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sexta-feira, 20 de março de 2026
AÇÃO MARÇO LILÁS
ANP entra em sobreaviso e cobra Petrobras por aumento na oferta de combustíveis
Foto: Reprodução
A Agência Nacional do Petróleo (ANP) declarou sobreaviso no abastecimento nacional e determinou o aumento da oferta de combustíveis no país, diante da alta do petróleo no mercado internacional. A medida foi adotada após o agravamento das tensões no Oriente Médio e o risco de impacto no abastecimento interno.
Segundo documento obtido pela CNN Brasil, a diretoria da agência classificou o momento como um “cenário excepcional” observado desde o fim de fevereiro de 2026. A ANP determinou ações emergenciais para garantir o suprimento de diesel e gasolina em todo o país.
Entre as medidas, a agência obrigou agentes do setor a reforçarem a oferta e aumentarem a transparência das informações. Também houve flexibilização de regras para facilitar a distribuição, com o objetivo de ampliar a chegada dos combustíveis aos pontos de consumo até o fim de abril.
Um dos principais alvos da decisão foi a Petrobras. Segundo a ANP, a estatal foi notificada a recompor imediatamente a oferta após o cancelamento de leilões de combustíveis em março. A empresa foi procurada e, até a última atualização, não havia se manifestado.
De acordo com a agência, distribuidoras, importadores e produtores também foram alertados para evitar falhas no abastecimento, sob risco de punições em casos de recusa de fornecimento ou prática de preços considerados abusivos. O caso pode ser encaminhado ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que já apura possíveis distorções no mercado.
No cenário político, o governo federal intensificou a pressão para conter a alta dos combustíveis. O presidente Lula (PT) pediu, segundo declarações públicas, a colaboração de governadores na redução do ICMS, mas enfrentou resistência do Comsefaz, que considera a medida ineficaz. Diante disso, o governo avalia medidas judiciais para tentar reduzir os preços.
BG
Irã afirma que países que tentarem reabrir Estreito de Ormuz serão 'cúmplices' na agressão dos EUA
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, disse que os países que tentarem ajudar os Estados Unidos a reabrir o Estreito de Ormuz serão considerados “cúmplices” na agressão militar. A afirmação foi feita em conversa com o chanceler japonês, Toshimitsu Motegi, na quinta-feira (19).
“Araghchi se referiu às ações malignas dos Estados Unidos para arrastar outros para a guerra sob o pretexto de ajudar a reabrir o Estreito de Ormuz, afirmando que qualquer participação na agressão militar do regime sionista dos Estados Unidos será considerada cumplicidade na agressão e nos crimes hediondos cometidos pelos agressores”, informou o Ministério das Relações Exteriores do Irã.
A pasta acrescentou que o ministro reforçou que a situação atual no Estreito de Ormuz é resultado da guerra imposta pelos Estados Unidos e Israel. Para ele, o governo de Donald Trump deveria ser responsabilizado “não apenas por começar a guerra, mas pelas consequências econômicas da insegurança na região”.
Rota marítima de cerca de 20% do petróleo mundial, o Estreito de Ormuz está praticamente fechado desde o fim de fevereiro, quando os Estados Unidos e Israel iniciaram uma operação coordenada contra o Irã. Os ataques iranianos contra embarcações estrangeiras preocupam o mercado, que teme possíveis interrupções prolongadas no fornecimento mundial de petróleo, pressionando a economia.
Em meio ao cenário, Trump pediu ajuda a países aliados para garantir a passagem de petroleiros no estreito, alertando que a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) enfrentará um futuro “muito ruim” se os países não cooperarem. O pedido também foi feito para China, Japão e Coreia do Sul.
Inicialmente, os países demonstraram relutância em se juntar ao “esforço coletivo” proposto pelo presidente norte-americano, temendo uma escalada do conflito. No entanto, na quinta-feira (19), após uma forte oscilação levar o barril do petróleo Brent a US$ 117, Reino Unido, França, Alemanha, Itália e Países Baixos disseram estar “prontos” para ajudar a liberar a passagem pela rota marítima. O mesmo foi afirmado pelo Japão.
