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1º lugar em audiência na cidade de LAJES-RN

domingo, 22 de março de 2026

Perseguição com nome e sobrenome é exposta após decisão do TRE-RN


 A mais recente decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte foi clara, direta e devastadora para quem apostava no “tapetão”: não houve crime, não houve abuso, não houve irregularidade. Resultado? A cassação caiu e caiu com força.

O prefeito Felipe Menezes segue no cargo com sua elegibilidade intacta, respaldado não apenas pela Justiça, mas principalmente pela vontade soberana do povo de Lajes.

E isso incomoda  e muito.

VOTO LIVRE, POVO NAS RUAS

Felipe foi eleito no voto livre, espontâneo, sem imposições. Um voto nascido da confiança popular, da identificação com uma liderança jovem, popular e presente.

E a resposta veio novamente nas ruas.

Na tarde e noite deste sábado, a população lajense foi às ruas em um verdadeiro ato de celebração e resistência. Foi o povo dizendo, sem rodeios: quem escolhe o prefeito é o povo, não articulação de bastidores.

 A VERDADE VEIO À TONA

Durante o processo, o que se viu foi uma tentativa clara de transformar ações comuns de gestão como perfuração de poços, corte de terra e entrega de kits escolares em supostos crimes eleitorais.

Um absurdo.

Mais grave ainda: áudios e declarações mostram que a própria tese da cassação foi construída de forma articulada, com interesses políticos explícitos. Ou seja, não era sobre justiça  era sobre tirar um adversário do caminho.

Mas esqueceram de um detalhe: é preciso provar.

E prova nenhuma apareceu.

O TRE-RN foi categórico ao afirmar que:

  • Não houve desvio nas contratações;
  • Não houve uso indevido da máquina pública;
  • Não houve finalidade eleitoral em programas sociais.

Traduzindo: tentaram criar um fato político onde não existia fato jurídico.

 A mais recente decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte foi clara, direta e devastadora para quem apostava no “tapetão”: não houve crime, não houve abuso, não houve irregularidade. Resultado? A cassação caiu  e caiu com força.

O prefeito Felipe Menezes segue no cargo com sua elegibilidade intacta, respaldado não apenas pela Justiça, mas principalmente pela vontade soberana do povo de Lajes.

E isso incomoda e muito.

🟢 VOTO LIVRE, POVO NAS RUAS

Felipe foi eleito no voto livre, espontâneo, sem imposições. Um voto nascido da confiança popular, da identificação com uma liderança jovem, popular e presente.

E a resposta veio novamente nas ruas.

Na tarde e noite deste sábado, a população lajense foi às ruas em um verdadeiro ato de celebração e resistência. Foi o povo dizendo, sem rodeios: quem escolhe o prefeito é o povo, não articulação de bastidores.

⚖️ A VERDADE VEIO À TONA

Durante o processo, o que se viu foi uma tentativa clara de transformar ações comuns de gestão  como perfuração de poços, corte de terra e entrega de kits escolares em supostos crimes eleitorais.

Um absurdo.

Mais grave ainda: áudios e declarações mostram que a própria tese da cassação foi construída de forma articulada, com interesses políticos explícitos. Ou seja, não era sobre justiça era sobre tirar um adversário do caminho.

Mas esqueceram de um detalhe: é preciso provar.

E prova nenhuma apareceu.

O TRE-RN foi categórico ao afirmar que:

  • Não houve desvio nas contratações;
  • Não houve uso indevido da máquina pública;
  • Não houve finalidade eleitoral em programas sociais.

Traduzindo: tentaram criar um fato político onde não existia fato jurídico.

🎯 PERSEGUIÇÃO COM NOME E SOBRENOME

Nos bastidores, o movimento tem um protagonista: o deputado Benes Leocádio.

O cenário em Lajes deixou de ser apenas político virou pessoal.

A estratégia foi clara: tentar tirar Felipe Menezes do jogo a qualquer custo. Não pelo voto, mas pela via judicial, pela pressão e até pelo uso de espaços que deveriam servir à população.

Inclusive, chama atenção o uso de meios de comunicação sob concessão pública  que deveriam informar com responsabilidade  mas que, na prática, vêm sendo utilizados como instrumentos de ataque político, distorcendo narrativas e alimentando perseguições.

