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segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Tempestade de inverno histórica deixa pelo menos 10 mortos nos EUA


 Foto: Amid Farahi/AFP

 Ao menos 10 pessoas morreram em decorrência da tempestade de inverno que atinge os Estados Unidos e que deve permanecer intensa nesta segunda-feira, 26, de acordo com o Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA (NWS). As condições do tempo geraram alertas para que as pessoas evitem estradas, cancelamentos em massa de voos e cortes de energia.

Autoridades alertaram que uma massa de ar ártico atrás do sistema faria com que as temperaturas caíssem perigosamente por dias, prolongando os transtornos no país. Pelo menos 20 Estados e a capital dos EUA, Washington, declararam estado de emergência.

Em publicação no Truth Social o presidente Donald Trump orientou a população a se manter em locais seguros. “Continuaremos monitorando e em contato com todos os estados no caminho desta tempestade”, acrescentou.

Segundo o prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, cinco pessoas foram encontradas mortas ao ar livre durante o fim de semana. Embora não tenha confirmado se as mortes estavam relacionadas ao clima, ele disse a repórteres que “não há lembrete mais forte do perigo do frio extremo”.

No Texas, as autoridades confirmaram três mortes, incluindo a de uma menina de 16 anos que faleceu em um acidente de trenó. Duas pessoas morreram de hipotermia na Louisiana, informou o departamento de saúde do estado.

O site de monitoramento PowerOutage.com mostrou que mais de 840 mil clientes estavam sem energia elétrica na noite de domingo, 25, principalmente no sul dos EUA, onde a tempestade se intensificou no sábado.

No Tennessee, onde uma faixa de gelo derrubou linhas de energia, mais de 300 mil clientes residenciais e comerciais ficaram sem eletricidade, enquanto Louisiana, Mississippi e Geórgia — onde tempestades desse tipo são menos comuns — registraram mais de 100 mil interrupções no fornecimento de energia cada um.

Os cortes de energia são particularmente perigosos, visto que o Sul está sendo atingido por um frio traiçoeiro que, segundo o Serviço Nacional de Meteorologia (NWS), pode bater recordes.

Autoridades do Texas à Carolina do Norte e Nova York orientaram os moradores a permanecerem em casa devido às condições perigosas. “Fiquem fora das estradas, a menos que seja absolutamente necessário”, publicou a Divisão de Gerenciamento de Emergências do Texas no X.

Desde sábado, 24, 19 mil voos de entrada e saída no país foram cancelados, segundo o site de rastreamento Flightaware.com.

ESTADÃO 


Edson Fachin: 'Ou nos autolimitamos, ou poderá haver limitação de um poder externo'


 Foto: Gustavo Moreno/STF

BRASÍLIA — “Apressa-te devagar”. O paradoxo linguístico, traduzido do latim festina lente, é como o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF)Edson Fachin, define o lema de sua gestão. Em entrevista exclusiva ao Estadão, o ministro explica que tem urgência para institucionalizar novas regras éticas na Corte, mas recusa o atropelo: “Não pode ser de forma açodada”.

A conversa ocorreu no fim da tarde da última sexta-feira, 23, enquanto Fachin tomava chimarrão em seu gabinete, um dia após a divulgação de uma nota em defesa do Tribunal no rastro do caso Banco Master. O ministro não quis avaliar condutas individuais de colegas, como a condução controversa de Dias Toffoli no processo do Master ou a abertura de mais uma investigação sigilosa por Alexandre de Moraes no inquérito das Fake News.

Fachin defendeu que o STF crie um Código de Conduta para garantir a transparência, inclusive sobre parentes de magistrados que advogam. Pai de uma advogada, ele prega enfrentar o tema sem “filhofobia”: “A regra deve ser a transparência. Tudo sobre a mesa”.

Embora cite uma maioria no Tribunal favorável ao código, Fachin reconhece o argumento de colegas que preferem adiar o debate por ser ano eleitoral. Ele, contudo, alerta para o risco da inércia: “Ou nos autolimitamos, ou poderá haver limitação de um Poder externo. Não creio que o resultado seja bom, haja vista o que aconteceu na Polônia e no México”.

O ministro descarta riscos de impeachment, mas admite que o STF “nem sempre se ajuda”, citando o alargamento do foro privilegiado como exemplo. Para este ano, demonstra preocupação com a “hemorragia de avatares” gerada pela inteligência artificial nas eleições e defende que o papel do Supremo está na preservação da “institucionalidade democrática”.

Depois da divulgação da nota, como o sr. considera que fica o incêndio do caso Banco Master no STF?

Aqui no tribunal, como dizia o ministro (Luís Roberto) Barroso, a gente nunca diz “esse caso é fácil”. Não tem caso fácil. Se você disser que o incêndio está baixando, em seguida, ele se resigna e volta.

Como o sr. vê as acusações de desvio de ética no STF?

