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1º lugar em audiência na cidade de LAJES-RN

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

EFICIÊNCIA NA LIMPEZA URBANA MARCA O CARNAVAL E REFORÇA ORGANIZAÇÃO EM TODA LAJES


 Mais um dia do Carnaval de Todos em Lajes foi encerrado com festa, alegria e organização mas um detalhe chamou atenção de forma especial: a eficiência da limpeza urbana.

Minutos após o encerramento das atrações, equipes já estavam nas ruas garantindo que não restassem resíduos no percurso da folia. Quem passou pelas avenidas logo depois do arrastão pôde constatar: nenhuma marca de sujeira, garrafas ou acúmulo de lixo. A cidade amanheceu limpa, como se a grande festa tivesse deixado apenas boas lembranças.

O trabalho coordenado pela secretária Sandra Jaque e sua equipe foi destaque absoluto. A atuação rápida e organizada demonstrou planejamento, compromisso e respeito com a população.

🌆 Limpeza que vai além  da festa

O diferencial não ficou restrito apenas ao corredor carnavalesco. A limpeza urbana tem sido mantida em todos os bairros de Lajes, mostrando que a gestão municipal prioriza a organização da cidade como um todo, e não apenas em momentos de grande evento.

A eficiência operacional garante não apenas uma boa imagem para quem visita o município, mas também mais qualidade de vida para os moradores. Em um evento de grande porte, manter a cidade limpa é sinal de responsabilidade administrativa e cuidado com o patrimônio público.

Mais do que um grande Carnaval, Lajes demonstra que é possível unir festa, organização e zelo urbano. A limpeza impecável reforça o padrão de gestão que vem sendo implantado no município: planejamento, agilidade e compromisso com a cidade.

CARNAVAL DE TODOS CONSOLIDA LAJES COMO REFERÊNCIA NO RN COM PRESENÇA DE ROBINSON FARIA


 A cidade de Lajes vive mais uma edição histórica do Carnaval de Todos, consolidando-se como um dos maiores e mais organizados eventos carnavalescos do Rio Grande do Norte. Entre as importantes presenças que prestigiaram a festa, esteve o deputado federal Robinson Faria, que acompanhou de perto a grandiosidade do evento ao lado da população lajense.

Ao lado do prefeito Felipe Menezes e do secretário de Governo João Cruz (Netinho), o parlamentar destacou a energia, a alegria e a força cultural que marcam o Carnaval de Lajes. A presença reforça o reconhecimento político e institucional que o evento vem conquistando a cada ano.

Organização, estrutura e segurança: marcas da gestão

A atual gestão municipal tem sido protagonista na construção de um novo padrão para o Carnaval da cidade. Sob a liderança do prefeito Felipe Menezes e com o trabalho estratégico do secretário João Cruz, a organização do evento alcançou um nível estruturante e organizacional jamais visto nas últimas edições.

A estrutura montada impressiona: palco moderno, trio elétrico, camarotes organizados, reforço na iluminação, apoio logístico eficiente e segurança presente em todos os pontos da festa. O planejamento cuidadoso garantiu não apenas a grandiosidade do evento, mas também a tranquilidade que sempre foi marca registrada do Carnaval de Lajes.

O maior Carnaval dos últimos anos

Com público recorde, participação popular massiva e forte presença de turistas, o Carnaval de Todos já é apontado como o maior das últimas edições. A festa reúne organização, inclusão e acesso democrático, permitindo que famílias, jovens e visitantes aproveitem com segurança e conforto.

A gestão municipal demonstra que é possível promover um evento de grande porte com responsabilidade, planejamento e compromisso com a população. O resultado é um Carnaval que movimenta a economia local, fortalece o turismo e eleva o nome de Lajes no cenário estadual.

Mais do que uma festa, o Carnaval de Todos se consolida como símbolo de organização, desenvolvimento e valorização cultural  uma marca da atual administração que vem transformando a cidade em referência no Rio Grande do Norte.

Abono salarial começa a ser pago nesta segunda-feira; veja quem tem direito


 Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Os trabalhadores nascidos em janeiro que ganharam até R$ 2.766 com carteira assinada em 2024 recebem nesta segunda-feira (16) o abono salarial . Neste primeiro lote, serão liberados R$ 2,5 bilhões para cerca de 2 milhões de beneficiários.

