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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Seleção confirma Egito como último amistoso antes da Copa


  Foto: Rafael Ribeiro

A seleção brasileira já definiu qual será seu último compromisso antes do início da Copa do Mundo de 2026. O Brasil vai enfrentar o Egito em um amistoso marcado para o dia 6 de junho, no Huntington Bank Field, em Cleveland, nos Estados Unidos. O duelo servirá como etapa final da preparação da equipe nacional antes da estreia no Mundial, prevista para a semana seguinte, contra o Marrocos.

A escolha do adversário leva em conta o peso histórico e o nível competitivo da seleção egípcia, uma das mais tradicionais do continente africano. O país é o maior vencedor da Copa Africana de Nações, com sete títulos, e soma três participações em Copas do Mundo da Fifa. Foi, inclusive, o primeiro representante da África e do Oriente Médio a disputar o torneio, em 1934, na Itália.

Classificada para o Mundial de 2026, agendado para Estados Unidos, Canadá e México, a seleção egípcia estará no grupo G, ao lado de Bélgica, Irã e Nova Zelândia.

Antes da partida contra o Egito, a seleção brasileira tem dois compromissos em solo estadunidense em março, quando enfrentará a França, no dia 26, na região de Boston, e a Croácia, no dia 31, em Orlando. Os confrontos marcarão os dois últimos jogos do Brasil antes da convocação de Carlo Ancelotti para a Copa do Mundo de 2026, prevista para acontecer em meados de maio.

Os amistosos em questão fazem parte do projeto Road to 26, que organiza jogos do Brasil e da Colômbia contra seleções europeias nos Estados Unidos no próximo mês.

INFORMAÇÕES

Os torcedores interessados já podem realizar cadastro no site RoadTo26.com. A pré-venda de ingressos começa na quarta-feira, 24, enquanto a venda geral será aberta na próxima quinta, 26, a partir das 12 horas (horário de Brasília).

O jogo será realizado no Huntington Bank Field, estádio localizado em Cleveland e casa do Cleveland Browns, da NFL. Inaugurado em 1999, o local tem capacidade para mais de 67 mil espectadores e costuma receber grandes eventos esportivos internacionais.

Tribuna do Norte

OAB pede a Fachin que STF acabe com inquérito das Fake News


 Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom

O Conselho Federal da OAB encaminhou nesta segunda-feira, 23, um ofício ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, manifestando preocupação e solicitando o encerramento do inquérito das Fake News, aberto em março de 2019 sob a relatoria do ministro Alexandre de Moraes.

Prestes a completar sete anos, o “inquérito do fim do mundo” apura a divulgação de notícias fraudulentas, denúncias caluniosas, ameaças e ataques difamatórios e injuriosos contra o STF e seus integrantes. A investigação busca identificar esquemas de financiamento e divulgação em massa de mentiras nas redes sociais, “com o intuito de lesar ou expor a perigo de lesão a independência do Poder Judiciário e ao Estado de Direito”, como define o STF.

No ofício a Fachin, o Conselho da OAB afirma que a “inquietação da advocacia brasileira não decorre de desconhecimento do contexto histórico em que referido procedimento foi instaurado, mas precisamente da compreensão de que, superada a conjuntura mais aguda que lhe deu origem, impõe-se redobrada atenção aos parâmetros constitucionais que regem a persecução estatal”.

“A elasticidade excessiva do objeto investigativo, compromete a previsibilidade, fragiliza a segurança jurídica e projeta para a sociedade a percepção de um campo investigativo sem contornos suficientemente estáveis”, diz a carta de sete páginas.

Na última terça, 17, o “inquérito do fim do mundo” passou a abrigar mais uma frente de investigação, após operação da Polícia Federal atingir quatro servidores da Receita suspeitos de acessarem dados fiscais de ministros da Corte e de familiares

O Supremo admitiu que a apuração teve início como um desdobramento do inquérito das Fake News. O caso foi instaurado por iniciativa do ministro Alexandre de Moraes após reportagens apontarem relações de sua mulher, Viviane Barci de Moraes, e dos irmãos do ministro Dias Toffoli com investigados no caso do Banco Master.

