A saúde de Lajes avança e isso parece incomodar quem não faz


Foto: Reprodução

 Lajes recebe uma notícia que interessa diretamente a quem precisa do SUS: a implantação de um anexo da UNICAT no município, uma parceria do governo do estado do Rio Grande do Norte com  aprefeiura municipa, de Lajes.

Em meio ao barulho político, às críticas nas redes sociais e às disputas de narrativa, existe uma questão que deveria estar acima de qualquer grupo: o acesso da população à saúde.

A implantação do anexo da Unidade Central de Agentes Terapêuticos representa a possibilidade de aproximar de Lajes o atendimento relacionado aos medicamentos especializados, dentro do processo de descentralização da assistência farmacêutica.

Pela proposta, o Governo do Estado ficará responsável pelo fornecimento dos medicamentos e pelo suporte técnico, tecnológico e logístico, enquanto o município deverá oferecer estrutura física e recursos humanos.

É uma parceria institucional. E quem está no centro dela é justamente quem mais importa: o paciente.

A OPOSIÇÃO CRITICA. MAS QUAL É O CONTRAPONTO?

É legítimo que a oposição critique.

É legítimo questionar.

É legítimo fiscalizar.

Mas também é legítimo que a população pergunte: qual é o contraponto concreto apresentado diante de cada novo serviço que chega ao município?

O debate político não pode se resumir a uma guerra permanente de publicações, acusações e versões.

Quando uma nova estrutura de assistência farmacêutica é anunciada, a pergunta mais importante deveria ser outra:

Isso melhora ou não a vida do cidadão?

No caso da UNICAT, a resposta dependerá da efetiva implantação, da estrutura disponibilizada, do abastecimento e da qualidade do atendimento. Mas a proposta tem um objetivo claro: aproximar o acesso aos medicamentos especializados de pacientes que dependem do SUS.

O QUE ESTÁ EM JOGO É MAIOR QUE A POLÍTICA

A gestão municipal de Felipe Menezes, por meio da Secretaria de Saúde comandada por Lillyane Menezes, vem mantendo ações e contratos na área da saúde que estão registrados oficialmente nos canais públicos do município.

Isso não significa que a gestão esteja acima de críticas.

Muito pelo contrário: quanto maior a responsabilidade pública, maior deve ser a fiscalização.

Mas fiscalização não pode ser confundida com negar qualquer avanço, assim como anúncio não pode ser confundido automaticamente com resultado.

É justamente por isso que a população deve acompanhar, cobrar e comparar.

E O TAL “CONSÓRCIO MIDIÁTICO”?

No debate político local, e a população está ligada e  vêm usando a expressão “consórcio midiático” para se referir a setores de mídias que, segundo essa leitura política, seriam excessivamente críticos à gestão.

 Transformar toda conquista em propaganda é tão inadequado quanto transformar toda ação pública em fracasso antes mesmo de avaliar seus resultados.

LAJES PRECISA DE MENOS GUERRA DE NARRATIVAS E MAIS RESULTADOS

No fim, nenhum grupo político será responsável sozinho pela saúde pública. Há responsabilidades do município, do Estado e da União.

Mas existe uma responsabilidade que é de todos: não permitir que a disputa política esconda aquilo que realmente interessa ao povo de Lajes.

A saúde precisa sair da guerra de narrativas e entrar cada vez mais na vida das pessoas.

E agora, com a chegada anunciada do anexo da UNICAT, Lajes terá mais uma oportunidade de transformar anúncio em serviço, parceria em atendimento e política pública em benefício concreto para a população, a expectativa e de que o andamento da construção e reforma do anexo da UNICAT em Lajes estão bem avançados.


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