Há discussões de natureza ética que, obviamente, colocam em debate quais são os limites e as possibilidades das escolhas que cada ministro faz no seu plano individual, por atos não jurisdicionais, que têm efeitos institucionais. A Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman) não proíbe que um juiz seja cotista ou acionista de uma empresa. Agora, ser ou não ser é uma escolha individual. E esse é um ato não jurisdicional. Pode ter efeito institucional.

Deveria constar de um código de ética a possibilidade de um ministro ser ou não acionista de uma empresa?

A lei permite isso, o código de conduta pode ser mais restritivo. Mas estamos em uma etapa muito anterior a essa. É certo que as discussões já começaram, porém há duas perguntas iniciais que ainda não foram respondidas: o código conduta é necessário? Se a maioria do colegiado entender que não, acabou aí. Eu entendo que é necessário. Um código de conduta é uma medida de defesa do próprio tribunal e é uma evolução desse aprendizado institucional. A história do Supremo marcha nessa direção, como, aliás, marcharam os tribunais constitucionais de outros países. O código de conduta do Tribunal Constitucional alemão é de 2017, o tribunal foi instalado em 1951. Os princípios éticos da Corte do Canadá são de 2019. As regras de conduta da Suprema Corte dos Estados Unidos, que é centenária, são de 2023. As regras éticas dos juízes portugueses são de 2025. Eu entendo que o Supremo chegou a um momento de seu aprendizado que tem maturidade institucional para dizer “sim, (as regras) são necessárias”.

E qual é a segunda pergunta?

Sendo necessárias, as regras são viáveis? Eu tenho colegas que entendem que são necessárias, mas que o momento não é agora, por ser ano eleitoral. Reconheço que esse argumento é sólido.

E tem uma ala que acredita que o código não é necessário?

Há alguns colegas que entendem que não, porque nós já temos regras na Loman, então não seria preciso pensar num outro código de conduta. Eu também considero esse um bom argumento, embora com ele eu não concorde. Das consultas que eu tenho feito, não há maioria entendendo da desnecessidade do código. Há uma maioria entendendo que o momento deveria ser mais adiante. Mas estamos debatendo essa ideia.

Existe hoje maioria entre os ministros para a aprovação de um código de conduta, independentemente de quando isso será feito?

Eu estou ainda em uma fase anterior, de diálogos. O que eu posso dizer é que há um sentimento de alguns colegas, não são muitos, que ontologicamente são contra o código, mas não é a maioria. A maioria entende que esse não seria o momento adequado, porque, no ano das eleições, as instituições vão estar mais expostas.

Em que sentido?

Eu tenho que usar o que os pedagogos chamam de pedagogia da prudência, que é ter a cautela de, ao mesmo tempo, entender que a adoção de um código de conduta é importante, mas um código conduta só tem sentido ser discutido dentro da institucionalidade democrática. Se a institucionalidade democrática voltar a estar em perigo, isso passa a ser a prioridade. Neste momento, o Brasil vive uma normalidade democrática. Quem atentou contra a democracia foi processado, punido, condenado e está preso. Portanto, o Brasil vive um estado de normalidade, não um estado de exceção. Por isso, na minha concepção, não seria um momento demasiadamente ruim para discutir essa questão. Quanto ao argumento eleitoral, o Brasil entra ano, sai ano, vive um momento eleitoral. Se esse for o argumento…

O sr. tem uma data em mente para votar esse tema?

Eu tenho urgência, mas não tenho pressa, como diria o (poeta) Thiago de Mello. Eu acho que é urgente adotar essa providência, mas não pode ser de forma açodada. A nossa gestão tem uma expressão que é um paradoxo funcional da linguística, que é “apressa-te devagar”. Nós temos pressa, mas vamos devagar.

O que é necessário para o código ser efetivo?

O código de conduta deve ser uma mudança de cultura. E não se trata de uma dimensão de moralizações no sentido de agora baixar aqui um espírito de um moralismo barato, não é nada disso. Todos nós somos seres humanos falíveis. Portanto, a vida não é uma vida de impecabilidade. Todos nós temos circunstâncias. Eu, por exemplo, tenho uma filha que é advogada. Mas a regra deve ser a transparência. Tudo sobre a mesa. Inclusive, sem “filhofobia”. Por que um filho deve mudar de profissão quando o pai vira juiz? Não precisa. Agora, precisa ter transparência. Faz o quê? Advoga onde? Em que termos? Em quais ações? Tudo isso tem que estar transparente.

Quando o sr. passou a atentar para o debate sobre a ética?

Em 2012, eu e minha esposa moramos seis meses em Hamburgo, na Alemanha, e seis meses em Londres, na Inglaterra. Quando eu estava em Hamburgo, estourou um escândalo envolvendo o presidente da Alemanha, na época era o Christian Wulff, que tinha aceitado viajar com alguns empresários. Teve diárias pagas, hotéis pagos e mais um problema de alguns empréstimos. E ele, pela pressão da opinião pública e pela explicitação da imprensa, foi compelido a renunciar. Aquilo me chamou a atenção. Em 2011, a Angela Merkel (então chanceler da Alemanha) tinha demitido o ministro da Defesa porque ele tinha plagiado a tese de doutorado. Mas não foi pelo plágio que ela o demitiu. Eu fui olhar os jornais da época, ela tinha o chamado para falar sobre a acusação e perguntou a ele se era verdade. Ele teria negado. Passados alguns dias, constatou-se que o plágio era evidente e inegável. Ela o chamou de novo e disse: “Você está sendo demitido não é pelo plágio. Se você tivesse vindo aqui e, na primeira vez, admitido que você tinha plagiado, eu ia lhe dar uma reprimenda, mas, por amor à verdade, você continuaria no cargo. Como você mentiu, você vai perder o cargo”.