Segundo a Ordem, a investigação sobre o acesso a informações sigilosas de autoridades “não se apresenta de forma imediatamente aderente ao núcleo originário que justificou a instauração do inquérito”.

“O ponto, para a Ordem, não é desconsiderar a gravidade de eventuais ilícitos supervenientes, mas reafirmar a exigência de que cada apuração observe base normativa adequada, objeto definido e correspondência estrita entre o fato investigado e o instrumento processual utilizado”, assinala o documento.

O órgão pediu ao ministro Edson Fachin “que sejam adotadas providências voltadas à conclusão dos chamados inquéritos de natureza perpétua”, especialmente aqueles que, “por sucessivos alargamentos de escopo e prolongamento temporal, deixam de ostentar delimitação material e temporal suficientemente precisa”. A entidade também pediu “que não haja a instauração de novos procedimentos com essa mesma conformação expansiva e indefinida”.

‘Tom intimidatório’

Assinado pelo presidente em exercício da Ordem, Felipe Sarmento Cordeiro, e pelos presidentes dos conselhos seccionais, o ofício afirma que “a defesa da democracia, nesse contexto, não se esgota na repressão a ataques institucionais”, mas se “completa com a observância estrita do devido processo legal, da ampla defesa, do contraditório e da liberdade de expressão”.

“Quando a persecução se prolonga indefinidamente ou se torna excessivamente abrangente em sua formulação, surgem efeitos que transcendem os investigados formais e atingem o ambiente institucional como um todo, com reflexos sobre autoridades, agentes públicos, profissionais da imprensa e cidadãos. A persistência desse quadro alimenta um tom intimidatório incompatível com o espírito democrático, republicano e institucional consagrado pela Constituição de 1988”.

Na avaliação da Ordem, “o momento nacional recomenda contenção, estabilidade e compromisso ativo com a pacificação institucional”, além de o Brasil não suportar mais “viver sob tensão permanente”.

“A naturalização do conflito entre instituições e atores públicos tem produzido desgaste progressivo da confiança social e da autoridade constitucional dos Poderes”, destaca o ofício.

‘Contexto excepcional’

Em dezembro, o Estadão apurou que o “inquérito do fim do mundo” deve continuar aberto por tempo indeterminado. Em caráter reservado, três ministros do tribunal confirmaram a informação.

Ministros próximos ao relator Alexandre de Moraes afirmam que a decisão de não encerrar o caso neste momento tem como objetivo manter um instrumento disponível para apurar e conter eventuais novos ataques à Corte.

Como Moraes é o relator do inquérito original, ele também conduz as apurações decorrentes dele. Foi assim que o ministro se tornou o relator dos processos sobre o 8 de janeiro de 2023 e a tentativa de golpe de Estado.

Hoje, Moraes concentra em seu gabinete parte significativa das investigações de maior impacto para o Judiciário e o cenário político.

Tribuna do Norte

Mais de 200 presos políticos em greve de fome na Venezuela por exclusões na anistia


 © Juan BARRETO

Mais de 200 presos políticos na Venezuela declararam greve de fome, incluindo um gendarme argentino acusado de "terrorismo", em protesto contra as exclusões contidas na recém-aprovada lei de anistia, informaram no domingo (22) familiares e os próprios detentos.

"Liberdade!", "que todos nós saiamos!", "Rodeo I em greve de fome", gritaram alguns presos políticos, segundo um correspondente da AFP. 

Eles responderam assim aos parentes, que sobem todas as noites até uma pequena montanha de onde é possível observar o pavilhão e gritam mensagens de incentivo.

A greve de fome começou na noite de sexta-feira na prisão de El Rodeo, nos arredores de Caracas, enquanto outros detentos recebiam liberdade e uma comissão do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) entrou neste domingo para examinar os reclusos. A comissão também conseguiu acesso a outras penitenciárias, como o temido Helicoide.

