domingo, 3 de fevereiro de 2019

Como viagens ao espaço afetam o cérebro de astronautas



Fonte: Abril

É impossível ir ao espaço e voltar da mesma maneira. O confinamento forçado, a vida em gravidade zero, a comida desidratada e a chance e assistir ao globo terrestre pela janela do módulo espacial, por exemplo, dificilmente vão ser apagados da memória tão cedo – e devem continuar dando um nó na cabeça dos astronautas mesmo anos depois. A mudança principal, no entanto, não é de perspectiva, mas biológica.
Diferentes estudos já mostraram que uma volta de foguete pode trazer problemas como danos aos ossos, à massa muscular e ao globo ocular, além de alterações no DNA causadas pelos altos níveis de radiação no espaço.
Os percalços em passar muito tempo em órbita se acusam, inclusive, logo após alguém colocar o pé fora do foguete. Nos primeiros instantes após voltar à Terra, astronautas podem enfrentar perda de equilíbrio e dificuldade de coordenação, por exemplo.
Uma nova pesquisa, publicada por cientistas da Universidade da Flórida na revista JAMA Network, pode ajudar a explicar por que esses efeitos imediatos acontecem. A explicação, claro, está relacionada à nossa central de comando.

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