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sábado, 31 de janeiro de 2026

O Passado Não Aceita o Presente: A Birra Política Contra o Lajense Felipe Menezes





 Imagem Redes Sociais

Lajes assiste, mais uma vez, ao espetáculo constrangedor do desespero político. De um lado, um prefeito legitimado pelo voto popular, aprovado nas urnas e respaldado pela maioria da população. Do outro, um grupo político reduzido, sem projeto, sem credibilidade e derrotado duas vezes, que se recusa a aceitar aquilo que o povo já decidiu.

O que está em curso não é fiscalização.Não é zelo institucional.
É perseguição pura, crua e calculada.

Uma perseguição que não nasce de fatos, documentos ou verdades, mas do pânico de quem perdeu o poder e nunca aprendeu a viver fora dele. É o grito de quem ficou preso ao passado e não suporta ver Lajes caminhar sem sua tutela.

Felipe Menezes tornou-se o pesadelo político do velho grupo que por décadas mandou na cidade e não deixou legado algum. Prometeram tudo. Entregaram nada. Congelaram Lajes no atraso, na burocracia e na estagnação. Agora, sem voto e sem obra para mostrar, tentam sobreviver na base do boato, da insinuação e da mentira requentada.

É o “ouvi falar”.É o “talvez”.É o “será?”.

Uma política de achismo, típica de quem não tem coragem de encarar a realidade.

Só esqueceram de um detalhe essencial: o povo de Lajes acordou.


⏳ DÉCADAS DE ATRASO, CINCO ANOS DE VIRADA

Foram mais de 30 anos para Lajes conquistar algo básico: uma Central do Cidadão. Três décadas de abandono, empurradas para debaixo do tapete por aqueles que hoje fingem preocupação com a cidade. Foi preciso que Felipe Menezes, filho da terra, enfrentasse portas fechadas, resistência política e descaso histórico para que esse direito finalmente se tornasse realidade.

Foram 18 anos esperando uma UPA digna, capaz de atender a população com respeito, estrutura e humanidade. Dezoito anos de promessas vazias. Dezoito anos de espera. Até que a gestão atual fez o que os “donos do poder” nunca fizeram.

Esses números não são opinião.
São fatos.
E fatos doem em quem viveu de discurso.

Eles explicam por que Lajes ficou parada no tempo — e por que a população decidiu romper com o atraso.


🗳️ O POVO FALOU. E FALOU ALTO.

A resposta veio nas urnas. Clara. Direta. Irreversível.
Lajes escolheu um lajense, um filho da terra, alguém que conhece a cidade não por conveniência eleitoral, mas por vivência real. E escolheu mais de uma vez.

O resultado dessa escolha está escancarado:
Lajes virou referência em gestão pública, conquistou o Selo Diamante e passou a ser citada onde antes era ignorada. Em cinco anos, a cidade avançou mais do que em décadas inteiras de governos que hoje tentam posar de salvadores.

Isso incomoda. Incomoda muito.

O grupo político ligado a Luís não aceita perder o protagonismo, não aceita dividir espaço e não aceita, sobretudo, que Lajes tenha aprendido a caminhar sozinha. Cada conquista, cada reconhecimento é uma nova pedra no caminho deles.

O problema é que o lajedo é firme.
E o apoio popular é mais duro ainda.


🎭 CARNAVAL, CRESCIMENTO E O MEDO DE VER LAJES BRILHAR

Com o Carnaval de Lajes prestes a começar, a cidade entra em contagem regressiva para um dos maiores eventos de sua história. Uma nova praça central, símbolo de modernização e planejamento, será o palco de uma festa que promete projetar Lajes para todo o Rio Grande do Norte.

Mas não é só festa.
É economia girando, é emprego, é renda, é oportunidade para comerciantes, trabalhadores informais, prestadores de serviço e toda a cadeia produtiva local. Desenvolvimento que se vê, se sente e se vive.

E é exatamente isso que apavora quem sempre torceu contra.


❗ A CONTA É SIMPLES — E O POVO JÁ FEZ

A população conhece Felipe Menezes.
Conhece sua história.
Conhece seu trabalho.

E conhece, principalmente, quem teve décadas para fazer e não fez.

A perseguição pode até continuar.O barulho pode até aumentar.

Mas já não convence.Já não cola.Já não engana.

Porque quando falta voto, falta povo e falta futuro, sobra apenas o eco vazio do fracasso político de quem perdeu nas urnas  e perdeu o rumo.


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