Nem todos os detidos aderiram ao protesto, que segue outra greve de fome realizada por familiares na semana passada diante de outra prisão, para pedir agilidade em um processo de libertações antes da aprovação da anistia.

O Parlamento aprovou a lei na quinta-feira passada. Trata-se de uma iniciativa da presidente interina Delcy Rodríguez, que assumiu o poder após a captura de Nicolás Maduro em uma operação americana em 3 de janeiro.

A lei exclui casos relacionados a temas militares, que são os mais frequentes em El Rodeo I.

- "Primeiro passo" -

A anistia não é automática, segundo a lei: os beneficiários devem comparecer ao tribunal responsável por seu processo e solicitar a aplicação do benefício, que abrange fatos específicos ocorridos ao longo de 27 anos de chavismo.

O presidente do Parlamento, Jorge Rodríguez, informou no sábado que 1.500 presos políticos na Venezuela solicitaram sua liberdade por meio da anistia. Ele também explicou que 11 mil pessoas em liberdade condicional terão liberdade plena graças à nova norma.

"É a primeira vez que nos deixam nos aproximar desse centro penitenciário", disse aos familiares Filippo Gatti, coordenador de Saúde do CICV para a Venezuela. "É um primeiro passo e eu acredito que estamos no caminho".

Os médicos desconheciam o chamado à greve, segundo a conversa com as famílias do lado de fora de El Rodeo.

Yalitza García disse à AFP que seu genro, o gendarme argentino Nahuel Agustín Gallo, aderiu ao protesto. Ela afirma que recebe informações sobre ele por meio de outros familiares e de algum dos agentes penitenciários.

Gallo foi detido em 8 de dezembro de 2024, acusado de terrorismo e conspiração.

O governo afirmou que uma comissão parlamentar estudará os casos excluídos pela anistia e não descarta indultos por parte do Executivo.

- "Saiu seu marido!" -

Um grupo de cinco pessoas foi recebido com aplausos ao sair da prisão. Levavam na mão seu documento de libertação.

"Decreto de arquivamento do processo por extinção da ação penal", lê-se na ordem de libertação de Wilfredo García, de 31 anos. Ele não tem clareza sobre o que aconteceu, apenas leu o documento e saiu.

"Fiquei detido um ano e meio (...) pude sair por causa da lei de Anistia", disse este homem acusado de "terrorismo", incitação ao ódio e dano a uma instalação elétrica.

"Olha, menina, saiu seu marido!", grita uma mulher ao celular em uma videochamada. "Amor, amor, acabei de sair... Não, não, calma", responde emocionado Robin Colina.

Ele disse que ouviu, enquanto sua saída era concretizada, que na segunda-feira 350 presos deixariam El Rodeo.

A ONG Foro Penal, dedicada à defesa de presos políticos, informou 23 libertações no domingo.

As autoridades não se pronunciaram sobre as libertações nem sobre a greve de fome. As informações são conhecidas por meio de familiares dos presos que não aderiram ao protesto e que conseguiram entrar na visita de fim de semana.

O Vente (Vamos, centro-direita), partido da vencedora do Prêmio Nobel da Paz María Corina Machado, informou a libertação de pelo menos sete de seus dirigentes. "Em breve nos abraçaremos em liberdade!", escreveu a líder opositora no X.

Além dos sete membros do Vente, foi libertado Pedro Guanipa, irmão do aliado de Machado e ex-deputado Juan Pablo Guanipa.

"Confiamos que esta nova etapa política que o país vive abra as celas de todos os presos políticos. Continuaremos lutando para alcançar um país onde a liberdade e a democracia sejam uma realidade", escreveu o dirigente no X.

afc-jt/gv/cjc/am

Jornalista Tárcio Araújo traz relatos inéditos de Geraldo Fernandes sobre a velha política lajense


 Por Tárcio Araújo

Aos 88 anos, o ex-vereador Geraldo Fernandes carrega na voz firme e na memória lúcida os capítulos mais intensos da história política lajense. Último remanescente da chamada “velha guarda”, ele revisita uma trajetória marcada por quatro mandatos na Câmara Municipal, exercidos entre as décadas de 1960 e 1970 um período em que fazer política era, acima de tudo, sustentar a palavra dada.

