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sábado, 30 de novembro de 2024

Vereador Dailton fernandes acompanha de perto a ascespia de fossas trabalho realizado pela sec. de obras


 O Vereador Dailton Fernandes ( REPUBLICANOS ) acompanhou de perto os trabalhos realizados pela  sectretária de obras e serviços urbanos de Lajes, dessa vez na zona rural da cidade onde foi feito um trabalho de  ascespia nas fossas das residências.

Um trabalho árduo que demanda cuidados  como a avaliação do local Verificando se há riscos de contaminação ou perigos, trabalho esse desenvolvido pelo secretário de obras e serviços urbanos de Lajes Gilson Nunes e seus colaboradores.

No trabalho foi usado um  Caminhão-vácuo, mangueiras, bombas para assim ser realizada a limpeza necessária,sempre quando acontece um procedimento como esses, os moradores daquela localidade são notificados e informados sobre o procedimento de limpezas, Removendo resíduos e sedimentos e assim feita a desinfecção aplicando  produtos químicos para deixar o ambiente interno da fossa limpo.

Essas etapas podem variar conforme o tipo de fossa, localização e regulamentações específicas, é essencial ter profissionais qualificados e autorizados para realizar o serviço.

Lajes News / Júnior Guilherme

ESCOLA CEMEI É DESTQUE EM LAJES COM PROJETO SACOLA VIAJANTE


 A Escola CEMEI realizou na última sexta-feira (29) a culminância do projeto Sacola Viajante, que envolveu alunos, professores, pais e a comunidade escolar. O projeto incentivou a leitura e fortaleceu laços entre escola e família, promovendo aprendizado e integração. Parabéns a todos envolvidos!

Real é a 7ª moeda que mais desvalorizou frente ao dólar em 2024



Foto: Shutterstock

O real foi a 7ª moeda que mais se desvalorizou em 2024 em comparação com o dólar. O câmbio brasileiro acumula queda de 20% de janeiro até esta sexta-feira (29), segundo o ranking enviado pela agência Austin Rating ao Poder360.

O Brasil não apareceu no top 5, mas só está melhor do que países com problemas econômicos –a exemplo da Etiópia e da Venezuela.

O real está tão desvalorizado quanto o peso da Argentina, país onde a inflação anualizada é de 193%. Leia no infográfico abaixo quais as 15 moedas mais desvalorizadas:

O levantamento considera as variações da chamada ptax, taxa de referência do dólar americano em reais calculada pelo Banco Central. É diferente da cotação comercial, utilizada em transações (que registra uma desvalorização maior, de 23,7%).

DÓLAR BATE RECORDE

O dólar comercial terminou esta 6ª feira (29.nov) a R$ 6,001, o maior patamar de fechamento da história. O mercado reage ao pacote fiscal anunciado pela equipe econômica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A maior dúvida é em relação à expectativa de economizar R$ 70 bilhões em 2 anos. Agentes financeiros dizem que o governo inflou a projeção.

Poder360

 

RN registra 22 casos de crimes de ameaça por dia na Justiça em 2024, aponta CNJ


 Foto: Depositphotos/ilustrativa

O Rio Grande do Norte registrou 5.894 processos ligados a crimes de ameaça entre janeiro e setembro de 2024. Os dados, obtidos a partir do sistema de Business Intelligence do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), mostram uma média de 22 novos casos por dia no estado.

Em 2023, o total de ações alcançou 7.870. No cenário nacional, o número de processos por ameaças chegou a 490.375 nos primeiros nove meses de 2024, o que corresponde a 1.790 casos diários.

O crime de ameaça, previsto no artigo 147 do Código Penal, ocorre quando alguém promete causar mal injusto e grave a outra pessoa, gerando temor ou insegurança.

Maduro promulga lei que pune com 30 anos de prisão aqueles que apoiam sanções contra a Venezuela


 Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, promulgou nesta sexta-feira (29) uma lei que pune com até 30 anos de prisão o apoio às sanções internacionais contra o país, um dia depois de sua aprovação pelo Parlamento, controlado pelo chavismo governante.

