. Lajes dá demonstração de força popular com Felipe e Netinho, e a turma de Luis entra em parafuso

 


Foto: Redes sociais

A atuação do prefeito Felipe Menezes e de Netinho na campanha em defesa de Cadu Xavier tem movimentado o cenário político de Lajes e parece incomodar setores que não esperavam ver essa participação ganhar tanta visibilidade. Em vez de se concentrar no debate de propostas e projetos, parte das reações tem apostado em críticas pessoais e tentativas de desqualificar os protagonistas desse movimento.

O incômodo político parece ser justamente o espaço que Felipe e Netinho vêm ocupando na campanha. A presença dos dois nas mobilizações demonstra posicionamento, articulação e disposição para defender publicamente um projeto político. Essa atuação pode ser contestada, como qualquer outra, mas não deveria servir de pretexto para ataques que ultrapassam as fronteiras da crítica responsável.

O que parece faltar a alguns é aceitar que a política não tem dono. Aliás, o povo tem o direito de defender seu candidato, participar de eventos e mobilizar seus amigos (a), assim como seus adversários têm o direito de apresentar outras ideias. O que não faz sentido é tentar transformar uma escolha política legítima em motivo para desqualificação pessoal, tem siso assim em Lajes desde 2021.

A atuação conjunta de Felipe e Netinho na campanha amplia a presença do grupo no debate político e, naturalmente, provoca reações. Mas, quando a resposta vem carregada de ataques e adjetivos, fica a impressão de que o debate deixou de ser sobre propostas e passou a girar em torno de quem se deseja atingir.

Seria dor de cotovelo política? A pergunta surge diante do tom de algumas críticas, especialmente quando a participação de lideranças locais parece incomodar mais do que as ideias que elas defendem. 

Não é possível afirmar a motivação de cada crítico, mas é legítimo questionar por que a discussão sobre a campanha dá tanto espaço à desqualificação pessoal, em ambientes que deveriam prestar serviços ao cidadão mas ultimamente é ultilizado como um puxadinho ou comitê político, exemplos? Tipo a rádio do deputado.

A população de Lajes conhece os personagens, acompanha os movimentos e tem condições de avaliar quem apresenta propostas e quem prefere apostar no confronto. No fim, o que realmente importa é a capacidade de cada liderança de dialogar com a sociedade e sustentar suas escolhas diante dos eleitores.

A pergunta que fica é simples: por que gastar tanta energia tentando desqualificar quem o povo tem a preferência? como por exemplo a aprovação da gestão de Felipe?

Na política, divergências fazem parte do jogo. Mas, quando o ataque pessoal ganha mais espaço do que a discussão de ideias, cabe ao leitor questionar se está diante de uma análise equilibrada ou de uma tentativa de desgastar adversários.

A campanha seguirá, as escolhas serão confrontadas e o eleitor terá a palavra final. Se a atuação de Felipe e Netinho está incomodando, a resposta mais democrática não é a tentativa de silenciá-los com ataques, mas a apresentação de argumentos capazes de convencer a população.

Porque, em política, ninguém tem o monopólio da razão e muito menos o direito de determinar quem pode ou não participar do debate, só sei de uma coisa Luis ta incmodado e muito, não só ele com também os eu conglomerado jurássico político das antigas.

Por Júnior Guilherme

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