Em entrevista exclusiva ao jornalista Tárcio Araújo, Geraldo não apenas relembra fatos. Ele reconstrói cenários, revive debates acalorados e revela bastidores que ajudaram a moldar os rumos do município.

Rivalidades que marcaram época

Ao falar das históricas disputas entre Ramiro Pereira e Chico Cabral, seus olhos brilham com a intensidade de quem presenciou embates que dividiam famílias, mobilizavam multidões e transformavam campanhas em verdadeiros acontecimentos populares.

“Era uma disputa forte, mas havia respeito. A palavra tinha valor”, relembra.

Segundo ele, a política daquela época tinha diferenças profundas, mas também limites claros. Os confrontos eram públicos, os discursos inflamados, porém o compromisso assumido diante da população era tratado como questão de honra.

A eleição de 1982 e os bastidores do poder

Um dos momentos mais emblemáticos da entrevista é quando Geraldo aborda a polêmica eleição de 1982. Com franqueza, ele comenta os episódios que agitaram a cidade e deixaram marcas na memória política local.

Sem rodeios, ele fala sobre alianças inesperadas, estratégias de campanha e decisões que mudaram o rumo da disputa. “Foi uma eleição que ninguém esquece”, afirma.

Ex-prefeitos e o estilo de governar

Ao longo da conversa, Geraldo também relembra os ex-prefeitos que marcaram época em Lajes. Ele destaca estilos distintos de gestão, prioridades administrativas e a forma como cada líder imprimia sua marca no município.

Mais do que nomes, ele descreve contextos: tempos de escassez, desafios estruturais, crescimento urbano e transformações sociais. Um retrato fiel de uma cidade que evoluiu junto com sua política.

Política de ontem e de hoje

Para Geraldo Fernandes, a principal diferença entre ontem e hoje está no ritmo e na forma de fazer política.

“Antigamente, o compromisso era olho no olho. O que se dizia em praça pública precisava ser cumprido.”

Ele reconhece que os tempos mudaram, a comunicação se modernizou e as campanhas ganharam novas ferramentas. Mas faz questão de reforçar que princípios como respeito, diálogo e responsabilidade continuam sendo essenciais.

Um legado de experiência

A entrevista não é apenas um resgate histórico é um testemunho vivo de uma geração que ajudou a construir os alicerces políticos de Lajes.

Geraldo Fernandes representa a memória ativa de uma época em que divergências não anulavam o respeito e em que o debate público era marcado pela presença, pela palavra e pelo compromisso.

Quer assistir à entrevista completa?
Acesse o canal de Tárcio Araújo no YouTube e confira todos os detalhes dessa conversa histórica.
 Aproveite e inscreva-se no canal para acompanhar outras entrevistas, reportagens especiais e conteúdos exclusivos sobre a política e a história de Lajes.

Transporte Universitário: Mais Oportunidades para a Juventude de Lajes


 Nasce na juventude que sonha alto e acredita na força da educação como caminho de transformação. Jovens que antes enxergavam barreiras no caminho para a universidade, mas que hoje encontram oportunidade, apoio e incentivo para seguir firmes em seus projetos de vida.

O Lajense Universitário representa exatamente isso: a chance concreta de transformar sonho em conquista, dificuldade em superação e vontade em realização.

Hoje, essa história começa a ser diferente em Lajes.

Porque quando há vontade política de verdade, as políticas públicas saem do discurso e se tornam ação. O que antes era um obstáculo para os estudantes lajenses, hoje é prioridade. O que antes parecia distante, agora é compromisso assumido e cumprido.

Lajes tem o Lajense Universitário

Fortalecer o Lajense Universitário não é apenas uma iniciativa administrativa  é uma decisão política clara: colocar a educação no centro do desenvolvimento da cidade.

Garantir o transporte universitário é garantir acesso.
É garantir permanência.
É garantir igualdade de oportunidades.