“Manifestamos nossa disposição em contribuir com os esforços necessários para garantir a passagem segura pelo Estreito", disseram os países europeus. “Enfatizamos que tal interferência no transporte marítimo internacional e a interrupção das cadeias globais de suprimentos de energia constituem uma ameaça à paz e segurança internacionais. Nesse sentido, pedimos a suspensão imediata dos ataques”, acrescentaram.
O que está acontecendo no Oriente Médio?
O Irã foi alvo de um ataque coordenado entre Estados Unidos e Israel no 28 de fevereiro. O bombardeio, que deixou mais de 500 mortos, ocorreu em meio às negociações de Teerã com Washington sobre um novo acordo nuclear.
Restringir a capacidade nuclear do Irã tem sido uma das prioridades da política externa de Washington há décadas. Em 2015, o então presidente Barack Obama fez um acordo com o país, limitando as atividades nucleares e permitindo a inspeção das instalações para garantir que fossem usadas apenas para fins civis e não para a produção de armas. Em troca, o Irã recebia alívio nas sanções.
Tal acordo, no entanto, foi rasgado em 2018 por Donald Trump, que alegou que o acordo era benéfico demais para o Irã. Com isso, o país deixou de cumprir o acordo e elevou o grau de enriquecimento de urânio – que pode ser usado para fazer bombas nucleares. O governo de Joe Biden até tentou retomar o acordo, oferecendo novamente alívio nas sanções econômicas, mas não obteve sucesso.
Agora, em seu segundo mandato, Trump vinha pressionando o governo iraniano a limitar ou abandonar o programa nuclear, sob a justificativa de que o país estaria próximo de desenvolver uma bomba atômica. A acusação é rejeitada por Teerã, que afirma que o programa tem fins pacíficos, voltados sobretudo à produção de energia.
Dias antes do ataque, representantes iranianos e norte-americanos se encontram na Suíça para debater um novo acordo nuclear. Eles haviam classificado o encontro como positivo, dizendo que o próximo passo envolveria equipes especializadas de ambos os países em Viena, na sede da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA).
Na manhã de sábado, no entanto, Trump acusou o Irã de “voltar a perseguir suas ambições nucleares”, mesmo após os ataques de 2025, resultando em novos bombardeios, desta vez em parceria com Israel. Em retaliação aos ataques, Teerã lançou mísseis contra Israel e atacou bases militares norte-americanas no Oriente Médio. Um ataque direto aos Estados Unidos também foi prometido pelos iranianos.
O conflito se expandiu após o Hezbollah, aliado do Irã, lançar mísseis contra Israel, que respondeu atacando alvos em todo o Líbano, país onde o grupo é dominante. Além disso, drones iranianos atingiram bases militares europeias no Oriente Médio. A ação resultou em um comunicado conjunto entre França, Alemanha e Reino Unido, que sugeriram a possibilidade de entrar no conflito para "a defesa de seus interesses e de seus aliados".
As hostilidades entre Irã e Estados Unidos escalaram para o Estreito de Ormuz. Situada entre o Irã e Omã, a região é um ponto estratégico por ser a principal rota de saída para cerca de 20% do petróleo mundial. Por esse motivo, confrontos militares na região levantam sérias preocupações sobre a segurança energética e a estabilidade do mercado global de petróleo, o que pressiona a economia.
SBT NEWS
Governo antecipa 13º para aposentados e pensionistas do INSS; veja calendário
Cédulas de dinheiro | Reprodução
O governo federal decidiu antecipar o pagamento do 13º salário para beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A decisão foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e publicada em edição extra do Diário Oficial da União de quinta-feira (19).
Tem direito ao 13º salário pessoas que tenham recebido, durante o ano de 2026 aposentadoria, pensão por morte ou auxílio-reclusão da Previdência Social. Aqueles que receberam auxílio por incapacidade temporária e auxílio-acidente também serão contemplados. O pagamento será efetuado em duas parcelas, entre abril e maio.