O exemplo alemão é o mais forte para o sr.?

A ética não é só um problema alemão. Basta perguntar para as pessoas mais simples que trabalham com a gente, às vezes na casa da gente. Elas chegam no horário. Eu lecionei 30 anos na Universidade Federal do Paraná. Não tinha ponto pra bater, eu nunca cheguei atrasado à aula. A regra ética tem o seu enforcement no constrangimento. Isso perpassa todas as classes sociais. Às vezes, as pessoas mais humildes têm a concepção mais aguçada (da ética).

Quando o sr. começou a pensar a ética para o Supremo?

Quando tomei posse no STF, em 2015, eu já falava que, a longo prazo, haveria melhora da cultura interna do tribunal. Veio a Lava Jato que, no fundo, com todos os seus erros, que não são poucos, e com seus acertos, que também houve, mostrou um fato inegável: houve corrupção. E grossa corrupção. E o que é a corrupção se não uma infração ética antes de um crime? Esse é um tema que representa um aprimoramento do caminho que o tribunal está seguindo. Até porque, ou nós encontramos um modo de nos autolimitarmos, ou poderá haver eventualmente uma limitação que venha de algum poder externo, e não creio que o resultado seja bom, haja vista o que aconteceu na Polônia, na Hungria, no México.

O sr. teme que esses pedidos de impeachment contra ministros do Supremo, que estão hoje parados no Senado, avancem a partir do caso do Banco Master?

Não creio, porque isso significaria uma crise institucional muito grave. Nós teremos condições de tirar aprendizados dessa crise e resolver isso institucionalmente, sem criar uma crise institucional efetivamente grave.

E qual seria o caminho?

Um deles seria adotar um código de conduta. Isso seria uma solução de compromisso. Não é uma solução mágica e também não é a única, há outras coisas a serem feitas e também sendo pensadas, mas esse é um dos caminhos. Por exemplo, a Fundação Fernando Henrique Cardoso mandou para cá, em torno da minha posse (na presidência), um documento sugerindo diretrizes para um código de conduta. Portanto, há uma mobilização nesse sentido. Eu sei que há uma comissão na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de São Paulo, integrada inclusive por ministros aposentados, como Ellen Gracie e Cezar Peluso, que estão na fase final e devem apresentar uma proposta de código de conduta.

Para Fachin, o código de conduta é um caminho para 'tirar aprendizados dessa crise e resolver isso institucionalmente' Foto: Antonio Augusto

Nos primeiros meses de gestão do sr., houve uma prevalência de temas sociais e também referentes ao meio ambiente na pauta de julgamentos do plenário do STF. O sr. pretende manter essas prioridades para este ano?

Um tribunal constitucional como o Supremo tem uma vocação de dar efetividade aos direitos fundamentais que estão na Constituição. Saúde é relevante, direitos sociais são relevantes, meio ambiente, questões indígenas. Eu tenho procurado definir a pauta com essas prioridades.

Existem processos que o STF pode julgar para contribuir para o bom andamento do processo eleitoral?

O primeiro processo da pauta de fevereiro trata de redes sociais. É um ano em que esse debate vai estar presente na sociedade. Agora, os temas devem contribuir para a saúde do processo eleitoral. Este ano, o Brasil vai ser desafiado por todo o desenvolvimento das novas tecnologias muito mais do que foi em 2018 e em 2022. Nós teremos uma hemorragia de avatares eleitorais no mais amplo sentido: do candidato que ele mesmo autoriza que a IA o reproduza e teremos aqueles que são manipulados pelos adversários. Esse é apenas um segmento dos desafios que nós vamos ter. Se o Supremo puder contribuir, no limite da sua competência e respeitando a jurisdição eleitoral do TSE, tanto melhor.

Quais outros processos que estão na pauta o sr. considera importantes?

Nós vamos examinar, em fevereiro, uma resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que fala dos magistrados e as redes sociais. Mas nós entendemos que aquilo que definimos para Poder Judiciário terá um efeito multiplicador para a sociedade de um modo geral, que é exatamente esse: quais são os limites democráticos que preservam a liberdade de expressão e, ao mesmo tempo, também preservam um ambiente social saudável no que diz respeito aos magistrados. Magistrado pode ter rede social, mas não pode postar tudo. Qual é o limite? É o que nós vamos debater.

Essa questão da inteligência artificial também será discutida nesse processo?

Não necessariamente. Porém, quando um processo é pautado no plenário do Supremo, ele nasce formiga e acaba elefante. Nós vamos ver qual o grau de elasticidade que esse tema vai ter.

