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terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Três vírus estão sob vigilância e preocupam especialistas para novas crises

 


. Foto: Freepik.

O ano de 2026 traz desafios inéditos para a saúde global. Três vírus em especial — a gripe aviária H5N1, o mpox e o Oropouche — têm chamado atenção de especialistas em doenças infecciosas, em meio a fatores como mudanças climáticas, crescimento populacional e maior mobilidade, que facilitam a disseminação de patógenos.

O vírus Oropouche, pouco conhecido, tem avançado no Brasil e em outros países da América Latina. Transmitido por mosquitos, causa sintomas parecidos com os da gripe.

Desde 2023, mortes associadas ao vírus foram registradas no país, incluindo quatro no Rio de Janeiro e uma no Espírito Santo. Casos ligados a viajantes já surgiram na Europa, e há registros de transmissão vertical, que estão sendo investigados quanto à relação com microcefalia e óbitos fetais. Atualmente, não há vacina ou tratamento específico.

A gripe aviária H5N1 preocupa por sua capacidade de infectar diferentes espécies. Identificada em vacas leiteiras nos EUA em 2024, houve transmissão para humanos, muitas vezes sem sintomas.

No Brasil, um surto em uma granja em 2025 reforçou o alerta. Especialistas temem que o vírus se adapte para se transmitir facilmente entre pessoas, o que poderia desencadear uma nova pandemia. Vacinas específicas estão em desenvolvimento, incluindo estudos do Instituto Butantan.

O mpox, que já foi restrito a regiões da África, agora circula globalmente em duas variantes. A cepa clado IIb se espalhou desde 2022, enquanto a mais severa clado I tem aumentado na África Central desde 2024.

A transmissão ocorre principalmente por contato físico próximo, incluindo relações sexuais. Apesar de existir vacina, não há tratamento específico, e os especialistas acompanham atentamente a evolução do vírus.

Mais doenças

Além desses três vírus, outras doenças como chikungunya, sarampo e Nipah também apresentam risco. Em 2025, o chikungunya registrou mais de 445 mil casos suspeitos e confirmados, com centenas de mortes.

O sarampo ressurgiu em vários países por causa da queda na cobertura vacinal, e o vírus Nipah voltou à atenção após um surto na Índia, sem casos no Brasil até o momento.

O alerta dos especialistas é claro: a vigilância global precisa se manter ativa, e investimentos em prevenção, vacinação e controle são essenciais para evitar novas crises sanitárias.

baccinoticias

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