 O EFEITO REVERSO

O que era para enfraquecer, fortaleceu.

Enquanto tentavam minar o prefeito, o grupo de Felipe cresceu. E cresceu nas bases mais importantes: no povo.

Jovens, adultos, trabalhadores — a cidade se movimenta em duas frentes claras de apoio. Um crescimento orgânico, visível, impossível de ignorar.

Do outro lado, o desgaste.

O deputado, que construiu sua trajetória com forte influência municipalista, enfrenta hoje ruídos até dentro da própria base, especialmente após episódios envolvendo a Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte.

Prefeitos insatisfeitos, alianças fragilizadas e um sinal de alerta aceso para 2026.

 A DERROTA FOI ACACHAPANTE

A tentativa de cassação não só fracassou — ela expôs uma estratégia política baseada em perseguição.

E pior: mostrou que, mesmo com estrutura, articulação e influência, não se sustenta uma narrativa sem prova.

A Justiça decidiu. O povo respondeu.

 LAJES DEU O RECADO

Lajes está atenta. Lajes reagiu. Lajes foi às ruas.

E deixou claro: liderança legítima não se derruba com manobra.

Contra os fatos, não há argumentos. Contra o povo, não há estratégia que resista.


Nos bastidores, o movimento tem um protagonista: o deputado Benes Leocádio.

O cenário em Lajes deixou de ser apenas político  virou pessoal.

A estratégia foi clara: tentar tirar Felipe Menezes do jogo a qualquer custo. Não pelo voto, mas pela via judicial, pela pressão e até pelo uso de espaços que deveriam servir à população.

Inclusive, chama atenção o uso de meios de comunicação sob concessão pública  que deveriam informar com responsabilidade  mas que, na prática, vêm sendo utilizados como instrumentos de ataque político, distorcendo narrativas e alimentando perseguições.

O EFEITO REVERSO

O que era para enfraquecer, fortaleceu.

Enquanto tentavam minar o prefeito, o grupo de Felipe cresceu. E cresceu nas bases mais importantes: no povo.

Jovens, adultos, trabalhadores  a cidade se movimenta em duas frentes claras de apoio. Um crescimento orgânico, visível, impossível de ignorar.

Do outro lado, o desgaste.

O deputado, que construiu sua trajetória com forte influência municipalista, enfrenta hoje ruídos até dentro da própria base, especialmente após episódios envolvendo a Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte.

Prefeitos insatisfeitos, alianças fragilizadas e um sinal de alerta aceso para 2026.

 A DERROTA FOI ACACHAPANTE

A tentativa de cassação não só fracassou  ela expôs uma estratégia política baseada em perseguição.

E pior: mostrou que, mesmo com estrutura, articulação e influência, não se sustenta uma narrativa sem prova.

A Justiça decidiu. O povo respondeu.

LAJES DEU O RECADO

Lajes está atenta. Lajes reagiu. Lajes foi às ruas.

E deixou claro: liderança legítima não se derruba com manobra.

Contra os fatos, não há argumentos. Contra o povo, não há estratégia que resista.

Lajes News

Irã está pronto para cooperar com a segurança marítima no Golfo


 Gallo Images via Getty Images

O Irã está pronto para cooperar com a OMI (Organização Marítima Internacional) para melhorar a segurança marítima e proteger os marinheiros no Golfo, disse o representante iraniano para a agência marítima da ONU, segundo a Mehr neste domingo (22).

Ali Mousavi afirmou que o Estreito de Ormuz permanece aberto a toda a navegação, exceto para embarcações ligadas aos "inimigos do Irã", acrescentando que a passagem pelo estreito é possível graças à coordenação de medidas de segurança com Teerã.

"A diplomacia continua sendo a prioridade do Irã. No entanto, a cessação completa da agressão, bem como a confiança mútua, são ainda mais importantes", disse Mousavi, acrescentando que os ataques israelenses e americanos contra o Irã estão na "raiz da situação atual no Estreito de Ormuz".