“Execute-se a partir deste mesmo momento!”, disse Maduro após firmar a legislação em um ato transmitido em cadeia de rádio e televisão.

A nova lei foi aprovada nesta quinta, em meio ao aumento das tensões sobre a reeleição de Maduro para um terceiro mandato consecutivo (2025-2031), que a oposição liderada pela ex-deputada María Corina Machado denuncia como fraude e reivindica a vitória do candidato Edmundo González Urrutia.

“Toda pessoa que promova, instigue, solicite, invoque, favoreça, facilite, respalde ou participe da adoção de medidas coercitivas […] será sancionada com prisão de 25 a 30 anos”, diz um dos artigos da lei.

Além disso, a norma estipula inabilitações de 60 anos para exercer cargos públicos a dirigentes que apoiem as sanções e multas equivalentes a entre 100 mil e um milhão de dólares (R$ 600 mil e 6 milhões). Os acusados poderão ser julgados “in absentia”.

É “uma lei para fazer justiça, uma lei para defender a Venezuela e para vencer, como estamos vencendo e venceremos, todas as ameaças, todos os bloqueios, do imperialismo norte-americano e de seus países-satélites”, afirmou Maduro.

A Lei Libertador Simón Bolívar promovida pelo Parlamento venezuelano responde a um projeto de lei bipartidário aprovado na Câmara dos Representantes dos Estados Unidos em 18 de novembro para incrementar as sanções contra a Venezuela. O texto ainda precisa da luz verde do Senado e da sanção do presidente americano para entrar em vigor.

A legislação em discussão no Congresso dos Estados Unidos, denominada oficialmente Proibição de Operações e Arrendamentos com o Regime Autoritário e Ilegítimo da Venezuela (BOLIVAR, em seu acrônimo em inglês), veta contratos com pessoas que mantenham negócios com o governo Maduro, considerado “ilegítimo” por Washington.

UOL com AFP

Catástrofes naturais já causaram prejuízos de pelo menos R$ 37,3 bilhões no Brasil em 2024


 Foto: Marinha do Brasil/RS

Entre janeiro e setembro de 2024, as catástrofes naturais no Brasil causaram prejuízos de pelo menos US$ 6,4 bilhões (R$ 37,3 bilhões), indica um novo relatório da Aon, multinacional britânica que trabalha com gestão de riscos e resseguros.

Os maiores danos foram atribuídos às enchentes no Rio Grande do Sul, que devastaram o estado entre 28 de abril e 3 de maio, causando cerca de US$ 5 bilhões (R$ 29,14 bilhões) em perdas financeiras, além de 182 mortes.

Outros eventos com impacto significativo foram os incêndios que atingiram várias áreas de vegetação brasileira, gerando danos de estimados US$ 360 milhões. A seca que atingiu o país teve uma repercussão ainda maior, com prejuízos estimados de US$ 470 milhões no período.

Embora os US$ 6,4 bilhões de prejuízo acumulados nos primeiros três trimestres de 2024 sejam um valor elevado, a cifra representa uma queda de 57% em relação a 2023. Os danos econômicos do ano passado foram significativamente maiores por conta dos reflexos da seca histórica na região da bacia hidrográfica do rio da Prata, no Sul do país, que provocou mais de US$ 10 bilhões em prejuízos.

Em termos globais, o relatório indica que, entre janeiro e setembro, as perdas econômicas relacionadas às catástrofes naturais atingiram US$ 258 bilhões.

O evento com maior impacto financeiro no período analisado foi o furacão Helene, com perdas estimadas em US$ 55 bilhões. As chuvas e os fortes ventos associados à megatempestade levaram a inundações catastróficas no estado americano da Carolina do Norte.