O valor do benefício varia de R$ 136 a R$ 1.621, conforme a quantidade de meses trabalhados em 2024. O calendário segue de forma escalonada ao longo de 2026, de acordo com o mês de nascimento.

Quem recebe neste lote

Do total de contemplados em fevereiro:

  • 1,8 milhão são trabalhadores da iniciativa privada, inscritos no Programa de Integração Social (PIS), com pagamento feito pela Caixa Econômica Federal, somando R$ 2,29 bilhões;
  • 217,2 mil são servidores públicos, inscritos no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), pagos pelo Banco do Brasil, no total de R$ 301,9 milhões.

Quem tem direito ao Abono Salarial

Tem direito ao benefício o trabalhador que:

  • está inscrito no Pis/Pasep há pelo menos cinco anos;
  • trabalhou com carteira assinada por no mínimo 30 dias em 2024;
  • recebeu remuneração média mensal de até R$ 2.766 no ano-base;
  • teve os dados corretamente informados pelo empregador no e-Social.

Instituído pela Lei nº 7.998/90, o abono salarial pode chegar até a um salário mínimo, proporcional ao período trabalhado. Os recursos vêm do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), com a habilitação feita pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Como o pagamento é feito

Para trabalhadores da iniciativa privada (PIS)

  • a Caixa Econômica Federal realiza o pagamento prioritariamente por:
  • crédito em conta corrente ou poupança da Caixa;
  • depósito em Poupança Social Digital, movimentada pelo aplicativo Caixa Tem.

Quem não possui conta pode sacar:

  • com Cartão Social e senha em lotéricas, caixas eletrônicos e correspondentes CAIXA Aqui;
  • nas agências, com documento oficial com foto;
  • sem cartão, por meio de biometria cadastrada.

Para servidores públicos (Pasep)

O Banco do Brasil faz o pagamento por:

  • crédito em conta bancária;
  • transferência via TED ou Pix;
  • saque presencial nas agências, para quem não é correntista e não possui chave Pix.

Como consultar

Os trabalhadores podem verificar informações sobre valor, data e habilitação pelos seguintes canais:

  • aplicativo Carteira de Trabalho Digital;
  • portal Gov.br;
  • telefone 158 (Ministério do Trabalho);
  • aplicativos Caixa Tem e Benefícios Sociais Caixa;
  • atendimento Caixa ao Cidadão: 0800-726-0207.

A expectativa é que, em 2026, cerca de 22,2 milhões de trabalhadores recebam o abono salarial.

Agência Brasil

Federação alerta para impacto de R$ 180 bilhões com fim da escala 6×1


 Foto: Reprodução

Uma proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6×1 está em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, gerando intensos debates sobre seus impactos econômicos.

Segundo Antônio Carlos Vilela, vice-presidente da Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro), a mudança pode resultar em um custo estimado de R$ 180 bilhões anuais para a economia brasileira.

Em entrevista à CNN Brasil, Vilela contextualizou que, embora a redução da jornada de trabalho seja uma tendência natural em países desenvolvidos, é questionável se o Brasil está preparado para implementar essa mudança no momento atual.

“Em todo o país desenvolvido, bem-sucedido, é natural que se reduza a jornada de trabalho com o decorrer dos anos. O que nós, na Federação da Indústria, em todo o sistema da indústria, estamos questionando é se o Brasil chegou neste momento”, afirmou.

O representante da Firjan apontou diversos fatores que tornam o cenário brasileiro desfavorável para essa discussão: o ano eleitoral que favorece propostas populistas, a crise fiscal iminente, a baixa produtividade da indústria brasileira em comparação com outros países, os juros elevados e a escassez de mão de obra qualificada. “Como nós podemos distribuir vantagens ou reduzir carga de trabalho em um país que é considerado de baixa produtividade?”, questionou.

CNN

Starmer diz que Reino Unido precisa aumentar gastos com defesa rapidamente


 BENJAMIN CREMEL/Pool via REUTERS

O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, afirmou nesta segunda-feira (16) que o Reino Unido deveria intensificar e acelerar seus gastos com defesa, após uma reportagem indicar que o governo estaria considerando antecipar sua meta de destinar 3% do PIB à defesa.

O Reino Unido, que já alertou sobre os riscos representados pela Rússia, anunciou em fevereiro de 2025 que elevaria os gastos anuais com defesa para 2,5% do PIB até 2027 e almejaria 3% na próxima legislatura, que deverá começar após as eleições previstas para 2029.