Com novas prioridades na pauta de julgamentos, o sr. acredita que o STF pode deixar a imagem de tribunal político?

O Supremo tem feito isso e não se distanciou disso. Mas, quando se pauta uma temática sobre fundo partidário para candidaturas femininas, isso tem um certo impacto. Agora, se você pauta um inquérito policial que, de algum modo, respinga em grandes autoridades políticas, o impacto é dez vezes maior. Portanto, nem todos os temas têm a luminosidade que as questões penais têm. E isso é um pouco da cultura da sociedade, e é um pouco também resultado do que se fomenta. Na época da Lava Jato, quase não precisava de novela. Isso revela um traço da cultura, da sociedade que tem acesso aos meios de comunicação, um traço que acompanha as alegrias e as tragédias das pessoas. E a tragédia, de um modo geral, se dá no ambiente penal, porque sempre há uma imputação, um acusado, um réu, uma vítima. É diferente de discutir ações afirmativas para dizer que é importante ter um número de vagas nas universidades públicas para pessoas negras, porque o Brasil tem uma dívida histórica a resgatar. O Supremo tem feito isso. Candidaturas femininas, proteção das pessoas da comunidade LGBTQIA+. O Supremo criminalizou a homofobia. Agora, não é uma retomada, é uma continuação desse papel contramajoritário que o Supremo deve continuar fazendo. Essa é a função da Supremo Corte, ser contramajoritária.

Mas nem sempre a opinião pública enxerga o STF assim.

O Supremo, de um modo geral, é o tribunal que fomenta, sem querer, contradições. O Supremo julgou e condenou um ex-presidente que tem um índice de popularidade em torno de 30% do eleitorado. Portanto, esses 30% do eleitorado acham que o Supremo errou e que os ministros do Supremo fizeram mal. Em seguida, o Supremo decide por criminalizar a homofobia. Aqueles 30% e mais alguns segmentos que são conservadores e não apoiam o golpe, mas não subscrevem a defesa dos direitos das minorias. Se veem dois rapazes ou duas mulheres andando de mãos dadas, acham que o mundo vai acabar. Na verdade, o mundo que ele imagina que vai acabar já acabou na cabeça dele. Porque ele não tem um mínimo de respeitabilidade e tolerância com o que é diferente. Essa pessoa não entende que, para ela ser o que é, tem que respeitar o direito dos outros serem o que são. Então, é mais uma franja que nós perdemos. Outra franja que a gente vai perdendo são os radicais do polo que entende que quem está preso não podia ter uma cela tão grande, não podia ter tais regalias, “onde já se viu os generais estarem recebendo isso ou aquilo no curso das suas prisões?” Se você apanhar as decisões que o tribunal vai tomando, o tribunal vai gerando franjas de oposição. Não é à toa que, quando se faz uma pesquisa de opinião, a maioria da população é contra o Supremo. Porque o Supremo, na medida em que decide que o orçamento é secreto, ele decide sim contemplando uma franja da população que quer a correção do orçamento, mas ele está decidindo contra 500 e tantos deputados e 81 senadores que têm representatividade na base eleitoral e que estão passando a seguinte mensagem: “A escola não está saindo porque o Supremo não deixa”. Minha filha é vice-reitora de uma universidade. Ela disse que ouviu de um deputado: “Olha, essa universidade não vai receber recursos porque o Supremo não deixa”.

Há uma autocrítica?

Às vezes, o Supremo também não se ajuda, essa é outra franja.

Quando o Supremo não se ajuda?

Por exemplo, foro privilegiado. Nós já tínhamos decidido restringir o foro. Passado algum tempo, a maioria estendeu. Como dizia o ministro Marco Aurélio (Mello), a maioria sempre é sábia. Mas eu fiquei vencido, porque eu achava que não devia mudar. Porque o Supremo precisava se ajudar, não precisava elastecer essa competência.

E quando o STF entra em temas que seriam de competência do Congresso?

Esse é outro exemplo. Eu sou o relator do Uber (o processo sobre relação de trabalho por aplicativo). Eu tinha pautado para o julgamento. veio aqui uma comissão de parlamentares dizendo que estavam prestes, por consenso, a votar um projeto de lei. tirei da pauta. Autocontenção.

Ainda há reclamações da opinião pública sobre o excesso de decisões monocráticas no STF. O que o sr. pensa sobre isso?

O tribunal fala prioritariamente por meio do colegiado. As decisões monocráticas são necessárias em caso de urgência, e em menor quantidade possível. E, se forem dadas, o referendo deve ser imediato.

Mas nem sempre isso acontece.

Infelizmente não.

O que pode ser feito?

O ideal é que houvesse uma compreensão de que efetivamente toda liminar dada precisaria ser submetida a referendo. Isso poderia ser automático. Dada a liminar, o sistema já converteria em processo de referendo.

Tem como fazer isso?

Sim, basta que os ministros decidam. Isso precisa ser feito por alteração regimental.

Quais processos o sr. considera prioritários para serem incluídos na pauta em 2026?

