver imposto a pagar pode parcelar em até oito vezes ou optar por débito automático.

As restituições serão pagas em quatro lotes: 29 de maio, 30 de junho, 31 de julho e 28 de agosto. Têm prioridade idosos, pessoas com deficiência ou doença grave, professores e quem usar a declaração pré-preenchida com Pix.

Entre as novidades, está o “cashback” para contribuintes de baixa renda: cerca de 4 milhões de pessoas receberão devolução automática em 15 de julho, com valor médio de R$ 125 e limite de R$ 1 mil.

A declaração pré-preenchida foi ampliada, com mais dados e alertas para evitar erros. Na área de saúde, o uso do sistema Receita Saúde deve reduzir inconsistências em despesas médicas.

Também passam a ser obrigatórias as informações sobre ganhos com apostas esportivas, e o contribuinte poderá informar nome social e, de forma opcional, raça e cor.

A nova isenção para quem ganha até R$ 5 mil mensais, prevista em lei de 2025, ainda não vale para esta declaração.

BG

domingo, 22 de março de 2026

Perseguição com nome e sobrenome é exposta após decisão do TRE-RN


 A mais recente decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte foi clara, direta e devastadora para quem apostava no “tapetão”: não houve crime, não houve abuso, não houve irregularidade. Resultado? A cassação caiu e caiu com força.

O prefeito Felipe Menezes segue no cargo com sua elegibilidade intacta, respaldado não apenas pela Justiça, mas principalmente pela vontade soberana do povo de Lajes.

E isso incomoda  e muito.

VOTO LIVRE, POVO NAS RUAS

Felipe foi eleito no voto livre, espontâneo, sem imposições. Um voto nascido da confiança popular, da identificação com uma liderança jovem, popular e presente.

E a resposta veio novamente nas ruas.

Na tarde e noite deste sábado, a população lajense foi às ruas em um verdadeiro ato de celebração e resistência. Foi o povo dizendo, sem rodeios: quem escolhe o prefeito é o povo, não articulação de bastidores.

 A VERDADE VEIO À TONA

Durante o processo, o que se viu foi uma tentativa clara de transformar ações comuns de gestão como perfuração de poços, corte de terra e entrega de kits escolares em supostos crimes eleitorais.

Um absurdo.

Mais grave ainda: áudios e declarações mostram que a própria tese da cassação foi construída de forma articulada, com interesses políticos explícitos. Ou seja, não era sobre justiça  era sobre tirar um adversário do caminho.

Mas esqueceram de um detalhe: é preciso provar.

E prova nenhuma apareceu.

O TRE-RN foi categórico ao afirmar que:

  • Não houve desvio nas contratações;
  • Não houve uso indevido da máquina pública;
  • Não houve finalidade eleitoral em programas sociais.

Traduzindo: tentaram criar um fato político onde não existia fato jurídico.

 A mais recente decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte foi clara, direta e devastadora para quem apostava no “tapetão”: não houve crime, não houve abuso, não houve irregularidade. Resultado? A cassação caiu  e caiu com força.

O prefeito Felipe Menezes segue no cargo com sua elegibilidade intacta, respaldado não apenas pela Justiça, mas principalmente pela vontade soberana do povo de Lajes.

E isso incomoda e muito.

🟢 VOTO LIVRE, POVO NAS RUAS

Felipe foi eleito no voto livre, espontâneo, sem imposições. Um voto nascido da confiança popular, da identificação com uma liderança jovem, popular e presente.

E a resposta veio novamente nas ruas.

Na tarde e noite deste sábado, a população lajense foi às ruas em um verdadeiro ato de celebração e resistência. Foi o povo dizendo, sem rodeios: quem escolhe o prefeito é o povo, não articulação de bastidores.

⚖️ A VERDADE VEIO À TONA

Durante o processo, o que se viu foi uma tentativa clara de transformar ações comuns de gestão  como perfuração de poços, corte de terra e entrega de kits escolares em supostos crimes eleitorais.

Um absurdo.

Mais grave ainda: áudios e declarações mostram que a própria tese da cassação foi construída de forma articulada, com interesses políticos explícitos. Ou seja, não era sobre justiça era sobre tirar um adversário do caminho.