Com informações de Folhapress

Prefeito Felipe Menezes e vereadores participam de reunião na FECAM-RN



Foi realizada uma reunião produtiva entre vereadores eleitos e reeleitos de Lajes e Erineide Sá, presidente da FECAM/RN.
A reunião abordou temas importantes para a Câmara Municipal e discutiu parcerias estratégicas para beneficiar Lajes e sua população.

O prefeito Felipe agradeceu à presidente da FECAM, @erineidesa , pela receptividade e pela oportunidade do  diálogo tão construtivo, na reunião participaram  o Secretário de Administração, João Cruz, o Diretor da PrevLajes, Ícaro Lucas, e o Assessor Rodrigo Carvalho, fortalecendo ainda mais a  representação no encontro.

 

Rússia estaria recrutando iemenitas para guerra na Ucrânia


 Foto: OSAMA ABDULRAHMAN/AFP via Getty Images

Em sua guerra de agressão contra a Ucrânia, a Rússia não usa apenas drones de combate da China e do Irã, mas também soldados norte-coreanos e até mísseis balísticos de Pyongyang. Em breve, combatentes do Iêmen também poderão ser enviados para lutar ao lado dos russos.

Pelo menos é o que informa o jornal Financial Times. Uma reportagem afirma que a milícia islâmica houthi está recrutando em seu país soldados para se juntarem aos militares russos e já teria encaminhado centenas de mercenários iemenitas por meio de "tráfico humano" para a Rússia.

Citando pessoas envolvidas, o jornal relata que alguns dos homens foram atraídos para o Iêmen com a perspectiva de trabalho remunerado na Rússia e cidadania russa. Ao chegarem à Rússia, no entanto, foram recrutados para as Forças Armadas e imediatamente enviados para a frente de batalha na Ucrânia.

O recrutamento no Iêmen foi organizado, de acordo com o periódico, por uma empresa fundada por um importante político houthi. Um contrato de recrutamento obtido pelo jornal britânico indica que desde julho os iemenitas têm sido recrutados para as Forças Armadas russas. Desde o início da guerra no Oriente Médio, há pouco mais de um ano, a milícia houthi, apoiada pelo Irã, tem atacado seguidamente navios-tanque ocidentais, por exemplo, no Golfo de Áden.


Foto: Mohammed Mohammed/Xinhua/picture alliance

Alerta de "guerra global"

Se esses relatos forem verdadeiros, "isso seria extremamente preocupante", de acordo com o Ministério do Exterior da Alemanha. O perigo de uma "guerra global" é "sério e real", adverte o primeiro-ministro da Polônia, Donald Tusk. Em outras palavras: existe uma ameaça de maior internacionalização da guerra?

Ou ela já é uma realidade? Valerii Zaluzhnyi, ex-comandante-chefe das Forças Armadas ucranianas e atual embaixador da Ucrânia no Reino Unido, disse que acredita que a terceira guerra mundial já começou – porque há tempos que muitos países estão envolvidos.

Uma coisa parece clara: de acordo com as últimas estimativas, a Rússia já perdeu 700 mil soldados na guerra na Ucrânia por morte ou ferimentos. Essa é provavelmente uma das razões pelas quais cerca de 12 mil soldados da Coreia do Norte foram enviados à Rússia pelo governante Kim Jong-un e estão lutando atualmente na Ucrânia, especialmente na região de Kursk.

"Não há limites para Putin"

A notícia sobre combatentes do Iêmen na Ucrânia também chegou à reunião dos ministros do Exterior do G7 na Itália. Lá, a ministra alemã do Exterior, Annalena Baerbock, disse: "Se isso for confirmado, enfatizará mais uma vez que não há limites para a guerra do presidente russo".

Em entrevista à DW, Roderich Kiesewetter, especialista em relações exteriores do partido conservador alemão União Democrata Cristã (CDU), não se surpreende com a notícia. "A Rússia tem tido enormes problemas com recursos há algum tempo, tanto em termos de material em determinadas áreas quanto de pessoal. Agora, precisa pagar quantias muito altas de incentivo para a mobilização de soldados russos", afirma.