Uma das coisas que vamos discutir, isso depende obviamente do relator, o ministro Flávio Dino, é se vamos debater as emendas do orçamento secreto neste ano. A outra questão é a dos aplicativos. Se o Congresso não legislar em um tempo razoável, vou pautar. Aliás, já avisei isso ao ministro do Trabalho (Luiz Marinho).

Foi julgado recentemente o processo sobre o marco temporal para demarcações de terras indígenas, que também tinha potencial para acirrar a relação do STF com o Congresso. Essa questão ficou bem resolvida?

Aquilo tem uma certa fricção, mas acho que o tribunal andou bem.

E o processo sobre a descriminalização do aborto? O ministro Luís Roberto Barroso deixou o voto, mas o ministro Gilmar Mendes pediu destaque.

Aí precisa ver se o relator, ministro Flávio Dino, vai pautar ou não.

Há outros temas que podem provocar crise com outros Poderes a serem incluídos na pauta?

Como eu disse na primeira frase da nota, adversidades não suspendem o direito. Com ano eleitoral ou sem ano eleitoral, aquilo que se apresentar como necessário, eu vou pautar.

ESTADÃO 

Alinhado com o povo e a gestão: Dailton Fernandes se consolida como força no Legislativo de Lajes


 No cenário político de Lajes, um nome tem se destacado pela altivez, equilíbrio e clareza: o vereador Dailton Fernandes. Com postura firme e diálogo constante, Dailton atua como ponte direta entre a população lajense e o Poder Executivo, alinhando responsabilidades, ideias e ações em favor do desenvolvimento do município.

Política se faz com diálogo  e Dailton pratica isso na essência.
Em sintonia com a gestão do prefeito Felipe Menezes, o vereador tem sido uma linha forte, coerente e consonante no Legislativo, defendendo pautas que refletem a vontade popular e fortalecem a administração pública. Não há ruído, há entendimento. Não há vaidade, há compromisso com resultados.

Atuação técnica e objetiva
Dailton se destaca pela condução clara dos debates, traduzindo temas complexos da administração municipal em discussões acessíveis à população. É política feita com responsabilidade, transparência e respeito ao cidadão.

 Fiscalização com responsabilidade, desenvolvimento como foco.
O vereador exerce seu papel fiscalizador com seriedade, ao mesmo tempo em que contribui ativamente para a aprovação de leis e projetos que impulsionam o crescimento de Lajes. Fiscalizar, sim  mas sempre com o olhar voltado para o avanço do município.

Presença ativa e compromisso com 2025.
Nas sessões ordinárias, Dailton Fernandes participa de forma estratégica, deliberando sobre pautas essenciais para a comunidade lajense e mostrando que mandato se constrói com presença, estudo e escuta ativa.

 Dailton Fernandes representa uma política madura, alinhada ao povo e integrada à gestão do prefeito Felipe Menezes. Em Lajes, quando Executivo e Legislativo caminham juntos, quem ganha é a população.
 É trabalho, é diálogo, é compromisso com Lajes!

Caso Master expõe desgaste no STF e investigadores veem permanência de Toffoli como insustentável


 Foto: AFP via BBC

Investigadores que acompanham o Caso Master avaliam que a situação do ministro Dias Toffoli, do STF, tornou-se insustentável e tende a se agravar com o avanço das apurações. Segundo essa leitura, a crise não depende apenas das decisões do próprio ministro, já que parte das investigações ocorre fora do Supremo, especialmente em São Paulo, envolvendo fundos e estruturas financeiras que podem gerar novos fatos a qualquer momento.

A informação é da colunista Andréia Sadi, do g1. Esse diagnóstico já foi levado a ministros do STF, com alertas de que o caso pode ultrapassar o desgaste individual e se transformar em um problema institucional. A avaliação apresentada é de que o episódio tem potencial para “arrastar o tribunal para a lama”, colocando a Corte no centro de um escândalo de grandes proporções, mesmo que o relator tente organizar o processo internamente.

Nos bastidores do Supremo, cresce a defesa de uma saída considerada técnica e menos traumática: o envio do caso para a primeira instância. A medida afastaria Toffoli da linha de frente, reduziria a pressão sobre o STF e evitaria a criação de uma nova tese jurídica. Não seria uma solução honrosa, mas, na avaliação de ministros, a mais pragmática diante do cenário.

O impasse, porém, permanece. Integrantes da Corte não acreditam que Toffoli aceite se afastar voluntariamente, e reconhecem que faltou uma articulação institucional mais firme para buscar essa saída antes que a crise ganhasse dinâmica própria. Com o STF entrando no radar do debate eleitoral e novos desdobramentos podendo surgir fora do alcance do relator, a avaliação interna é de que esticar a corda pode empurrar o tribunal para uma crise política prolongada, sem prazo claro para acabar.

Com informações do G1

Viagens do STM custaram R$ 11,8 milhões aos cofres públicos em 2025


 Foto: José Cruz / Agência Brasil

As despesas com viagens de ministros e servidores do Superior Tribunal Militar (STM) ultrapassaram R$ 11,8 milhões ao longo de 2025, considerando gastos com diárias e passagens. O pico ocorreu em novembro, mês marcado pela realização da COP, quando apenas os deslocamentos dos 15 ministros somaram R$ 219 mil.