A BBC noticiou que o governo estaria explorando maneiras de atingir a meta de 3% até 2029. A emissora afirmou que nenhuma decisão havia sido tomada, mas que o governo reconhecia que os planos atuais não seriam suficientes para cobrir o aumento dos custos com defesa.

Questionado se anteciparia a meta para 2029, Starmer reiterou comentários feitos na Conferência de Segurança de Munique, onde afirmou que a Europa se uniu para apoiar a Ucrânia com o fornecimento de armas e munições e para fortalecer a prontidão militar.

"Precisamos intensificar nossos esforços. Isso significa que, em relação aos gastos com defesa, precisamos acelerar o processo", disse Starmer a jornalistas nesta segunda-feira (16). "Obviamente, já assumimos compromissos nesse sentido, mas vai além da simples questão do valor gasto."

As estimativas mais recentes da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) mostram que o Reino Unido gastou 2,3% do PIB em defesa em 2024, acima da meta de 2% estabelecida pela aliança.

Mas, assim como outros países europeus, a nação tem sofrido pressão dos Estados Unidos para aumentar os gastos com a proteção do continente.

Enfrentando dificuldades com dívidas elevadas e compromissos de gastos, o governo britânico cortou no ano passado seu orçamento para ajuda internacional a fim de financiar o aumento dos gastos com defesa para 2,5% do PIB, mas ainda não publicou um plano de investimentos com prioridades de gastos, o que frustrou a indústria bélica.

O órgão fiscalizador do orçamento britânico, o Escritório de Responsabilidade Orçamentária, afirmou no ano passado que elevar os gastos com defesa para 3% do PIB custaria 17,3 bilhões de libras adicionais por ano (cerca de R$ 123 bilhões) em 2029–30.

A ministra das Finanças, Rachel Reeves, tem enfrentado dificuldades para manter o rumo dos seus planos de recuperação das finanças públicas. A BBC informou que o Ministério das Finanças estaria cauteloso em relação às novas propostas de gastos com defesa.

Um porta-voz do governo recusou-se a comentar sobre quaisquer planos revisados, afirmando que a Grã-Bretanha estava "implementando o maior aumento sustentado nos gastos com defesa desde a Guerra Fria".

CNN

domingo, 15 de fevereiro de 2026

LAJES EXPLODE EM ALEGRIA E SE CONSOLIDA COMO UM DOS MAIORES CARNAVAIS DO RN


 A gestão do prefeito Felipe Menezes consolida de vez Lajes como um dos maiores e melhores polos do Carnaval do Rio Grande do Norte. Com organização, segurança reforçada, tranquilidade e acesso democrático para todos os públicos, o Carnaval de Todos entrou definitivamente para o calendário dos grandes eventos do estado.

O Arrastão de Todos foi simplesmente histórico. Público recorde, energia contagiante e uma multidão tomando conta da tradicional Avenida Alzira Soriano, que ficou pequena diante de tanta alegria. O evento não apenas superou expectativas, como reafirmou Lajes como destino certo para quem quer viver um carnaval grandioso e organizado.

E quando o trio é comandado pela banda Grafith, o resultado é certeza de sucesso absoluto. Mais uma vez, a banda arrastou uma verdadeira multidão, transformando a avenida em um mar de foliões embalados por sucessos que já fazem parte da história do carnaval potiguar.

Ao lado do prefeito, o deputado federal Robinson Faria também prestigiou o evento, reforçando o apoio e a importância política e cultural do Carnaval de Todos para o estado.

Além da festa, o impacto econômico foi expressivo. A rede hoteleira lotada, bares e restaurantes com grande movimento e o comércio aquecido mostram que o carnaval em Lajes vai muito além da folia: é geração de renda, fortalecimento da economia local e valorização da cultura.

“Nosso agradecimento especial a todos os visitantes que vieram de várias partes do estado para prestigiar o nosso Carnaval de Todos. Lajes está de portas abertas para receber cada um de vocês”, destacou a gestão municipal.

Lajes não apenas fez carnaval. Lajes fez história. 🔥🎭

Plano de saúde terá que limitar valor de coparticipação comparada a mensalidade, decide TJRN


 Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) manteve decisão que limita o valor mensal cobrado a título de coparticipação por uma operadora de plano de saúde ao mesmo valor da mensalidade contratada. O caso envolve uma criança com Transtorno do Espectro Autista (TEA), em que a mãe acionou a Justiça após receber cobrança superior a R$ 6 mil, enquanto a mensalidade do plano é de aproximadamente R$ 287,00.