DW


Temor de descontrole fiscal faz dólar disparar e agrava instabilidade, dizem economistas

 

Notas de dólares em Washington 
REUTERS/Gary Cameron

O dólar encerrou esta sexta-feira (29) em alta de 0,17%, negociado ligeiramente acima da marca histórica de R$ 6.


No mês, a alta observada foi de 3,8% (a divisa encerrou outubro em R$ 5,78). Porém, nota-se como maior parte da tensão se elevou nesta semana: a variação acumulada no período foi de 3,21%.

Na noite de quarta-feira (27), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou em rede nacional um aguardado pacote de contenção de gastos, cuja expectativa do governo é gerar uma economia de R$ 70 bilhões.


Mesmo que uma série de medidas defendidas pelo mercado tenham sido agraciadas – como revisão do cálculo do salário mínimo e de alguns benefícios -, o temor dos investidores foi pautado pelo pacote fiscal, no pré, ao vivo e pós anúncio.


Além de as medidas terem sido apontadas como insuficientes para estabilizar a dívida pública, a avaliação é de que o governo errou ao anunciar a medida de isenção do imposto de renda para contribuintes que ganham até R$ 5 mil em paralelo ao pacote de contenção.


Esta decisão do governo – na avaliação dos agentes do mercado financeiro – é tida como o principal responsável por disparar o nível de incerteza sobre as contas públicas brasileiras e, por consequência, o dólar.


Quanto maior a percepção de descontrole fiscal e de inflação fora da meta – gerada pelo forte aquecimento da economia – os investidores tendem a buscar ativos mais seguros, como é o caso do dólar. Esse movimento, por sua vez, faz com que a divisa americana ganhe força frente ao real.


“O pacote de corte de gastos, parte da proposta do novo regime tributário, está em discussão no Congresso, mas não agradou ao mercado, que demonstrou insatisfação. As negociações entre o ministro da Fazenda e os parlamentares não apresentaram avanços significativos, reforçando a incerteza”, explica Kelly Massaro, presidente-executiva da Associação Brasileira de Câmbio (Abracam).

De um lado, Danilo Igliori, economista-chefe da Nomad, aponta que o conjunto da obra é o problema.


CNN

Opositores de Maduro vão denunciar fraude a deputados do Brasil


 Foto:Marcelo Perez del Carpio/Getty Images

Os principais nome da oposição contra Nicolás Maduro, María Corina Machado e Edmundo González, vão discutir os problemas nas eleições presidenciais da Venezuela em um evento no Brasil, na próxima terça-feira (2/12).

Machado e González vão participar de um debate na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional na Câmara dos Deputados, onde a lisura das eleições na Venezuela será tema de discussão. Ainda não está claro se os dois participarão do evento de forma presencial ou remota.

Exilado na Espanha desde setembro, González disputou a presidência pela coalizão Plataforma Unitária Democrática (PUD), após o primeiro nome da oposição, María Corina Machado, ser impedida de participar do pleito.

Após o fim da votação, a coalizão afirmou que González foi eleito o novo presidente venezuelano. No entanto, autoridades eleitorais do país, ligadas ao chavismo, proclamaram a vitória e reeleição de Maduro no pleito que tem sido contestado internacionalmente.

Ao não reconhecer a vitória do herdeiro político de Hugo Chávez, a comunidade internacional aponta que houve fraude nas eleições. A acusação é sustentada pela não divulgação das atas eleitorais do país, que poderiam atestar ou não a reeleição de Maduro.

Além de não tornar os dados públicos, autoridades chavistas emitiram uma ordem de prisão contra González, forçando o ex-diplomata a deixar o país.