Segundo a portaria, a primeira parcela corresponde a 50% do valor, enquanto a segunda pode vir com descontos do Imposto de Renda, caso o segurado seja contribuinte. Em ambos os casos, os depósitos são feitos juntamente dos benefícios mensais, começando pelos segurados que recebem até um salário-mínimo. Para aqueles que ganham acima do valor, a liberação começará em maio.
A consulta para saber o valor que será pago é liberada próxima à data de pagamento, pelo aplicativo ou site Meu INSS. Para quem não tem acesso à internet, a consulta poderá ser feita pela Central 135 – disponível de segunda-feira a sábado, das 7h às 22h. Na ligação, o beneficiário deverá informar o número do CPF e confirmar algumas informações cadastrais.
Confira o calendário de pagamentos:
Para quem recebe até um salário mínimo (R$ 1.621)
- Final do benefício 1 – 24/4 e 25/5
- Final do benefício 2 – 27/4 e 26/5
- Final do benefício 3 – 28/4 e 27/5
- Final do benefício 4 – 29/4 e 28/5
- Final do benefício 5 – 30/4 e 29/5
- Final do benefício 6 – 4/5 e 1/6
- Final do benefício 7 – 5/5 e 2/6
- Final do benefício 8 – 6/5 e 3/6
- Final do benefício 9 – 7/5 e 5/6
- Final do benefício 0 – 8/5 e 8/6
Para quem recebe acima de um salário mínimo
- Final do benefício 1 e 6 – 4/5 e 1/6
- Final do benefício 2 e 7 – 5/5 e 2/6
- Final do benefício 3 e 8 – 6/5 e 3/6
- Final do benefício 4 e 9 – 7/5 e 5/6
- Final do benefício 5 e 0 – 8/5 e 8/6
Prevendo contemplar 35,2 milhões de segurados, este é o sétimo ano consecutivo em que o governo federal decide antecipar o 13º salário do INSS. Em 2020 e 2021, os depósitos, geralmente feitos no segundo semestre do ano, foram realizados mais cedo devido à crise provocada pela pandemia de covid-19. Nos anos seguintes, a antecipação ocorreu com objetivo de estimular a economia.
SBT NEWS
quinta-feira, 19 de março de 2026
BANCO DO NORDESTE DEVE ABRIR ATENDIMENTO EM LAJES
Foto: Acessoria
O prefeito Felipe Menezes recebeu em seu gabinete a visita da equipe do Banco do Nordeste do Brasil, em um encontro marcado pelo diálogo e fortalecimento de parcerias em prol do desenvolvimento de Lajes.
Estiveram presentes representantes importantes da instituição, como a gerente de governo Andréia, o gerente geral Hebert e o gerente de relacionamento Vilanilson, reforçando o compromisso do banco com o crescimento econômico da região.
Durante a reunião, uma excelente notícia foi anunciada: em breve, o Banco do Nordeste deverá abrir um ponto de atendimento no município. A iniciativa promete ampliar o acesso da população a serviços financeiros, incentivar o empreendedorismo local e fortalecer ainda mais a economia da cidade.
A chegada desse novo atendimento representa um avanço significativo para Lajes, facilitando o acesso ao crédito, investimentos e apoio a pequenos e médios negócios, além de aproximar a população dos serviços bancários.
Ala do STF vê como inevitável saída antecipada de Dias Toffoli
Foto: Luiz Silveira/STF
Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) avaliam, em conversas reservadas, que uma eventual saída antecipada de Dias Toffoli da Corte passou a ser considerada uma possibilidade diante da crise envolvendo o Banco Master. Segundo integrantes do tribunal, a hipótese de aposentadoria antecipada com renúncia ao cargo é vista como “inevitável” por parte da Corte.
De acordo com relatos, ao menos três ministros consideram o cenário real, diante da avaliação de que a crise tende a se intensificar e que a permanência de Toffoli pode se tornar insustentável.
Nos bastidores, magistrados também analisam a situação do ministro Alexandre de Moraes, que também é citado em meio às acusações relacionadas ao caso. A avaliação interna é de que as acusações são consideradas graves, mas que Moraes conta com maior apoio político dentro e fora do tribunal.