A operadora recorreu da decisão que havia concedido tutela de urgência, alegando que a cobrança estava prevista em contrato e que não existe limite mensal para coparticipação, apenas teto por procedimento. O argumento, no entanto, não foi acolhido pelos desembargadores.

“A coparticipação é admitida pela Lei nº 9.656/1998, artigo 16, e pela jurisprudência, desde que não inviabilize o acesso do consumidor aos serviços contratados”, ressaltou a relatora do recurso, desembargadora Berenice Capuxu. Para o colegiado, a cobrança em valor muito superior à mensalidade caracteriza desequilíbrio contratual e pode comprometer a continuidade da terapia da criança.

A decisão também manteve a suspensão de um boleto já emitido pela operadora. Segundo o entendimento do TJRN, cláusulas contratuais devem respeitar as regras do Código de Defesa do Consumidor e não podem impor ônus excessivo ao usuário, especialmente em casos que envolvem tratamento contínuo de saúde.

Tribuna do Norte 

Setor de combustíveis aposta em monofasia e devedor contumaz contra fraudes


 REUTERS/Paulo Whitaker

Deflagrada em setembro, a Operação Carbono Oculto desarticulou um esquema de fraudes no setor de combustíveis e agitou a Faria Lima. Após a ofensiva da Receita Federal no caso, a tramitação do devedor contumaz acelerou em Brasília e, agora, é tida como a principal aposta dos empresários do segmento para competir de igual para igual com os fraudadores.

O Código de Defesa do Contribuinte — também conhecido como lei do devedor contumaz — foi sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no início de 2026. Com isso, a Receita Federal prepara uma instrução normativa para regulamentar a nova legislação.

A lei será aplicada aos órgãos e às entidades da administração pública direta e indireta da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. Aqueles entes da Federação que já disponham de legislação sobre devedor contumaz terão que adaptar os seus programas de conformidade às normas da instrução normativa do Fisco no prazo máximo de um ano.

Ao ser qualificado como devedor contumaz, a empresa poderá ter CNPJ considerado inapto ou até baixado em casos mais graves, não poderá fruir de benefícios fiscais, participar de licitações, formalizar qualquer tipo de vínculo com a administração pública e ser impedido de pedir recuperação judicial, enquanto as que estiverem em curso podem ser transformadas em falência.

“Além disso, pode haver repercussão na esfera penal. Em caso de cometimento de crimes contra a ordem tributária ou de sonegação, o pagamento do débito não irá extinguir a punibilidade”, disse a Receita Federal em nota enviada ao CNN Money.

Para Emerson Kapaz, presidente do ICL (Emerson Kapaz, presidente do ICL), o endurecimento das regras no combate à sonegação vai melhorar a concorrência no setor. Em entrevista ao CNN Money, ele explica que a prática se tornou um fator competitivo, já que os devedores contumazes conseguem vender combustível mais barato por não pagarem impostos.

“Como eles não são penalizados, a sonegação passa a ser um fator competitivo. Eu sonego, vendo mais barato, ganho mais dinheiro e tiro mercado daqueles que pagam os tributos em dia”, disse Kapaz.

Considera-se devedor contumaz o sujeito cujo comportamento fiscal se caracteriza pela inadimplência substancial, reiterada e injustificada de tributos, se diferenciando daqueles que enfrentam dificuldades financeiras pontuais. No âmbito federal, a caracterização ocorre quando a dívida tributária irregular atinge valor igual ou superior a R$ 15 milhões e supera 100% do patrimônio conhecido do contribuinte.

“Sem lei, o que acontece hoje? A empresa tem uma dívida que vai acumulando. Há a renegociação da dívida e entra na justiça com ela. Vai aumentando essa dívida com a Receita. Na hora que há uma penalização, entra automaticamente em um Refis, paga uma parcela, posterga e continua sem pagar. Vira uma dívida ativa e vai aumentando o bolo”, afirmou Kapaz.

Embora o Fisco diga que a qualificação de devedor contumaz não tem como objetivo arrecadatório, o ICL estima que a legislação deve incrementar os cofres e municípios, estados e União em R$ 14 bilhões por ano. Somente no setor de combustíveis, o ICL calcula que a dívida acumulada por devedores contumazes no setor supera R$ 174 bilhões.