Fonte: Metrópoles

sexta-feira, 29 de novembro de 2024

Biden desafia ameaças nucleares de Putin com envio de armas de longo alcance à Ucrânia



(Foto: reprodução/Facebook)

Ainda assim, as autoridades dos EUA alertam que a Rússia deve intensificar ataques de sabotagem contra alvos europeus como forma de retaliação. Angela Stent, especialista em estudos russos da Universidade de Georgetown, destacou que tal resposta russa “preocupa”. E acrescentou: “A chance de escalada nunca deixou de existir. Agora, é ainda maior.”

Desde o início da invasão da Ucrânia, em 2022, a possibilidade de um ataque nuclear tem sido uma constante nas deliberações da Casa Branca. Contudo, os temores diminuíram após Putin não cumprir as ameaças iniciais, permitindo que os EUA continuassem a enviar bilhões de dólares em assistência militar a Kiev.

Um ponto de virada foi a entrada de tropas norte-coreanas no conflito ao lado da Rússia, com cerca de 12 mil soldados enviados ao front. Isso levou a administração Biden a liberar o uso de mísseis de longo alcance pelos ucranianos, interpretando o reforço como uma escalada por parte de Moscou que exigia uma resposta proporcional.

Apesar das preocupações com retaliações nucleares ou ataques diretos a bases militares americanas, análises sugerem que o arsenal nuclear é visto como último recurso pela Rússia. Para Putin, medidas como sabotagem e ataques cibernéticos seriam as primeiras opções em caso de escalada.

A Rússia já mobilizou agentes de inteligência para realizar operações clandestinas em países europeus, pressionando aliados ocidentais da Ucrânia. Um diplomata europeu declarou que Moscou está conduzindo uma campanha internacional massiva para intimidar nações que apoiam Kiev.

No entanto, dentro do governo americano, opiniões divergentes permanecem. Enquanto alguns acreditam que os temores de escalada foram exagerados, outros alertam que a situação na Ucrânia continua extremamente perigosa.

Flexibilização nuclear

Embora não tenha colocado seu arsenal nuclear em ação, Moscou adotou outras medidas preocupantes. A principal delas foi a flexibilização da doutrina nuclear do país, que passou a considerar qualquer ataque de um Estado não nuclear, mas que conte com o apoio de um país com armas nucleares, como um “ataque conjunto”.

Tal inciativa se enquadra no cenário da guerra da Ucrânia e na prática flexibiliza o uso por Moscou de seu arsenal de destruição em massa. Até então, a doutrina nuclear russa previa o uso do arsenal de destruição em massa do país somente em resposta a um eventual ataque nos mesmos moldes realizado por outra nação, ou então para reagir a uma situação extrema que colocasse a própria existência do Estado russo em risco.

Outra atitude relevante da Rússia foi a realização de exercícios militares com armas nucleares táticas, algo incomum. Tais manobras geralmente envolvem armas nucleares estratégicas, aquelas com alto poder de destruição, como as que os EUA usaram contra Hiroshima e Nagasaki em 1945. Entretanto, em manobras recentes, Moscou usou armas nucleares táticas, menos poderosas e voltadas a neutralizar posições inimigas, sinal de que cogita implantá-las na Ucrânia.

Em setembro, o chefe das instalações secretas em que a Rússia costumava realizar testes nucleares, contra-almirante Andrei Sinitsyn, disse que o local está pronto para voltar à atividade. Segundo ele, basta o “sim” de Putin para o país retomar as detonações.

Moscou interrompeu os testes nucleares no início dos anos 1990, pouco antes da dissolução da União Soviética. Agora, a retomada dos procedimentos surge como uma alternativa de dissuasão para o Kremlin em meio ao aumento da tensão com o Ocidente.

O país costumava realizar seus testes no arquipélago de Novaya Zemlya, no Oceano Ártico, onde inclusive foi detonada a bomba mais poderosa do mundo em 1961. Embora os experimentos tenham sido interrompidos nas últimas décadas, imagens de satélite registraram recentemente a realização de obras na região.

