Bingo de 30 de dezembro lota praça central e expõe o desespero da turma do contra em Lajes
Enquanto a velha e previsível turma do contra Lajes tenta vender a ideia de um “vazio” que só existe nos textos que produzem, a realidade fez questão de humilhar o discurso deles na noite do dia 30 de dezembro. Milhares de famílias tomaram conta da praça central, participando do tradicional Festival de Prêmios, com bingo e entrega de premiações do 1º ao 5º lugar.
Foi povo de verdade. Crianças, idosos, pais, mães, famílias inteiras celebrando juntas. Uma praça cheia, viva e pulsante exatamente o oposto da narrativa forçada que tentam empurrar goela abaixo da população.
A verdade é simples e incômoda para quem torce contra: não houve vazio, não houve ausência, não houve tristeza. Houve alegria popular, encontro, convivência e participação. E isso desmonta, linha por linha, cada parágrafo ressentido produzido por quem parece sofrer mais quando o povo está feliz.
O que incomoda essa turma não é a suposta “perda de tradição”. O que incomoda é ver que mesmo sem palco milionário, sem espetáculo artificial e sem uso político da festa, o povo compareceu em massa. Porque tradição não é barulho, é pertencimento. E pertencimento se mede com praça cheia não com textos chorosos.
Esses conteúdos que circulam por aí não informam, não constroem e não representam ninguém. São apenas tentativas desesperadas de criar um clima de luto onde houve celebração, e de tristeza onde houve riso. Um tipo de texto que não influencia, não mobiliza e muito menos convence.
Em Lajes, a história continua sendo escrita pelo povo — não por quem vive de torcer contra a cidade e de distorcer fatos para alimentar frustrações políticas.
A praça lotada deu a resposta.
O resto é ruído, despeito e discurso vencido.