“A qualificação de devedor contumaz não tem objetivo arrecadatório, pois, pelas características deste, ele não arrecada e não irá arrecadar os tributos devidos. O objetivo primário é manter a higidez do sistema tributário e da sua moral, retirando do mercado este mau contribuinte, que prejudica a livre concorrência e, por consequência, os contribuintes em conformidade tributária”, afirma a Receita Federal.

Reforma tributária

Outra aposta do setor para eliminar fraudes está na reforma tributária. Com a implementação do novo regime de tributação, será criado o regime monofásico de combustíveis, com incidência em uma única fase, seja importação ou produção.

O regime monofásico sobre os combustíveis está em vigor desde 2022, mas não contempla o etanol. A legislação inclui gasolina, diesel, nafta e gás liquefeito de petróleo, inclusive o derivado do gás natural.

No regime monofásico, os estados e o Distrito Federal somente podem cobrar o ICMS nas saídas das refinarias, não havendo mais nenhuma outra fase de tributação, seja nas distribuidoras ou postos revendedores, ainda que ocorram vendas interestaduais subsequentes entre contribuintes.

Sendo assim, a monofasia concentra a cobrança do imposto em um único elo da cadeia, reduzindo a complexidade do sistema e as oportunidades de sonegação, inclusive nas operações de importação do combustível.

Já a tributação do álcool é diferente. Atualmente a tributação via distribuidora envolve uma etapa bifásica de tributação. Veja:

  • usina produtora pode optar por vender diretamente aos varejistas: hipótese em que a alíquota é majorada e que corresponde, para o PIS, em R$ 23,38 e para a Cofins em R$ 107,52 por metro cúbico de álcool para o produtor nas vendas para distribuidoras;
  • venda direta do produtor ao varejista: a alíquota específica corresponde em R$ 43,19 para o PIS e R$ 198,62 para a Cofins por metro cúbico de álcool;
  • distribuidora: a alíquota corresponde em R$ 19,81 para PIS e R$ 91,10 para a Cofins ambas por metro cúbico de álcool.

Na reforma tributária será adotado o regime monofásico, ou seja, a tributação será realizada em uma única etapa da cadeia. Mas o ICL quer antecipar a implementação da monofasia para o etanol. O objetivo é combater a sonegação de impostos na produção e venda do combustível.

“A monofasia no diesel e na gasolina fez com que a sonegação diminuísse bastante porque passa a tributar no início da cadeia produtiva e não em substituição tributária. Hoje isso ainda acontece no etanol. O etanol é um dos grandes problemas de sonegação do setor de combustíveis”, disse Kapaz ao CNN Money.

Segundo o presidente do ICL, já há um diálogo com a UNICA (União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia) e com as secretarias da Fazenda dos estados para se chegar a um acordo sobre a antecipação da monofasia para o etanol. A entidade representa as principais unidades produtoras de açúcar, etanol, bioeletricidade e de bioenergia da região Centro-Sul do Brasil.

A partir de um acordo, o ICL quer apresentar uma proposta de projeto de lei ao Congresso Nacional para ser aprovada ainda neste ano. O CNN Money procurou a UNICA, mas não recebeu respostas. O espaço segue aberto.

Sobre a antecipação da tributação monofásica para o etanol, a Receita Federal respondeu que a adoção do regime depende de alteração legal, que não tem previsão de ocorrer.

Em nota enviada ao CNN Money, o Ministério de Minas e Energia informou que adota um conjunto de medidas estruturantes para fortalecer a integridade do setor de combustíveis, em articulação com a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), órgãos de controle e demais instâncias do governo federal.

“Essas ações incluem aprimoramentos regulatórios, integração de bases de dados, reforço da fiscalização e maior transparência nas cadeias de produção, distribuição e comercialização”, declarou a pasta.

CNN

Trump diz que Conselho de Paz vai destinar mais de US$ 5 bilhões para Gaza


 Foto: Molly Riley/Casa Branca

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que os Estados-membros do Conselho de Paz anunciarão, em reunião marcada para quinta-feira, a promessa de mais de US$ 5 bilhões para ações humanitárias e de reconstrução na Faixa de Gaza.

De acordo com Trump, os países-membros também prometeram o envio de milhares de agentes para compor uma força de estabilização autorizada pela Organização das Nações Unidas e reforçar a polícia local no território palestino.