A REFERÊNCIA

 

Presidente do México nega ter prometido a Trump que fecharia fronteira com EUA

 Presidente eleito dos EUA, Donald Trump e a presidente do México, Claudia Sheinbaum 

Reuters


A presidente do México, Claudia Sheinbaum, negou ter proposto ao presidente eleito dos EUA, Donald Trump, que o México fecharia sua fronteira com os Estados Unidos, como ele afirmou em uma publicação no Truth Social.

“Cada um tem sua própria maneira de se comunicar, mas posso garantir, dou a vocês a certeza de que nunca — e seríamos incapazes de fazer isso — proporíamos fechar a fronteira”, disse Sheinbaum durante uma coletiva de imprensa nesta quinta-feira (28). “Essa nunca foi nossa abordagem e, claro, não concordamos com isso”, ela acrescentou.


Os comentários de Sheinbaum aconteceram depois que Trump disse na quarta-feira (27) que a dupla teve uma “conversa produtiva”, no primeiro encontro desde que Trump anunciou tarifas contra o México no início desta semana.

O presidente eleito dos EUA disse que aplicaria uma tarifa de 25% sobre todos os produtos do México e do Canadá. Ele alegou que a medida seria uma retaliação à imigração ilegal e “crime e drogas” que cruzam a fronteira.

“Acabei de ter uma conversa maravilhosa com a nova presidente do México, Claudia Sheinbaum Pardo. Ela concordou em interromper a migração pelo México e para os Estados Unidos, fechando efetivamente nossa fronteira sul. Também conversamos sobre o que pode ser feito para interromper o influxo massivo de drogas para os Estados Unidos e também o consumo dessas drogas pelos EUA. Foi uma conversa muito produtiva!”, Trump postou no Truth Social .

Na sua própria declaração sobre a conversa, Sheinbaum disse que compartilhava a estratégia de imigração do México com o presidente eleito americano e enfatizou que a “posição de seu país não é fechar fronteiras”.


“Na nossa conversa com o presidente Trump, expliquei a ele a estratégia abrangente que o México seguiu para lidar com o fenômeno da migração, respeitando os direitos humanos”, disse Sheinbaum na quarta-feira no X.

“Graças a isso, migrantes e caravanas são assistidos antes de chegarem à fronteira. Reiteramos que a posição do México não é fechar fronteiras, mas construir pontes entre governos e entre povos”, ela acrescentou.

Sheinbaum havia dito anteriormente que o México trabalhou com a administração Biden para lidar com o fluxo de imigrantes pelo país, levando a uma redução de 75% nas travessias de fronteira dos EUA no ano passado.


Após a ligação com Trump na quarta-feira, a presidente mexicana não delineou nenhuma nova política que planejava colocar em prática para evitar tarifas, focando em vez disso em como seu país já havia agido para lidar com a crise.

O episódio lembrou o primeiro mandato de Trump como presidente, quando sua retórica em torno de suas negociações com o México nem sempre correspondia à situação no local.


Trump, por exemplo, prometeu construir um muro ao longo da fronteira sul e fazer o México pagar por ele. Sob Trump, os EUA acabaram construindo 737 km de barreiras de fronteira, incluindo 600 km de muro substituindo estruturas dilapidadas ou ultrapassadas. O total ficou aquém das 1.610 km que Trump repetidamente afirmou serem necessárias, e o México não pagou por isso.

As primeiras interações entre Trump e Sheinbaum serão monitoradas de perto enquanto o americano se prepara para implementar seu plano há muito prometido de acabar com a imigração ilegal para os EUA e deportar aqueles que entraram ilegalmente no país.


A equipe de Trump já está considerando uma ação executiva para trazer de volta um programa informalmente conhecido como “permaneça no México”, que exige que os migrantes permaneçam no México durante seus procedimentos de imigração nos EUA.

Sheinbaum disse anteriormente que teve uma ligação “cordial” com Trump logo após sua vitória eleitoral, onde eles discutiram o “bom relacionamento” entre o México e os EUA, de acordo com uma publicação no X.