Significa dizer, na prática, que nenhum jovem ficará para trás por falta de apoio.

O que antes era incerteza, hoje é segurança.
O que antes era dificuldade, hoje é política pública efetiva.

Porque quando existe vontade de fazer, as mudanças acontecem.

Educação que transforma realidades

Cada estudante que ingressa na universidade carrega mais do que um sonho pessoal  carrega o futuro coletivo de Lajes. E quando esse jovem conquista um diploma, toda a cidade cresce junto.

O Lajense Universitário representa:

📌 Mais acesso ao ensino superior
📌 Mais qualificação profissional
📌 Mais oportunidades de emprego e renda
📌 Mais inovação para o município
📌 Mais desenvolvimento para Lajes

Investir no transporte universitário é investir em trajetórias reais. É fortalecer o comércio, o serviço público, o empreendedorismo, a agricultura e todos os setores que dependem de conhecimento e preparo.

De promessa a prioridade

Houve um tempo em que o acesso à universidade parecia distante para muitos estudantes lajenses. Hoje, a realidade é outra: educação é prioridade.

Isso é resultado de decisão.
De compromisso.
De vontade política aliada à vontade de fazer acontecer.

Um compromisso com o amanhã

Cuidar dos sonhos da juventude é cuidar do futuro da cidade. E o futuro de Lajes é construído com estudo, oportunidade e ação concreta.

Lajes tem juventude.
Lajes tem talento.
Lajes tem o Lajense Universitário.

E quando existe vontade política verdadeira, as políticas públicas deixam de ser promessa e se tornam transformação.

Mendonça convoca PF ao STF para discutir investigação do caso Banco Master


Foto: Gustavo Moreno/STF

 O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), terá uma reunião nesta segunda-feira 23 com delegados da Polícia Federal (PF) para tratar da investigação que apura fraudes bilionárias envolvendo o Banco Master e o banqueiro Daniel Vorcaro.

O encontro foi solicitado pelo próprio ministro, que assumiu recentemente a relatoria do caso após a saída de Dias Toffoli. A reunião está prevista para o período da tarde, na sede do STF.

Devem participar integrantes da Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado e à Corrupção (DICOR), responsável pelo inquérito na PF.

De acordo com fontes ouvidas pela CNN Brasil, a conversa deve abordar as informações já encaminhadas ao Supremo sobre o andamento das investigações e discutir os próximos desdobramentos, incluindo eventuais quebras de sigilo.

A PF também deve reforçar a equipe de peritos que atua no caso. A intenção é acelerar a análise do material apreendido na operação Compliance Zero, especialmente a extração de dados de celulares ligados aos investigados — há pelo menos 100 aparelhos sob perícia.

Na última quinta-feira (19), Mendonça determinou a devolução do material apreendido à PF e autorizou que a corporação realize a extração, análise e indexação dos conteúdos dos dispositivos eletrônicos.

Com a decisão, os equipamentos deverão ser distribuídos a peritos do Instituto Nacional de Criminalística (INC), em Brasília, para dar celeridade às apurações.
Agora RN 

Relator da PEC 6×1 será indicado no início desta semana, diz Hugo Motta


 Foto: Marina Ramos/Câmara dos Deputados

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou neste domingo (22) que o relator da PEC que acaba com a escala 6×1 na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa será indicado no início desta semana. A declaração consta em vídeo publicado no Instagram de Motta. Segundo o parlamentar, a decisão foi acordada em reunião com o presidente da comissão, o deputado Leur Lomanto Júnio (União-BA).

“O relator da proposta na comissão já será indicado no início desta semana. Combinamos também que a tramitação sobre a admissibilidade se dará até o final do mês de março. O debate será ampliado na comissão especial que será criada após a tramitação na Comissão de Constituição e Justiça”, afirmou.

No vídeo, Motta afirma que a discussão é legítima, mas pondera que ela precisa ser feita com responsabilidade. “Além de ouvir os trabalhadores, os representantes sindicais, nós queremos ouvir também quem emprega, os empresários, para que tudo isso seja conduzido sem radicalismo, sem imposição e sem improviso, com compromisso com o nosso país”, disse.