Ainda segundo essas avaliações, uma eventual saída de Moraes poderia gerar maior desgaste institucional, já que ele passou a ser visto como uma das principais figuras do STF nos últimos anos.
Tanto Dias Toffoli quanto Alexandre de Moraes negam qualquer irregularidade na relação com o Banco Master e com seu proprietário, Daniel Vorcaro, que está preso.
Integrantes da Corte afirmam, sob reserva, que o tribunal enfrenta um cenário de crise interna sem precedentes recentes.
Segundo essas fontes, a avaliação é de que será inevitável “cortar na carne”, expressão utilizada para indicar a possibilidade de perda de um dos ministros como forma de tentar conter a crise.
Nos bastidores, magistrados lembram que, mesmo em momentos de tensão institucional, como durante os embates com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e discussões sobre impeachment de ministros do STF, a hipótese de saída de integrantes da Corte era descartada.
No cenário atual, porém, a possibilidade de renúncia passou a ser considerada como uma alternativa para tentar conter os efeitos da crise.
Agora RN
Copom reduz Selic a 14,75%, primeiro corte em quase dois anos
© PEDRO LADEIRA
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) reduziu sua taxa básica de juros, a Selic, pela primeira vez em quase dois anos, de 15% para 14,75%, embora tenha pedido "cautela" em um cenário marcado pelo "aumento da volatilidade" dos preços das commodities devido à guerra no Oriente Médio.
A redução era defendida pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que desde que voltou ao poder em 2023 sustenta a necessidade de cortar a taxa para estimular a economia brasileira.
A taxa Selic anterior de 15%, uma das mais altas do mundo, estava vigente desde junho de 2025, após sete altas consecutivas. Nesta quarta-feira, foi reduzida em 0,25 ponto percentual.
Em um comunicado, o Copom descreveu um cenário externo "incerto" devido ao "acirramento de conflitos geopolíticos no Oriente Médio".
"Tal cenário exige cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por elevação da volatilidade de preços de ativos e commodities", acrescentou.
O conflito entre Estados Unidos e Israel contra o Irã elevou os preços do petróleo após o Irã bloquear o Estreito de Ormuz, por onde costumava passar cerca de um quinto do comércio mundial de hidrocarbonetos.
Lula anunciou na semana passada medidas para evitar o aumento dos preços dos combustíveis. Entre elas está a eliminação temporária de impostos sobre o diesel, que movimenta a grande maioria dos caminhões de carga no Brasil. Seus aumentos de preço costumam encarecer o transporte e, consequentemente, os alimentos.
"Estamos fazendo um sacrifício enorme aqui, uma engenharia econômica, para evitar que os efeitos da irresponsabilidade das guerras cheguem ao povo brasileiro", declarou Lula na ocasião.
O petista pretende disputar a reeleição nas eleições presidenciais de outubro.
Também nesta quarta-feira, o Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) manteve intacta suas taxas de juros pela segunda reunião consecutiva e destacou que o impacto da guerra sobre a maior economia do mundo é incerto.
- Desde maio de 2024 -
Na reunião anterior, em janeiro, o Copom já havia antecipado uma "flexibilização" da Selic a partir de março. A taxa passou por um ciclo de alta entre setembro de 2024 e junho de 2025 e, desde então, permanecia estável.
O Banco Central não reduzia a Selic desde maio de 2024.
O corte de 0,25 ponto percentual coincide com as previsões da maioria das mais de cem instituições financeiras consultadas pelo jornal Valor Econômico.
Taxas de juros elevadas encarecem o crédito e desestimulam o consumo e o investimento, o que tende a frear o crescimento econômico.
O Brasil registrou em fevereiro uma inflação anual de 3,8%, dentro da meta do Banco Central, em parte graças à queda do preço da gasolina antes da guerra no Oriente Médio.
rsr/jss/nn/am
Refinaria saudita é alvo de ataque iraniano
Reuters
A refinaria SAMREF da petrolífera Saudi Aramco, foi alvo de um ataque aéreo nesta quinta-feira (19), no porto de Yanbu, na Arábia Saudita. Uma fonte do setor afirmou que o impacto na estrutura foi mínimo.