Neste sábado (21), o presidente dos Estados Unidos Donald Trump deu um prazo de 48 horas para o Irã abrir completamente o Estreito de Ormuz "sem ameaças" e apontou que, caso não ocorra, os americanos vão atacar e destruir as bases energéticas do país.

O que está acontecendo no Oriente Médio?

Os Estados Unidos e Israel estão em guerra com o Irã. O conflito teve início no dia 28 de fevereiro, quando um ataque coordenado entre os dois países matou o líder supremo do país, Ali Khamenei, em Teerã.

Diversas autoridades do alto escalão do regime iraniano também foram mortas. Além disso, os EUA alegam terem destruído dezenas de navios do país, assim como sistemas de defesa aérea, aviões e outros alvos militares.

Em retaliação, o regime dos aiatolás fez ataques contra diversos países da região, como Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia, Iraque e Omã. As autoridades iranianas dizem que têm como alvo apenas interesses dos Estados Unidos e Israel nessas nações.

Mais de 1.200 civis morreram no Irã desde o início da guerra, segundo a Agência de Notícias de Ativistas de Direitos Humanos, que tem sede nos EUA. A Casa Branca, por sua vez, registrou ao menos sete mortes de soldados americanos em relação direta aos ataques iranianos.

O conflito também se expandiu para o Líbano. O Hezbollah, um grupo armado apoiado pelo Irã, atacou o território israelense em retaliação à morte de Ali Khamenei. Com isso, Israel tem realizado ofensivas aéreas contra o que diz ser alvos do Hezbollah no país vizinho. Centenas de pessoas morreram no território libanês desde então.

Com a morte de grande parte de sua liderança, um conselho do Irã elegeu um novo líder supremo: Mojtaba Khamenei, filho de Ali Khamenei. Especialistas apontam que ele não fará mudanças estruturais e representa continuidade da repressão.

Donald Trump mostrou descontentamento com essa escolha, classificando como um "grande erro". Ele havia dito que precisaria estar envolvido no processo e pontuou que Mojtaba seria "inaceitável" para a liderança do Irã.

CNN

Federação alerta para falta de diesel no RS e fala em restrição de serviços


 Getty Images

Pelo menos 142 prefeituras gaúchas já enfrentam falta de diesel. O dado gera um alerta para o pleno funcionamento dos serviços essenciais dos municípios do Rio Grande do Sul, segundo comunicado da Famurs (Federação das Associações de Municípios do RS).

O número corresponde a quase 30% dos 497 municípios do estado. Até publicação do comunicado da Famurs, na sexta-feira (20), 315 prefeituras responderam a pesquisa.

Segundo a federação, prefeitos do RS estão precisando priorizar serviços na área da saúde, como o transporte de pacientes, enquanto obras e atividades que dependem de maquinário começam a ser suspensas em razão da escassez de combustível.

Para Adriane Perin de Oliveira, presidente da Famurs e prefeita da cidade de Nonoai, a situação tende a se agravar nos próximos dias, se não houver nenhuma medida para garantir o abastecimento de diesel.

"Vamos levar esses dados ao governador e reforçar a necessidade de buscarmos alternativas para garantir o pleno funcionamento dos serviços. Precisam de respostas efetivas, especialmente por parte do governo federal”, afirmou em nota.

CNN pediu ao governo do Rio Grande do Sul um posicionamento e aguarda retorno.

Por que o alerta?

disparada do preço do petróleo no exterior desde a eclosão da guerra no Oriente Médio pressiona o custo do diesel e gera preocupação quanto ao desabastecimento de combustíveis em todo o país.

Desde o início da guerra, o preço médio do diesel comum no Brasil cresceu 20,39%, segundo levantamento do CNN Money com base em dados da ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).

O governo federal vem anunciando algumas medidas para conter o impacto, mas agentes de mercado avaliam que a implementação precisa ser imediata e pode ser insuficiente diante do tamanho da crise no setor.

A primeira delas é a Medida Provisória nº 1.344/2026, publicada na quinta-feira (19), para conceder um crédito extraordinário de R$ 10 bilhões para o Ministério de Minas e Energia. A MP garante subvenção econômica à comercialização de óleo diesel por produtores e importadores de óleo diesel, segundo medida anunciada na semana passada.

A outra medida principal foi zerar os dois impostos federais que incidem sobre o diesel: o Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins).