Estadão Conteudo

domingo, 22 de fevereiro de 2026

Governo lança licitação para recuperar Canal do Pataxó com investimento de R$ 9,8 milhões


 Canal do Pataxó - Foto: Igarn/Reprodução

O Governo do Rio Grande do Norte publicou nesta sexta-feira (20) o aviso de licitação para a recuperação do Canal do Pataxó, estrutura hídrica com nove quilômetros de extensão localizada entre os municípios de Itajá e Ipanguaçu, no Vale do Açu. O investimento previsto é de R$ 9,8 milhões, com recursos do orçamento geral do Estado.

Inaugurado em 1996, o canal passará pela primeira grande intervenção estrutural desde sua construção. A obra prevê manutenção e reparos ao longo da estrutura, incluindo correção de vazamentos. A licitação será feita por meio de concorrência eletrônica, com sessão pública marcada para o dia 9 de março, no portal de compras do governo federal.

A governadora Fátima Bezerra afirmou que a recuperação do canal é uma demanda antiga e destacou a importância da obra para a segurança hídrica da região. “Uma obra fundamental para garantir a segurança hídrica da região do Vale do Açu, que se soma a outros grandes investimentos em infraestrutura hídrica que o Governo está fazendo para levar água de qualidade a todo o Rio Grande do Norte”, declarou.

O canal recebe águas da Barragem Armando Ribeiro Gonçalves e é responsável por perenizar o Rio Pataxó, além de abastecer a Adutora Sertão Central Cabugi, beneficiando municípios da região.

Segundo o secretário estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Paulo Varella, a execução será feita por etapas para evitar interrupção no abastecimento. “Essa será a primeira recuperação do Canal do Pataxó, que ficará praticamente novo, e a intervenção vai corrigir vazamentos”, destacou. O prazo estimado para conclusão da obra é de 12 meses.

O diretor-presidente do Igarn, José Procópio de Lucena, ressaltou que o canal tem papel estratégico para além do consumo humano. “Apesar dos problemas, como rompimentos e paredes danificadas, o canal nunca parou. É importante destacar que as águas do canal que beneficiam a população da região são utilizadas para irrigação, piscicultura, carcinicultura e abastecimento humano”, afirmou.

Investimentos hídricos

De acordo com o governo estadual, entre 2019 e 2025 foram investidos R$ 1,3 bilhão em infraestrutura hídrica. Entre as principais obras do período está a Barragem de Oiticica, inaugurada em março de 2025, com capacidade para armazenar 742,6 milhões de metros cúbicos de água.

Também está em andamento o Sistema Adutor do Agreste, que deve beneficiar cerca de 500 mil moradores em 38 municípios. O governo informou ainda que mais de 600 poços foram perfurados no estado, sendo 250 apenas em 2025.

Além disso, o programa Açude Mais Seguro atua na recuperação de reservatórios hídricos, com obras concluídas em 14 das 28 unidades selecionadas no Rio Grande do Norte.

Tribuna do Norte

Trump avalia ataque maior ao Irã, caso ação limitada ou diplomacia falhem


  imagens: REUTERS

O presidente Donald Trump disse a assessores que, caso a diplomacia ou qualquer ataque inicial direcionado dos Estados Unidos não leve o Irã a ceder às suas exigências de abandonar seu programa nuclear, ele considerará um ataque maior nos próximos meses, com o objetivo de tirar do poder os líderes do país, segundo pessoas informadas sobre as deliberações internas do governo ouvidas pelo New York Times.

Novas rodadas de negociações entre representantes iranianos e americanos devem acontecer na próxima quinta-feira (26) em Genebra, na tentativa de evitar o confronto militar entre os dois países. No entanto, Trump segue avaliando opções, caso a diplomacia ou as negociações não sejam bem-sucedidas.

