Foto: Reprodução/Redes sociais
O técnico da seleção do Egito, Hossam Hassan, criticou duramente a arbitragem após a derrota por 3 a 2 para a Argentina, nesta terça-feira 7, pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, em Atlanta. A equipe africana abriu 2 a 0 no placar, mas sofreu a virada nos minutos finais e acabou eliminada. Após a partida, o treinador afirmou que o resultado foi influenciado por decisões da arbitragem e declarou que sua equipe “sofreu uma injustiça”.
Hassan questionou principalmente a anulação, após revisão do VAR, de um gol que ampliaria a vantagem egípcia para 2 a 0 e a ausência de revisão de uma disputa dentro da área nos acréscimos. “Não estou convencido com esse resultado. Não estou convencido com a forma como as coisas aconteceram durante esta partida. Hoje fomos tratados de forma injusta. Sofremos uma injustiça”, afirmou. O treinador também revelou que a federação egípcia havia manifestado previamente objeções à escalação do árbitro francês François Letexier para comandar o confronto.
Durante os acréscimos, Hassan recebeu cartão amarelo por reclamar da condução da partida e voltou a insinuar parcialidade da arbitragem. “Eu apenas disse que aquilo era injusto. Falei que talvez ele carregue alguma cicatriz. Talvez tenha algo a esconder. Quem tem algo a esconder, às vezes, não consegue esconder aquilo que está escondendo”, declarou. Segundo o treinador, o Egito foi superior aos atuais campeões do mundo, mas fatores “internos, dentro de campo, e externos antes mesmo do jogo” influenciaram o desfecho. Ao fim da partida, os egípcios receberam cinco cartões amarelos e um integrante da comissão técnica foi expulso, enquanto a Argentina terminou o jogo sem advertências.
Agora RN
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