A Fazenda também propôs que estados zerem o ICMS sobre a importação do diesel, com a União arcando com metade da perda de arrecadação. O objetivo, nesse caso, é impedir que haja desabastecimento pelo descasamento entre os preços do combustível no mercado doméstico e externo.

No entanto, como mostrou a CNN, a maior parte dos estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste devem recusar a proposta do governo.

Até sexta-feira (20), no entanto, apenas o governador do Piauí, Rafael Fonteles (PT), sinalizou positivamente sobre a possibilidade de zerar o ICMS sobre o combustível no estado.

CNN

CPI aponta que número ligado a Moraes recebeu mensagem de Vorcaro no dia da prisão


 Foto: Gabriela Biló/Folhapress

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS identificou que o número de telefone que recebeu mensagens do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, no dia de sua prisão, estaria vinculado ao Supremo Tribunal Federal (STF) e teria sido utilizado pelo ministro Alexandre de Moraes ao longo dos últimos anos.

De acordo com a apuração do colegiado, o contato foi feito em 17 de novembro de 2025, mesma data em que Vorcaro foi preso pela Polícia Federal. A identificação do número ocorreu por meio do Sittel, sistema que reúne registros telefônicos. O ministro, no entanto, nega ter recebido qualquer mensagem.

O presidente da CPMI, Carlos Viana, enviou um ofício ao STF solicitando que a Corte informe quem utilizou a linha nos últimos cinco anos. A tendência, porém, é que o Supremo recuse o pedido sob o argumento de proteção à privacidade de magistrados.

Relatos apontam que mensagens trocadas no dia da prisão indicariam uma possível interlocução, mas não há confirmação pericial. Especialistas destacam que só seria possível comprovar o envio e recebimento com análise direta dos aparelhos envolvidos — cenário considerado improvável no caso.

Com Vorcaro preso e em negociação de delação premiada, o episódio deve seguir gerando tensão entre Congresso e Judiciário, mas pode acabar restrito a versões conflitantes, sem comprovação técnica definitiva.

Com informações do Poder360

Famílias brasileiras comprometem quase 30% da renda com dívidas, maior patamar em 20 anos


 Imagem: reprodução

Dados do Banco Central do Brasil mostram que as famílias destinam 29% da renda para dívidas desde outubro, o maior nível em 20 anos — sendo 10,38% para juros e 18,81% para o principal.

A inadimplência chegou a 6,9% entre o fim do ano passado e janeiro, acima dos 5,6% de um ano antes e no maior patamar desde 2012. Entre os mais pobres, o índice atinge 7,5% para atrasos acima de 90 dias.

O problema é puxado por linhas de crédito mais caras: rotativo do cartão (63,5% de inadimplência), cheque especial (16,5%) e cartão parcelado (13%). O crédito rotativo cresceu 31,2% em um ano, o parcelado 18,3% e o cheque especial 13,8%, enquanto o crédito livre subiu 12,4%. As taxas mensais chegam a 14,81% no rotativo, 9,43% no parcelado e 7,52% no cheque especial. A Selic está em 14,75% ao ano.

Segundo a Federação Brasileira de Bancos, a inadimplência aumentou em todas as faixas de renda, com maior impacto em quem ganha até 3 salários mínimos.

Entre agosto de 2024 e julho de 2025, os gastos com crédito e juros pressionaram o consumo, refletindo no varejo. As vendas em shoppings cresceram apenas 1,2% em 2025, somando R$ 200,9 bilhões, abaixo da inflação.

A expectativa é de melhora a partir de agosto, com renegociação de dívidas e novas linhas como o consignado privado.

Mesmo com renda em alta, o peso das dívidas tem afetado a percepção econômica: pesquisa Datafolha mostra que 46% avaliam piora na economia (ante 41%), e 33% dizem que sua situação financeira piorou (ante 26%).

BG

GRANDE FESTA DA DEMOCRACIA EM LAJES,LAJENSES COMEMORAM VITÓRIA HISTÓRICA


A cidade viveu uma tarde histórica com a Carreata da Democracia, reunindo uma multidão nas ruas para celebrar a vitória da justiça e a força da vontade popular. 