De acordo com fontes ligadas ao governo americano, o Republicano ainda não teria tomado a decisão final sobre um ataque ao Irã, mas estaria inclinado a realizar um "ataque limitado" nos próximos dias, com o objetivo de pressionar os líderes iranianos a abrir mão da capacidade de enriquecimento de urânio e, consequentemente, da capacidade de produzir uma arma nuclear.

A apuração do New York Times aponta que os alvos considerados para esses ataques vão desde a sede da Guarda Revolucionária do Irã até instalações nucleares do país e o programa de mísseis balísticos.

Trump teria dito a assessores que não descartaria a possibilidade de um ataque militar ainda neste ano com o propósito de derrubar o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei.

Nos bastidores, uma nova proposta está sendo avaliada por ambos os lados e poderia evitar um conflito militar. O texto incluiria um programa de enriquecimento nuclear limitado ao Irã, que poderia fazê-lo apenas para fins de pesquisa e tratamentos médicos.

No domingo (22), o Irã sinalizou que estaria disposto a fazer concessões em seu programa nuclear em troca da suspensão das sanções impostas ao país. Segundo a agência Reuters, Teerã consideraria enviar metade do urânio enriquecido para o exterior, diluir o restante e participar da criação de um consórcio regional de enriquecimento nuclear pacífico.

Essa seria a primeira vez que o Irã estaria oferecendo concessões, o que foi visto por especialistas como uma maneira de o país tentar manter a diplomacia viva e evitar ataques dos EUA.

Não está claro se ambas as partes concordariam com os termos dessas concessões tanto da parte do Irã como da parte dos EUA. No entanto, a proposta surge no momento em que dois grupos de porta-aviões e dezenas de caças, bombardeiros e aeronaves de reabastecimento estão se posicionando a uma distância de ataque do Irã.

A Casa Branca recusou-se a comentar sobre o processo de tomada de decisão de Donald Trump.

“A mídia pode continuar a especular sobre o que o presidente está pensando o quanto quiser, mas somente o presidente Trump sabe o que ele pode ou não fazer”, disse Anna Kelly, porta-voz da Casa Branca, em um comunicado.

Ainda segundo o New York Times, Steve Witkoff, enviado especial do presidente, disse à Fox News que a “direção clara” de Trump para ele e Jared Kushner, seu co-negociador e genro do presidente, era que o único resultado aceitável para um acordo seria que o Irã avançasse para “enriquecimento zero” de material nuclear.

CNN



Gestão de Lajes se destaca pela eficiência e transparência

 

A administração do município de Lajes tem se mostrado altamente eficiente, garantindo resultados concretos para toda a população. Sob a coordenação da Secretaria de Governo, comandada por João Cruz (Netinho), o município atende de forma ágil e qualificada as demandas dos lajesenses, seja na realização de grandes eventos, seja nos serviços essenciais que mantêm a cidade em pleno funcionamento.

A eficiência da gestão de Lajes se destaca em todas as áreas:

  • Saúde: serviços acessíveis e de qualidade, atendendo a população com rapidez e atenção.

  • Educação: fortalecendo escolas e programas pedagógicos, garantindo aprendizado e formação contínua.

  • Agricultura Familiar: apoio aos pequenos produtores, incentivando a produção local e o desenvolvimento econômico.

  • Assistência Social: programas familiares que promovem inclusão e suporte às famílias mais vulneráveis.

  • Esporte e Cultura: eventos, projetos e iniciativas que estimulam a prática esportiva e a valorização cultural.

  • Finanças e Transparência: equilíbrio nas contas públicas e gestão responsável dos recursos do município.

  • Infraestrutura e Limpeza Urbana: ruas organizadas, coleta eficiente de lixo e manutenção de espaços públicos, com destaque para a atuação da Secretaria de Infraestrutura (Seinfra).

Integrada às demais secretarias, a equipe da Prefeitura conta com a confiança do prefeito Felipe Menezes, que valoriza o bom andamento institucional e o compromisso com a população.

O resultado desse trabalho já rendeu a Lajes o Selo de Transparência Diamante, um reconhecimento inédito para a cidade, mostrando gestão clara, equilibrada e comprometida com o cidadão.