Segundo dados do próprio tribunal, os ministros realizaram 87 viagens durante o ano, com custo total superior a R$ 400 mil. Em nota, o STM afirmou que todos os deslocamentos passam por autorização prévia e são justificados pela participação em eventos institucionais ou atividades de capacitação, com o objetivo de fortalecer a atuação e a legitimidade da Corte.

Entre os gastos individuais, o maior valor foi registrado pelo ministro Guido Amin Naves, que consumiu R$ 43,7 mil em uma viagem de oito dias para participar de um fórum realizado na Alemanha. Já a assessora-chefe do tribunal, Helga Ferraz Jucá, acumulou despesas de R$ 38,9 mil em apenas três viagens, a maior parte relacionada a compromissos ligados à COP.

Também chamou atenção um deslocamento internacional de curta duração. Uma analista do STM realizou um bate-volta para Buenos Aires, na Argentina, ao custo de R$ 21,1 mil, valor que entrou na conta geral das despesas do tribunal com viagens em 2025.

Com informações do Diário do Poder

STF: Familiares de ministros atuam em quase 2 mil processos nos tribunais superiores


 Foto: Estadão

Nos tribunais superiores do Brasil, 14 familiares de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) foram identificados em atuação em 1.921 processos, segundo levantamento do portal UOL. Desses, 381 seguem ativos e aguardam decisão da Suprema Corte ou do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

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A lista inclui filhos, cônjuges, ex-cônjuges e irmãos, mas pode ser ainda maior, já que casos sigilosos e investigações em andamento não entram na conta. Um exemplo é o caso da mulher de Alexandre de Moraes, Viviane Barci de Moraes, no processo envolvendo o empresário Nelson Tanure.

Grande parte desses parentes já exercia a advocacia antes de os ministros assumirem cargos no STF. Apenas a filha de Alexandre de Moraes e o filho de Gilmar Mendes, formados depois da posse dos pais, figuram com um processo cada na corte, ambos já finalizados.

Não há ilegalidade na atuação dos parentes, pois os ministros declararam-se impedidos em casos em que familiares atuam como advogados. Tanto os ministros quanto os próprios parentes negaram qualquer benefício obtido pelo vínculo familiar, segundo informaram ao UOL.

A contratação do escritório de Viviane de Moraes, mulher de Alexandre de Moraes, pelo Banco Master por R$ 129 milhões reacendeu o debate sobre o tema. O banco foi liquidado pelo Banco Central depois da prisão do proprietário Daniel Vorcaro, investigado por fraude financeira.

Rodrigo Fux, filho de Luiz Fux, lidera em número de processos, com 49 no STF e 500 no STJ. Do total no Supremo, apenas um ainda tramita e só um foi proposto antes do pai assumir o cargo. No STJ, 129 seguem sem decisão final.

Valeska Teixeira Martins Zanin, mulher de Cristiano Zanin, aparece em 47 processos no STF, sendo 40 anteriores à posse do marido em 2023 e oito ainda em tramitação. O casal atuou na defesa de Luiz Inácio Lula da Silva na Operação Lava Jato.

Outros parentes com mais de 30 processos incluem Roberta Maria Rangel, ex-mulher de Dias Toffoli; Sálvio Dino, irmão de Flávio Dino; e Viviane Barci de Moraes, mulher de Alexandre de Moraes. Melina Fachin, filha de Edson Fachin, tem sete processos, dos quais um segue ativo.

Os demais familiares, como Francisco Schertel Mendes, filho de Gilmar Mendes; Karine Nunes Marques, irmã de Kassio Nunes Marques; e Giuliana Barci de Moraes, filha de Alexandre de Moraes, aparecem em apenas um processo cada, todos já arquivados.

Rodrigo Fux e Viviane de Moraes aumentaram sua atuação no STF depois da posse dos respectivos familiares ministros. Viviane ingressou em 22 dos 31 processos depois de 2017, com apenas um ainda pendente. Sálvio Dino atua em dois processos abertos seguintes à posse de Flávio Dino, ambos em andamento.

Não há registros de familiares de Cármen Lúcia ou André Mendonça com atuação como advogados no STF. A ministra não tem filhos nem é casada, e o filho do juiz ainda cursa direito e faz estágio.

O levantamento não contabilizou processos da mulher de Fachin, desembargadora aposentada. Ela já atuou em oito casos na corte, todos encerrados antes da chegada dos atuais ministros ao STF.

Revista Oeste

domingo, 25 de janeiro de 2026

Prefeito Felipe Menezes Participa da Posse do Pr. Esequiel Reinaldo na Assembleia de Deus em Lajes

 

A cidade de Lajes (RN) viveu uma noite histórica e de grande significado espiritual com o Culto de Posse do novo pastor da Assembleia de Deus, Pr. Esequiel Reinaldo, que assume a missão de conduzir a igreja e todo o campo eclesiástico do município. O culto não apenas marcou um novo tempo para a igreja, como também reuniu lideranças religiosas, membros e autoridades políticas, reforçando o papel fundamental da fé na sociedade atual.