A primeira reunião oficial do conselho ocorrerá no Instituto Donald J. Trump para a Paz, recentemente renomeado pelo Departamento de Estado. O encontro deve reunir delegações de mais de 20 países, incluindo chefes de Estado.

O conselho foi criado após aprovação de resolução do Conselho de Segurança da ONU e integra o plano do governo norte-americano para encerrar o conflito entre Israel e o Hamas. Um cessar-fogo entrou em vigor em outubro, mas ambos os lados se acusam de violações.

Segundo autoridades de saúde locais, mais de 590 palestinos morreram desde o início da trégua. Israel informou a morte de quatro soldados no mesmo período. Países como Turquia, Egito, Arábia Saudita, Catar e Indonésia aderiram ao conselho, enquanto aliados ocidentais dos EUA adotaram postura mais cautelosa.

Agências Interncionais 

Shutdown não vai afetar operações do ICE nos EUA, diz czar da fronteira


 Reprodução: Reuters

O czar das fronteiras dos Estados Unidos, Tom Homan, afirmou que a suspensão do financiamento para o DHS (Departamento de Segurança Interna) não afetará as operações de imigração em todo o país.

O czar das fronteiras dos Estados Unidos, Tom Homan, afirmou que a suspensão do financiamento para o DHS (Departamento de Segurança Interna) não afetará as operações de imigração em todo o país.

A paralisação parcial do governo ocorre em meio a um impasse acirrado sobre a aplicação das leis federais de imigração, com os senadores democratas exigindo reformas para controlar as agências em troca de seu apoio a um pacote de financiamento.

Mais de 90% dos 272 mil funcionários do DHS continuarão trabalhando durante a paralisação, de acordo com o plano de contingência da agência para os primeiros cinco dias de um impasse, divulgado em setembro. Mais de 93% dos funcionários do ICE e do CBP (Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA) permanecerão em seus postos.

CNN 

Cadu Xavier prestigia o Carnaval de Todos ao lado do prefeito Felipe Menezes em Lajes


Foto: Redes Sociais

O primeiro dia de folia foi marcado por muita animação e grandes presenças no tradicional Carnaval de Todos, em Lajes, no interior do Rio Grande do Norte. Entre os destaques da noite, esteve @caduxavier, que acompanhou de perto a festa ao lado do prefeito Felipe Menezes, reforçando o prestígio e a importância do evento no calendário cultural do estado.

Antes de chegar a Lajes, Cadu Xavier passou pelo @blocodospoetas, em Ponta Negra, mostrando disposição para acompanhar de perto a energia contagiante do carnaval potiguar. De lá, seguiu viagem para prestigiar o evento que já se consolidou como um dos mais organizados e animados da região.

Em Lajes, a festa contou com estrutura diferenciada, incluindo o Lounge Nota Potiguar — um espaço confortável e privilegiado, pensado especialmente para quem troca seus pontos por vouchers, oferecendo mais comodidade para os foliões.

Ao lado do prefeito Felipe Menezes, Cadu Xavier circulou pelo evento, cumprimentou a população e destacou a importância de fortalecer iniciativas que movimentam a economia local, incentivam o turismo e valorizam a cultura popular.

O Carnaval de Todos mais uma vez demonstra sua força, reunindo multidão, atrações musicais e uma organização que coloca Lajes em evidência no cenário estadual.

 

PRF flagra carga ilegal de quase 40kg de lagosta em período de defeso e prende motorista no RN


 Foto: PRF/divulgação

Durante uma fiscalização de rotina na BR-101, a Polícia Rodoviária Federal apreendeu cerca de 40 quilos de lagosta transportados irregularmente em um veículo VW/Saveiro. A ocorrência foi registrada no km 162 da rodovia, e a carga ainda passará por pesagem oficial para confirmação do volume exato.

Os agentes constataram que o pescado era da espécie cabo-verde e que parte das lagostas estava ovada, o que agrava a infração ambiental. O motorista informou que a mercadoria teria sido comprada em Baía Formosa e seria vendida em Pipa, no litoral do Rio Grande do Norte.

Como o transporte ocorreu durante o período de defeso, que vai de 1º de novembro a 30 de abril, o condutor foi detido e encaminhado à Polícia Federal, junto com o veículo e o material apreendido. Ele poderá responder por crime ambiental, com pena de um a três anos de detenção, além de multa que pode chegar a R$ 100 mil, conforme a Lei de Crimes Ambientais.