A população lajense mostrou mais uma vez que é livre, participativa e protagonista, transformando o momento em uma verdadeira festa democrática, marcada por alegria, união e esperança. 

O evento também contou com a presença do vice-governador Walter Alves, fortalecendo ainda mais essa grande mobilização popular.

sexta-feira, 20 de março de 2026

AÇÃO MARÇO LILÁS


AÇÃO MARÇO LILÁS NAS UBS 

Galerinha da Prefs, neste sábado (21), das 8h às 12h, todas as nossas UBS da zona urbana estarão mobilizadas em uma ação especial do Março Lilás, reforçando a importância da prevenção e do cuidado com a saúde!

A programação começa com uma sala de espera e segue com atendimentos voltados ao cuidado e ao bem-estar da nossa gente. 💉

Cuide-se! A prevenção é sempre o melhor caminho. ✨️

#PrefeituraDeLajes #MarçoLilás #SaúdeDaMulher #Prevenção #LajesRN



 

ANP entra em sobreaviso e cobra Petrobras por aumento na oferta de combustíveis


 Foto: Reprodução

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) declarou sobreaviso no abastecimento nacional e determinou o aumento da oferta de combustíveis no país, diante da alta do petróleo no mercado internacional. A medida foi adotada após o agravamento das tensões no Oriente Médio e o risco de impacto no abastecimento interno.

Segundo documento obtido pela CNN Brasil, a diretoria da agência classificou o momento como um “cenário excepcional” observado desde o fim de fevereiro de 2026. A ANP determinou ações emergenciais para garantir o suprimento de diesel e gasolina em todo o país.

Entre as medidas, a agência obrigou agentes do setor a reforçarem a oferta e aumentarem a transparência das informações. Também houve flexibilização de regras para facilitar a distribuição, com o objetivo de ampliar a chegada dos combustíveis aos pontos de consumo até o fim de abril.

Um dos principais alvos da decisão foi a Petrobras. Segundo a ANP, a estatal foi notificada a recompor imediatamente a oferta após o cancelamento de leilões de combustíveis em março. A empresa foi procurada e, até a última atualização, não havia se manifestado.

De acordo com a agência, distribuidoras, importadores e produtores também foram alertados para evitar falhas no abastecimento, sob risco de punições em casos de recusa de fornecimento ou prática de preços considerados abusivos. O caso pode ser encaminhado ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que já apura possíveis distorções no mercado.

No cenário político, o governo federal intensificou a pressão para conter a alta dos combustíveis. O presidente Lula (PT) pediu, segundo declarações públicas, a colaboração de governadores na redução do ICMS, mas enfrentou resistência do Comsefaz, que considera a medida ineficaz. Diante disso, o governo avalia medidas judiciais para tentar reduzir os preços.

 BG

Irã afirma que países que tentarem reabrir Estreito de Ormuz serão 'cúmplices' na agressão dos EUA

 


Divulgação/Ministério das Relações Exteriores

ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, disse que os países que tentarem ajudar os Estados Unidos a reabrir o Estreito de Ormuz serão considerados “cúmplices” na agressão militar. A afirmação foi feita em conversa com o chanceler japonês, Toshimitsu Motegi, na quinta-feira (19).

“Araghchi se referiu às ações malignas dos Estados Unidos para arrastar outros para a guerra sob o pretexto de ajudar a reabrir o Estreito de Ormuz, afirmando que qualquer participação na agressão militar do regime sionista dos Estados Unidos será considerada cumplicidade na agressão e nos crimes hediondos cometidos pelos agressores”, informou o Ministério das Relações Exteriores do Irã.

A pasta acrescentou que o ministro reforçou que a situação atual no Estreito de Ormuz é resultado da guerra imposta pelos Estados Unidos e Israel. Para ele, o governo de Donald Trump deveria ser responsabilizado “não apenas por começar a guerra, mas pelas consequências econômicas da insegurança na região”.

Rota marítima de cerca de 20% do petróleo mundial, o Estreito de Ormuz está praticamente fechado desde o fim de fevereiro, quando os Estados Unidos e Israel iniciaram uma operação coordenada contra o Irã. Os ataques iranianos contra embarcações estrangeiras preocupam o mercado, que teme possíveis interrupções prolongadas no fornecimento mundial de petróleo, pressionando a economia.