Entre os presentes, esteve o prefeito Felipe Menezes, que fez questão de participar desse momento solene e destacou a importância das igrejas na condução espiritual, moral e social das famílias, especialmente em tempos desafiadores. Para o gestor, a fé cristã continua sendo um pilar essencial para levar à população uma mensagem de força, fé, foco e esperança, contribuindo diretamente para o fortalecimento da cidade como um todo.

Ao final da celebração, o prefeito ressaltou a alegria de vivenciar o culto de posse do Pr. Esequiel Reinaldo, ao lado de sua esposa, irmã Rúbia, e de toda a família, que chegam a Lajes com a responsabilidade de dar continuidade e ampliar o trabalho evangelístico e pastoral desenvolvido pela Assembleia de Deus no município.

Em nome do povo lajense, Felipe Menezes desejou boas-vindas ao novo pastor, rogando a Deus bênçãos abundantes nesta nova missão, para que cada passo seja fortalecido e guiado pelo Senhor. A noite também foi marcada pela comunhão com o Pr. José Alves, liderança pastoral, e por uma igreja que recebeu seu novo pastor com carinho, alegria e espírito de unidade.

O culto de posse deixou claro que fé e compromisso com Deus seguem vivos em Lajes, e que a união entre igreja, famílias e sociedade é essencial para construir uma cidade mais forte, equilibrada e guiada por valores cristãos.

Culto de Posse do Pr. Esequiel Reinaldo na Assembléia de Deus em Lajes


A Igreja Assembleia de Deus, no campo eclesiástico de Lajes (RN), celebrou uma noite memorável e cheia de significado espiritual com o Culto de Posse do pastor Pr. Esequiel Reinaldo, que passa a conduzir o rebanho do Senhor nesta cidade.

A celebração foi marcada por momentos de profunda reverência, adoração sincera e sensível mover do Espírito Santo, reafirmando a convicção de que Deus é quem levanta, direciona e sustenta os Seus escolhidos. A igreja recebeu este novo ciclo com esperança renovada, acreditando na abertura de uma fase de amadurecimento espiritual, fortalecimento da fé e abundante colheita no Reino.

De forma calorosa e fraterna, a membresia deu as boas-vindas ao Pr. Esequiel Reinaldo, intercedendo para que o Senhor lhe conceda discernimento, vigor espiritual e graça contínua, usando sua vida como instrumento para o crescimento da igreja e a expansão da obra de Deus.

Este momento vai além de uma simples mudança pastoral. Ele marca o início de um tempo de zelo, ensino sólido da Palavra, fidelidade ao Evangelho e condução espiritual responsável, firmados exclusivamente em Cristo Jesus.

Seguros nas promessas do Senhor, os irmãos seguem firmes na certeza de que aquele que chama também capacita, protege e guarda os Seus servos, como declara a Escritura:

“O Senhor te abençoe e te guarde.”
(Números 6:24)

Que a Assembleia de Deus em Lajes permaneça sendo um canal de salvação, restauração e manifestação do amor e da graça de Deus neste novo tempo.

Com US$ 91 milhões em vendas, ouro se torna o 4º principal produto de exportação do RN em 2025


 Foto: AURA MINERALS/DIVULGAÇÃO

A extração de ouro colocou o mineral entre os principais produtos da pauta de exportações do Rio Grande do Norte em 2025, com o início da exploração do mineral. Com vendas externas de US$ 91,2 milhões, o ouro passou a ocupar o 4º lugar no ranking estadual, respondendo por 8,4% de tudo o que o RN exportou no ano.

Segundo dados da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec) e do Observatório Mais RN (Fiern), o mineral representou 94% de todo o volume exportado pelo grupo de pedras e metais preciosos e semipreciosos, que registrou crescimento de 1.688% em relação a 2024.

O avanço está diretamente ligado ao início das operações do Projeto Aura Borborema, em Currais Novos, que começou a produzir em junho e entrou em fase comercial apenas em outubro. Mesmo com poucos meses de atividade plena, os números já foram considerados expressivos pelo governo estadual.

A expectativa é de que, em 2026, a mina opere em capacidade total, com produção estimada em 83 mil onças de ouro por ano, o que pode aproximar o mineral do principal item de exportação do estado, atualmente o petróleo.

Além do impacto nas exportações, o ouro também liderou a arrecadação da Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM) em 2025. Dos R$ 12,64 milhões arrecadados com mineração no RN, R$ 6,96 milhões (52,9%) vieram da extração de ouro em Currais Novos.

O projeto gera cerca de 4 mil empregos diretos e indiretos e pode ter sua vida útil ampliada de 11 para até 30 anos, caso avancem as negociações para a exploração de um novo depósito próximo à BR-226.

Com a valorização do ouro no mercado internacional e o aumento da produção local, a expectativa do setor é de crescimento ainda mais forte nos próximos anos.