Na quinta-feira, a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã emitiu um alerta de evacuação para diversas instalações petrolíferas na Arábia Saudita, nos Emirados Árabes Unidos e no Catar, incluindo a SAMREF.
O porto de Yanbu, no Mar Vermelho, é atualmente a única saída de exportação para o petróleo bruto dos países árabes do Golfo, já que o Irã efetivamente fechou o Estreito de Ormuz, a via navegável que compartilha com Omã, por onde normalmente flui um quinto do suprimento mundial de petróleo.
O que está acontecendo no Oriente Médio?
Os Estados Unidos e Israel estão em guerra com o Irã. O conflito teve início no dia 28 de fevereiro, quando um ataque coordenado entre os dois países matou o líder supremo do país, Ali Khamenei, em Teerã.
Diversas autoridades do alto escalão do regime iraniano também foram mortas. Além disso, os EUA alegam terem destruído dezenas de navios do país, assim como sistemas de defesa aérea, aviões e outros alvos militares.
Em retaliação, o regime dos aiatolás fez ataques contra diversos países da região, como Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia, Iraque e Omã. As autoridades iranianas dizem que têm como alvo apenas interesses dos Estados Unidos e Israel nessas nações.
Mais de 1.200 civis morreram no Irã desde o início da guerra, segundo a Agência de Notícias de Ativistas de Direitos Humanos, que tem sede nos EUA. A Casa Branca, por sua vez, registrou ao menos sete mortes de soldados americanos em relação direta aos ataques iranianos.
O conflito também se expandiu para o Líbano. O Hezbollah, um grupo armado apoiado pelo Irã, atacou o território israelense em retaliação à morte de Ali Khamenei. Com isso, Israel tem realizado ofensivas aéreas contra o que diz ser alvos do Hezbollah no país vizinho. Centenas de pessoas morreram no território libanês desde então.
Com a morte de grande parte de sua liderança, um conselho do Irã elegeu um novo líder supremo: Mojtaba Khamenei, filho de Ali Khamenei. Especialistas apontam que ele não fará mudanças estruturais e representa continuidade da repressão.
Donald Trump mostrou descontentamento com essa escolha, classificando como um "grande erro". Ele havia dito que precisaria estar envolvido no processo e pontuou que Mojtaba seria "inaceitável" para a liderança do Irã.
CNN
ABC arranca empate no apagar das luzes e deixa final em aberto
Foto: Guilherme Drovas/ABC F.C.
Tudo igual na grande decisão do Campeonato Potiguar 2026. América e ABC FC empataram por 1 a 1 nesta quarta-feira (18), na Arena das Dunas, com um gol salvador já aos 51 minutos do segundo tempo.
O primeiro tempo foi equilibrado, mas ganhou emoção na reta final. O ABC quase abriu o placar com Thiaguinho em uma sequência impressionante que parou no goleiro Renan Bragança e ainda explodiu no travessão. Na sequência, o América foi mais eficiente: após escanteio cobrado por Galvan, Cassiano apareceu livre para acertar um belo chute e colocar o Alvirrubro em vantagem.
Na volta do intervalo, o América teve chances claras para ampliar, mas desperdiçou. Salatiel demorou na finalização em uma oportunidade e, em outra, Galvan parou em defesa tranquila de Matheus Alves. Com o passar do tempo, o ritmo caiu, mas o jogo guardava emoção para os minutos finais.
E ela veio nos acréscimos. Após jogada iniciada por Wallyson, Lima apareceu livre para empurrar para o gol e garantir o empate alvinegro, frustrando a torcida americana e incendiando a decisão.
Com público de 11.125 torcedores e renda de R$ 387 mil, a final segue totalmente aberta. O segundo e decisivo confronto acontece neste sábado, novamente na Arena das Dunas. Quem vencer no tempo normal fica com o título; em caso de novo empate, a taça será decidida nos pênaltis.
BG