BG

Prefeito Felipe Menezes Acompanha Trio da Banda Grafith ao Lado de Robinson Faria


Foto Redes Sociais

 O domingo de folia foi marcado por uma verdadeira multidão nas ruas de Lajes durante o já consagrado Carnaval de Todos, evento que vem se consolidando como um dos maiores do interior do estado. O grande destaque foi o arrastão comandado pela Banda Grafith, que levou energia, tradição e um repertório eletrizante ao público.

O prefeito Felipe Menezes participou ativamente do evento, acompanhando o trio elétrico ao lado do deputado federal Robinson Faria. Juntos, seguiram o percurso do arrastão, cumprimentando populares e celebrando o sucesso da festa que já se tornou referência em todo o Rio Grande do Norte.

Animado e pronto para acompanhar o trio do @grafithoficial, o prefeito caiu na folia junto com a população, reforçando o compromisso da gestão municipal em promover eventos que fortalecem a cultura, movimentam a economia local e garantem lazer para todas as idades.

O Carnaval de Todos em Lajes demonstra, mais uma vez, sua força e organização, atraindo visitantes de diversas cidades e consolidando o município no calendário festivo do estado.

A festa segue mostrando que, quando há planejamento e parceria, o resultado é um evento grandioso, seguro e marcado pela participação popular.

sábado, 14 de fevereiro de 2026

CARNAVAL DE TODOS IMPULSIONA ECONOMIA E CONSOLIDA LAJES NO MAPA DOS GRANDES EVENTOS DO RN


 O Carnaval de Todos em Lajes já entrou para a história como um dos maiores e mais organizados da região. O evento, que começou com o MAIOR ZÉ PEREIRA DE TODOS OS TEMPOS, mostrou que a cidade deixou de ter um carnaval apenas local para conquistar projeção em todo o estado.

Sob a gestão do prefeito Felipe Menezes, o município realizou uma festa marcada por planejamento, segurança e forte impacto econômico. Com apoio logístico do Governo do Estado do Rio Grande do Norte e atuação integrada das forças de segurança, Lajes garantiu tranquilidade para foliões, visitantes e turistas.

 Impacto direto na economia

O reflexo foi imediato:

  • Aumento significativo no fluxo do comércio local

  • Bares, restaurantes e ambulantes registrando alta nas vendas

  • Geração de empregos diretos e indiretos

  • Setores como hospedagem, alimentação, transporte e serviços aquecidos

O Carnaval de Todos movimenta diversas áreas da economia da cidade, fortalecendo pequenos empreendedores e ampliando a circulação de renda no município.

 Projeção estadual

Com organização considerada “nível de estado”, Lajes ganhou holofotes nas principais mídias e redes sociais, consolidando-se como destino carnavalesco no Rio Grande do Norte. A estrutura montada, a segurança reforçada e o grande público presente demonstram que o município está preparado para sediar grandes eventos.

O Carnaval de Todos já começou com tudo  e a gestão municipal mostra que investir em cultura também é investir em desenvolvimento econômico, geração de oportunidades e fortalecimento da identidade lajense.

E isso é só o começo.

Liquidação do Will Bank abre disputa bilionária entre Mastercard e empresas de maquininhas


 Will Bank foi liquidado pelo BC em janeiro Foto: Rmcarvalhobsb/Adobe Stock

liquidação da fintech Will Bank, subsidiária do também liquidado Banco Master, trouxe de volta uma discussão de mais de uma década sobre quem arca com os custos e assume os riscos do “arranjo de pagamentos”, como é chamado o sistema de empresas que fazem os cartões operarem.

A bandeira americana Mastercard, parceira do Will Bank, tem avisado às empresas de maquininhas - também chamadas de credenciadoras ou adquirentes (como a Rede e a Cielo) - que não vai pagar a conta sozinha além das garantias que conseguir executar com o Will Bank.

Quando um emissor do cartão, casos dos bancos ou fintechs, enfrenta problemas, é liquidado ou deixa de operar, os pagamentos para os lojistas podem ser interrompidos. A bandeira (como a Mastercard, neste caso), que fecha os contratos com o emissor e recebe o pagamento da fatura dos clientes, leva até 30 dias para fazer o pagamento para a credenciadora, que por sua vez antecipa os pagamentos para os lojistas e aguarda receber da bandeira.