Com informações de Tribuna do Norte

Um novo tempo sob a direção do Senhor: Posse do Pr. José Alves em Currais Novos


 A Igreja Assembleia de Deus na cidade de Currais Novos, no Rio Grande do Norte, viveu um momento marcante e profundamente espiritual com o culto de posse do novo pastor supervisor do campo eclesiástico, Pr. José Alves, ao lado de sua esposa, Ir. Dâmaris.

Foi uma noite de gratidão, reverência e renovação da fé, na qual a igreja reconheceu que é o Senhor quem conduz cada passo da Sua obra. Nada acontece por acaso no Reino de Deus. Há tempos determinados, chamados específicos e propósitos eternos sendo cumpridos conforme a perfeita vontade do Pai.

A posse do Pr. José Alves representa mais do que uma mudança administrativa: simboliza um novo tempo de direção espiritual, cuidado pastoral e compromisso com a Palavra de Deus. Cremos que o Espírito Santo já vai à frente, preparando caminhos, fortalecendo a igreja e capacitando o seu servo para conduzir o rebanho com amor, sabedoria e temor ao Senhor.

Seguimos confiantes naquele que chama, capacita e sustenta. Que este campo eclesiástico continue frutificando em almas ganhas, vidas transformadas e no fortalecimento da fé cristã, sempre fundamentado no Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo.

Como nos ensina a Palavra:

“O Senhor é quem dirige os passos do homem.”
(Provérbios 16:9)

Que a graça do Senhor seja abundante neste novo ciclo, e que tudo seja feito para a glória de Deus. 

Por Lajes News
Júnior Guilherme

Brasil registrou mais de 200 pessoas desaparecidas por dia em 2025, segundo Ministério da Justiça


 Imagem: divulgação

O Brasil registrou 232 desaparecimentos por dia em 2025, segundo dados do Ministério da Justiça. No total, 84.760 pessoas desapareceram no ano, alta de 4,12% em relação a 2024. Crianças e adolescentes representam cerca de 30% dos casos.

São Paulo lidera o ranking, com mais de 20 mil registros, o equivalente a quase 50 casos por dia, aumento de cerca de 3% em relação ao ano anterior. Em seguida aparecem Minas Gerais (9.139), Rio Grande do Sul (7.611), Paraná (6.455) e Rio de Janeiro (6.331).

Em 2025, o governo recriou o Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas para integrar informações e facilitar a cooperação entre autoridades. Até agora, apenas 12 estados aderiram ao sistema. A base poderia ser usada também por serviços de saúde e assistência social para ajudar na identificação de pessoas.

Do total de desaparecidos, 54.102 são homens e 30.050 mulheres. Março foi o mês com mais registros (7.536). A taxa nacional é de 40 desaparecimentos a cada 100 mil habitantes.

BG

STF deve gastar até R$ 720 mil em sofás, cadeiras, mesas e poltronas


 Foto: Ton Molina/Estadão Conteúdo

O Supremo Tribuna Federal vai gastar até R$ 720 mil na aquisição de mobiliários.

O STF abriu processo licitatório para comprar 126 sofás (valor estimado de R$ 438 mil), 124 cadeiras, 79 mesas e 6 poltronas.

O prazo para a apresentação de propostas acaba na próxima quarta-feira (28). Ganha a licitação quem oferecer o menor preço.

A informação é do jornalista e colunista do ‘O Globo‘, Lauro Jardim.

sábado, 24 de janeiro de 2026

Carnaval Que Gera Renda: Lajes Vive Expectativa de Lucros Reais em Todos os Setores


 O Carnaval de Lajes caminha para se consolidar como um dos maiores e mais organizados do Rio Grande do Norte, com forte expectativa de geração de renda e impacto positivo em diversos setores da economia local.

A festa deverá movimentar pousadas, restaurantes, quiosques, vendedores ambulantes, supermercados de pequeno e grande porte, além de serviços informais que tradicionalmente encontram no período carnavalesco uma das melhores oportunidades do ano para aumentar o faturamento.

O sucesso do evento é resultado de planejamento, organização e responsabilidade, conduzidos pela gestão do prefeito Felipe Menezes, em parceria direta com o secretário João Cruz (Netinho), que vêm trabalhando de forma integrada para garantir uma programação atrativa, estrutura adequada, segurança e valorização da cultura popular.

Além do entretenimento, o Carnaval de Lajes se consolida como motor de desenvolvimento econômico, gerando empregos temporários, fortalecendo o comércio local e colocando o município no roteiro dos grandes eventos do estado.

Para o prefeito Felipe Menezes, o objetivo é claro: promover lazer, fortalecer a economia e garantir que os benefícios da festa cheguem a quem vive e trabalha em Lajes. Já o secretário João Cruz (Netinho) destaca que a organização do evento segue critérios técnicos e diálogo com todos os setores envolvidos, assegurando um carnaval grandioso, seguro e inclusivo.

Com expectativa de público elevado e programação diversificada, Lajes se prepara para viver um carnaval histórico, que une alegria, geração de renda e fortalecimento da identidade cultural do município.