A ligação de quarta-feira entre Trump e Sheinbaum ocorreu dois dias após o presidente eleito americano prometer grandes aumentos nas tarifas sobre produtos provenientes do México, Canadá e China a partir do primeiro dia de seu governo.

“No dia 20 de janeiro, como uma das minhas muitas primeiras Ordens Executivas, assinarei todos os documentos necessários para cobrar do México e do Canadá uma Tarifa de 25% sobre TODOS os produtos que entram nos Estados Unidos, e suas ridículas Fronteiras Abertas”, Trump postou em na plataforma Truth Social.

“Essa Tarifa permanecerá em vigor até que as Drogas, em particular o Fentanil, e todos os Imigrantes Ilegais parem essa Invasão do nosso País!”, ele acrescentou.

Sheinbaum respondeu à publicação nas redes sociais com uma carta inflamada na qual sugeriu que o México retaliaria com contra tarifas se Trump cumprisse a medida.


Em seus comentários na quarta-feira, Trump não disse se manteria a promessa ou se algo que Sheinbaum havia dito abordava suas preocupações. A equipe de transição de Trump não respondeu imediatamente quando questionada pela CNN se ele ainda pretendia atingir o México com uma tarifa de 25% quando ele assumir o cargo. Sheinbaum também não sugeriu que recebeu garantias de Trump de que ele estava recuando da ameaça.


O presidente dos EUA, Joe Biden, que enfatizou durante a campanha que a política externa de Trump poderia representar um perigo para o relacionamento dos EUA com aliados e principais parceiros comerciais, disse na quinta-feira que espera que o presidente eleito “repense” seu plano tarifário, chamando-o de “contraproducente”.


“Temos uma situação incomum na América. Estamos cercados pelo Oceano Pacífico, o Oceano Atlântico e dois aliados: México e Canadá. A última coisa que precisamos fazer é começar a estragar ambos os relacionamentos”, disse Biden.

O primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, ligou para Trump logo após sua publicação nas redes sociais na segunda-feira (25), disse um funcionário do gabinete do primeiro-ministro.


A breve ligação foi focada na segurança da fronteira e no comércio, disse uma fonte sênior do governo canadense à CNN. Eles caracterizaram a conversa como produtiva e disseram que Trudeau e Trump prometeram manter contato nos próximos dias.


Respondendo ao anúncio de Trump, o porta-voz da Embaixada Chinesa, Liu Pengyu, disse que seu país tem se comunicado com os EUA sobre operações antinarcóticos e que “a ideia da China permitir conscientemente que precursores de fentanil fluam para os Estados Unidos é completamente contrária aos fatos e à realidade”.


“Sobre a questão das tarifas dos EUA sobre a China, a China acredita que a cooperação econômica e comercial China-EUA é mutuamente benéfica por natureza. Ninguém vencerá uma guerra comercial ou uma guerra tarifária”, disse Liu em uma declaração à CNN.

Sol Amaya, David Goldman, Betsy Klein e Paula Newton, da CNN, contribuíram para esta reportagem.


CNN 

Rio Grande do Norte gera mais de 2,8 mil empregos com carteira assinada em outubro


  Foto: Vitor Vasconcelos / Secom / PR

O Rio Grande do Norte fechou o mês de outubro com a criação de 2.847 novos empregos com carteira assinada. Os dados do Novo Caged foram divulgados nesta quarta-feira, 27 de novembro, pelo Ministério do Trabalho e Emprego. No acumulado de janeiro a outubro de 2024, são 34,5 mil empregos formais gerados no estado, resultado de 208,8 mil admissões e 174,3 mil desligamentos.

Todos os cinco grandes grupamentos de atividades econômicas tiveram saldos positivos no Rio Grande do Norte em outubro. O destaque ficou por conta do setor de Comércio, que registrou a abertura de 874 novas vagas. Na sequência aparecem a Construção (820), Serviços (768), Indústria (287) e Agropecuária (98).