No caso do Will Bank, o rombo é estimado em R$ 5,133 bilhões em “valores a receber de transações de pagamentos - usuários finais (pós-pago)”, segundo o sistema IFData, do Banco Central (BC).

Enquanto a Mastercard se nega a arcar com a conta completa, as credenciadoras reclamam que o Banco Central já deixou claro, por meio de regulações e notas, que os riscos devem ser assumidos pela iniciadora do arranjo de pagamento, que seriam as bandeiras. Por serem elas quem têm a relação direta com o emissor, fechando o contrato de emissão de cartão, seriam elas também quem conhecem as parcerias. Por sua vez, as empresas de maquininhas não têm o direito de optar por não trabalhar com algum emissor específico quando aceitam operar com cada bandeira de cartão.

Por meio de nota, a Mastercard respondeu à reportagem que cumpre “com todas as obrigações legais e regulatórias”. “Continuaremos trabalhando em estreita colaboração com o liquidante e regulador para minimizar os impactos no ecossistema de pagamentos”, afirma.

Já a entidade que representa o setor como um todo, a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), respondeu que está “acompanhando a evolução dos acontecimentos, atenta à preservação dos fluxos financeiros e à segurança do ecossistema”. Cielo e Rede preferiram não se manifestar.

Segundo executivos do setor ouvidos pelo Estadão, a defesa das empresas de maquininhas contra a Mastercard está em argumentar que a definição das responsabilidades pelos riscos já estariam claras, principalmente pela Lei n.º 12.865 de 2013, e pela regulamentação do BC sobre arranjos e instituições de pagamento. Isso teria sido reforçado por nota do BC, divulgada no dia 10 de dezembro do ano passado, apenas dias antes da liquidação do Banco Master.

O texto diz que “a norma proposta, ao trazer mais transparência e segurança para o ecossistema de arranjos de pagamento, deixa mais claro que o instituidor do arranjo (a bandeira) é responsável, sem exceções, por assegurar o pagamento de todas as transações ao usuário recebedor, inclusive com o uso de recursos próprios caso os mecanismos de proteção que adote sejam insuficientes”.

A reclamação é que a bandeira estaria buscando alguma brecha para sobrepor seus contratos e práticas internas de operação, estabelecidas em outros países, às regras brasileiras. “Em cenários de crise, é comum a tentativa de redistribuição de perdas, mas isso não significa que exista respaldo regulatório para repassar o prejuízo às credenciadoras”, afirma a advogada Mariana Barros Mendonça especialista em direito bancário e sócia do Fragata e Antunes Advogados. “O caso evidencia um debate recorrente no sistema financeiro: até que ponto contratos privados podem deslocar riscos que, pela lógica regulatória, foram atribuídos a agentes específicos, especialmente em situações de insolvência bancária.”

Para a executiva-chefe de produtos da empresa brasileira de serviços de pagamentos para empresas Treeal, Claudia Regina Breno Queiroz, a liquidação das transações autorizadas deve ser garantida dentro da estrutura do arranjo de pagamento, “cabendo às bandeiras assegurarem mecanismos adequados de mitigação de risco”. “A controvérsia, portanto, não pode girar em torno do estabelecimento comercial, que necessariamente deve receber, e, sim, sobre como o prejuízo será alocado internamente entre os participantes do arranjo, sendo os primeiros responsáveis as bandeiras”.

As bandeiras poderiam buscar, segundo ela, com base em seus regulamentos privados e contratos bilaterais, mecanismos de compartilhamento de perdas entre participantes do arranjo. “No entanto, eventual repasse de prejuízo precisa estar alinhado às regras previamente estabelecidas e não pode contrariar a regulação prudencial e de arranjos definida pelo Banco Central”, afirma.

Um fator mitigante para o rombo causado pelo Will Bank ao sistema pode estar em que, à medida que os clientes dos cartões façam o pagamento de suas faturas, o valor pode ser repassado para o sistema. O setor trabalha com índice de atraso de 9% dos consumidores, mas é comum, quando um emissor tem problemas, que os clientes considerem que não precisam fazer o pagamento, aumentando a inadimplência.

No dia 20 de janeiro, a Mastercard deixou de aceitar compras feitas por cartões de crédito do Will Bank, do qual é um dos principais credores.

Estadão