Mas esqueceram de um detalhe: é preciso provar.

E prova nenhuma apareceu.

O TRE-RN foi categórico ao afirmar que:

  • Não houve desvio nas contratações;
  • Não houve uso indevido da máquina pública;
  • Não houve finalidade eleitoral em programas sociais.

Traduzindo: tentaram criar um fato político onde não existia fato jurídico.

🎯 PERSEGUIÇÃO COM NOME E SOBRENOME

Nos bastidores, o movimento tem um protagonista: o deputado Benes Leocádio.

O cenário em Lajes deixou de ser apenas político virou pessoal.

A estratégia foi clara: tentar tirar Felipe Menezes do jogo a qualquer custo. Não pelo voto, mas pela via judicial, pela pressão e até pelo uso de espaços que deveriam servir à população.

Inclusive, chama atenção o uso de meios de comunicação sob concessão pública  que deveriam informar com responsabilidade  mas que, na prática, vêm sendo utilizados como instrumentos de ataque político, distorcendo narrativas e alimentando perseguições.

 O EFEITO REVERSO

O que era para enfraquecer, fortaleceu.

Enquanto tentavam minar o prefeito, o grupo de Felipe cresceu. E cresceu nas bases mais importantes: no povo.

Jovens, adultos, trabalhadores — a cidade se movimenta em duas frentes claras de apoio. Um crescimento orgânico, visível, impossível de ignorar.

Do outro lado, o desgaste.

O deputado, que construiu sua trajetória com forte influência municipalista, enfrenta hoje ruídos até dentro da própria base, especialmente após episódios envolvendo a Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte.

Prefeitos insatisfeitos, alianças fragilizadas e um sinal de alerta aceso para 2026.

 A DERROTA FOI ACACHAPANTE

A tentativa de cassação não só fracassou — ela expôs uma estratégia política baseada em perseguição.

E pior: mostrou que, mesmo com estrutura, articulação e influência, não se sustenta uma narrativa sem prova.

A Justiça decidiu. O povo respondeu.

 LAJES DEU O RECADO

Lajes está atenta. Lajes reagiu. Lajes foi às ruas.

E deixou claro: liderança legítima não se derruba com manobra.

Contra os fatos, não há argumentos. Contra o povo, não há estratégia que resista.


Nos bastidores, o movimento tem um protagonista: o deputado Benes Leocádio.

O cenário em Lajes deixou de ser apenas político  virou pessoal.

A estratégia foi clara: tentar tirar Felipe Menezes do jogo a qualquer custo. Não pelo voto, mas pela via judicial, pela pressão e até pelo uso de espaços que deveriam servir à população.

Inclusive, chama atenção o uso de meios de comunicação sob concessão pública  que deveriam informar com responsabilidade  mas que, na prática, vêm sendo utilizados como instrumentos de ataque político, distorcendo narrativas e alimentando perseguições.

O EFEITO REVERSO

O que era para enfraquecer, fortaleceu.

Enquanto tentavam minar o prefeito, o grupo de Felipe cresceu. E cresceu nas bases mais importantes: no povo.

Jovens, adultos, trabalhadores  a cidade se movimenta em duas frentes claras de apoio. Um crescimento orgânico, visível, impossível de ignorar.

Do outro lado, o desgaste.

O deputado, que construiu sua trajetória com forte influência municipalista, enfrenta hoje ruídos até dentro da própria base, especialmente após episódios envolvendo a Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte.

Prefeitos insatisfeitos, alianças fragilizadas e um sinal de alerta aceso para 2026.

 A DERROTA FOI ACACHAPANTE

A tentativa de cassação não só fracassou  ela expôs uma estratégia política baseada em perseguição.

E pior: mostrou que, mesmo com estrutura, articulação e influência, não se sustenta uma narrativa sem prova.

A Justiça decidiu. O povo respondeu.

LAJES DEU O RECADO

Lajes está atenta. Lajes reagiu. Lajes foi às ruas.

E deixou claro: liderança legítima não se derruba com manobra.

Contra os fatos, não há argumentos. Contra o povo, não há estratégia que resista.

Lajes News