Pra população de Lajes, isso quer dizer mais segurança, ruas limpas, serviços que funcionam de verdade e uma cidade que tá sempre em movimento. Lajes tá mostrando que é uma cidade organizada, eficiente e que faz acontecer de verdade, mudando a vida da população seja zona urbana como na zona rural mesmo em meio a dificuldades a gestão se mostra que corre atrás e faz acontecer seguindo pra frente e pra melhor!

Lagarde diz esperar que novo plano tarifário dos EUA seja "bem pensado"


 REUTERS/Heiko Becker/File Photo

A presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, disse neste domingo (22) que a turbulência na política comercial dos Estados Unidos pode novamente causar problemas às empresas e que espera que quaisquer novos planos tarifários após a recente decisão da Suprema Corte sejam “suficientemente bem pensados” para que as empresas saibam o que esperar.

“Agitar as coisas novamente vai causar problemas”, declarou Lagarde no programa “Face the Nation” da CBS, em reação à decisão da Suprema Corte de rejeitar as tarifas impostas pelo governo Trump sob a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA, na sigla em inglês) no ano passado e ao anúncio do presidente Donald Trump de novas tarifas globais de 15% a serem implementadas.

"As pessoas querem fazer negócios. Elas não querem entrar em processos judiciais", afirmou.

"Portanto, espero que isso seja esclarecido e suficientemente bem pensado para que não tenhamos, novamente, mais desafios, e que as propostas estejam em conformidade com a Constituição”, concluiu Lagarde.

CNN

Jornada Pedagógica 2026 será realizada de 23 a 27 de fevereiro em Lajes














A Rede Municipal de Ensino de Lajes realizará, entre os dias 23 e 27 de fevereiro, a Jornada Pedagógica 2026. O encontro reunirá gestores, professores e demais profissionais da educação para uma semana dedicada à escuta, ao planejamento e à construção coletiva das ações que nortearão o novo ano letivo.

Com o tema “Educação que acolhe, ensina e inova: fortalecendo as aprendizagens em todos os tempos e espaços”, a programação propõe reflexões sobre práticas pedagógicas, fortalecimento das aprendizagens e alinhamento de metas para 2026.

A Jornada Pedagógica marca oficialmente a preparação da rede municipal para o início do ano letivo, promovendo momentos de formação, troca de experiências e definição de estratégias voltadas à melhoria da qualidade do ensino.

A programação completa será divulgada pelos canais oficiais da Prefeitura.

📸 Foto: SECOM – Prefeitura de Lajes

 

Fachin arquiva ação sobre suspeição de Toffoli em caso Master


 Foto: Antonio Augusto/STF 

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Edson Fachin, arquivou neste sábado (21) a ação que questionava a atuação do ministro Dias Toffoli como relator das investigações sobre as fraudes no Banco Master na Corte.

O arquivamento da chamada arguição de suspeição se deu por “perda de objeto”, já que Toffoli deixou a relatoria do caso, que foi redistribuído para o ministro André Mendonça.

Com isso, Toffoli ainda poderá participar de eventual julgamento do processo, a não ser que se declare suspeito futuramente - impedido de participar por ter ligação com as partes ou outro interesse no caso.

Em 12 de fevereiro, depois de uma tensa reunião — que teve o conteúdo gravado e vazado — uma nota assinada pelos dez ministros do STF anunciou que Toffoli havia decidido deixar a relatoria do processo.

Isso ocorreu um dia depois de a Polícia Federal entregar ao presidente Fachin relatório em que listava menções a Toffoli em conversas retiradas do celular de Daniel Vorcaro, dono do Master, e também conversas entre o ministro e o banqueiro.

A PF apontou a possível existência de indícios de crimes nos fatos e a possibilidade de suspeição caso Toffoli continuasse como relator. Na nota divulgada à época, os ministros do STF, porém, disseram “não ser caso de cabimento para a arguição de suspeição”.

O Master foi liquidado em novembro do ano passado pelo Banco Central (BC) e é investigado por fraudes de R$ 12 bilhões.

R7