
Fonte; Euro News
Segundo as últimas informações, avançadas pela agência France Press, a vaga de ataques registada esta noite em Paris fez pelo menos 30 mortos.
Segundo a prefeitura de polícia da capital francesa, há uma situação de reféns em curso na sala de espetáculos Bataclan, no décimo distrito, no centro de Paris, onde foi registado um tiroteio. Uma televisão francesa afirmou que poderão encontrar-se cerca de 60 reféns no local; há testemunhos de uma forte presença policial, que terá cercado completamente a sala de espetáculos.
Há registo de outros dois tiroteios, num bar e num restaurante asiático do décimo primeiro distrito de Paris, e pelo menos três explosões junto ao Estádio de França, onde decorria um jogo amigável entre a seleção francesa e a alemã. O presidente François Hollande encontrava-se no local e foi rapidamente movido para local seguro, embora o estádio não tenha sido evacuado, para evitar uma situação de pânico. As explosões poderão ter sido provocadas por bombistas suicidas.
Hollande encontra-se atualmente com o primeiro-ministro Manuel Valls no ministério do Interior, numa célula de crise para fazer um ponto da situação e dirigir as operações de resposta a estes ataques.
Segundo a prefeitura de polícia da capital francesa, há uma situação de reféns em curso na sala de espetáculos Bataclan, no décimo distrito, no centro de Paris, onde foi registado um tiroteio. Uma televisão francesa afirmou que poderão encontrar-se cerca de 60 reféns no local; há testemunhos de uma forte presença policial, que terá cercado completamente a sala de espetáculos.
Há registo de outros dois tiroteios, num bar e num restaurante asiático do décimo primeiro distrito de Paris, e pelo menos três explosões junto ao Estádio de França, onde decorria um jogo amigável entre a seleção francesa e a alemã. O presidente François Hollande encontrava-se no local e foi rapidamente movido para local seguro, embora o estádio não tenha sido evacuado, para evitar uma situação de pânico. As explosões poderão ter sido provocadas por bombistas suicidas.
Hollande encontra-se atualmente com o primeiro-ministro Manuel Valls no ministério do Interior, numa célula de crise para fazer um ponto da situação e dirigir as operações de resposta a estes ataques.

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