Em meio ao cenário, Trump pediu ajuda a países aliados para garantir a passagem de petroleiros no estreito, alertando que a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) enfrentará um futuro “muito ruim” se os países não cooperarem. O pedido também foi feito para China, Japão e Coreia do Sul.

Inicialmente, os países demonstraram relutância em se juntar ao “esforço coletivo” proposto pelo presidente norte-americano, temendo uma escalada do conflito. No entanto, na quinta-feira (19), após uma forte oscilação levar o barril do petróleo Brent a US$ 117, Reino Unido, França, Alemanha, Itália e Países Baixos disseram estar “prontos” para ajudar a liberar a passagem pela rota marítima. O mesmo foi afirmado pelo Japão.

“Manifestamos nossa disposição em contribuir com os esforços necessários para garantir a passagem segura pelo Estreito", disseram os países europeus. “Enfatizamos que tal interferência no transporte marítimo internacional e a interrupção das cadeias globais de suprimentos de energia constituem uma ameaça à paz e segurança internacionais. Nesse sentido, pedimos a suspensão imediata dos ataques”, acrescentaram.

O que está acontecendo no Oriente Médio?

O Irã foi alvo de um ataque coordenado entre Estados Unidos e Israel no 28 de fevereiro. O bombardeio, que deixou mais de 500 mortos, ocorreu em meio às negociações de Teerã com Washington sobre um novo acordo nuclear.

Restringir a capacidade nuclear do Irã tem sido uma das prioridades da política externa de Washington há décadas. Em 2015, o então presidente Barack Obama fez um acordo com o país, limitando as atividades nucleares e permitindo a inspeção das instalações para garantir que fossem usadas apenas para fins civis e não para a produção de armas. Em troca, o Irã recebia alívio nas sanções.

Tal acordo, no entanto, foi rasgado em 2018 por Donald Trump, que alegou que o acordo era benéfico demais para o Irã. Com isso, o país deixou de cumprir o acordo e elevou o grau de enriquecimento de urânio – que pode ser usado para fazer bombas nucleares. O governo de Joe Biden até tentou retomar o acordo, oferecendo novamente alívio nas sanções econômicas, mas não obteve sucesso.

Agora, em seu segundo mandato, Trump vinha pressionando o governo iraniano a limitar ou abandonar o programa nuclear, sob a justificativa de que o país estaria próximo de desenvolver uma bomba atômica. A acusação é rejeitada por Teerã, que afirma que o programa tem fins pacíficos, voltados sobretudo à produção de energia.

Dias antes do ataque, representantes iranianos e norte-americanos se encontram na Suíça para debater um novo acordo nuclear. Eles haviam classificado o encontro como positivo, dizendo que o próximo passo envolveria equipes especializadas de ambos os países em Viena, na sede da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA).

Na manhã de sábado, no entanto, Trump acusou o Irã de “voltar a perseguir suas ambições nucleares”, mesmo após os ataques de 2025, resultando em novos bombardeios, desta vez em parceria com Israel. Em retaliação aos ataques, Teerã lançou mísseis contra Israel e atacou bases militares norte-americanas no Oriente Médio. Um ataque direto aos Estados Unidos também foi prometido pelos iranianos.

O conflito se expandiu após o Hezbollah, aliado do Irã, lançar mísseis contra Israel, que respondeu atacando alvos em todo o Líbano, país onde o grupo é dominante. Além disso, drones iranianos atingiram bases militares europeias no Oriente Médio. A ação resultou em um comunicado conjunto entre França, Alemanha e Reino Unido, que sugeriram a possibilidade de entrar no conflito para "a defesa de seus interesses e de seus aliados".

As hostilidades entre Irã e Estados Unidos escalaram para o Estreito de Ormuz. Situada entre o Irã e Omã, a região é um ponto estratégico por ser a principal rota de saída para cerca de 20% do petróleo mundial. Por esse motivo, confrontos militares na região levantam sérias preocupações sobre a segurança energética e a estabilidade do mercado global de petróleo, o que pressiona a economia.
SBT NEWS