A capital Natal foi o município com melhor saldo no estado em outubro, tendo gerado 1.292 novos postos. A cidade tem hoje um estoque de 233.308 empregos formais. Na sequência dos municípios com melhores desempenhos no mês no estado aparecem Currais Novos (457), Açu (376), Parnamirim (291) e São Gonçalo do Amarante (168).

Em âmbito nacional, o Brasil teve saldo positivo de 132.714 empregos com carteira assinada em outubro. Com isso, o país acumula, nos dez primeiros meses de 2024, um saldo de 2,11 milhões de postos formais. Desde o início da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em janeiro de 2023, até outubro de 2024, o saldo é de quase 3,57 milhões de novos empregos com carteira assinada. Com isso, o Brasil chegou ao maior estoque de empregos formais da história. São 47,63 milhões de pessoas trabalhando com carteira assinada.

Agora RN 

Mercado reprova pacote do governocom o dólar passando da casa dos R$ 6

 


Sem estrutura e recursos, barreira ortopédica enfrenta entraves


 Foto: Magnus Nascimento

Com o maior hospital público do Rio Grande do Norte operando em estado crítico de superlotação, com corredores lotados, a proposta da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) de criar uma barreira ortopédica para desafogar o Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel (HMWG) enfrenta dois grandes desafios: a falta de estrutura adequada nos hospitais avaliados para receber o serviço e a ausência de recursos financeiros para viabilizar o plano. A Sesap estima um custo mensal de R$ 900 mil, onde 40% seria bancado pelo Estado e 60% pelas prefeituras.

Enquanto hospitais municipais e regionais apresentam sérias limitações para absorver atendimentos de baixa e média complexidade, municípios alegam incapacidade de arcar com os custos, levando o Estado a solicitar apoio federal. A governadora Fátima Bezerra enviou ofício à ministra da Saúde Nísia Trindade solicitando apoio. “Estamos trabalhando no sentido de fazer um consórcio e já mantivemos contato com o Ministério da Saúde”, declarou Fátima. Sem a ajuda financeira, o plano pode se tornar inviável.

A criação de uma barreira ortopédica regional é uma das principais ações previstas no plano de contingência da Sesap para reduzir a superlotação do HMWG. De acordo com dados do órgão, 70% dos atendimentos no hospital são de baixa e média complexidade, o que compromete os leitos destinados a casos mais graves. Em 2023, o hospital atendeu uma média mensal de 847 pacientes na sala de ortopedia, sendo 32,31% desses internados, ocupando espaços que deveriam ser destinados a casos de alta complexidade.

Nos documentos enviados à Justiça e ao Ministério Público, a Sesap detalhou a situação. “Estamos vivendo um momento de colapso no maior hospital de politrauma do RN, muito às custas dessa entrada desordenada de pacientes que não são do perfil do Walfredo Gurgel. Isso se acumula há muitos anos”. A proposta da barreira ortopédica, conforme a Sesap, visa reordenar o fluxo desses pacientes para hospitais regionais, mas as visitas técnicas realizadas apontaram sérias limitações.

Visitas técnicas
A pasta montou uma comissão técnica para visitar potenciais unidades para abrigar a chamada barreira ortopédica. As visitas ocorreram no último dia 22 de novembro. Os três hospitais avaliados na Região Metropolitana de Natal — Hospital Belarmina Monte (São Gonçalo do Amarante), Hospital Café Filho (Extremoz) e Unidade Mista Márcio Marinho (Parnamirim) — apresentaram problemas estruturais que dificultam a implementação do plano.

O Hospital Belarmina Monte, identificado como a opção mais viável porque é o único com centro cirúrgico instalado, enfrenta superlotação e condições insalubres no pronto-socorro, descritas como desumanas pelos técnicos que fizeram a visita. O diretor da unidade, Geovani Freiras Neves, afirmou à Sesap que “no momento, há dois impedimentos que precisam ser superados: o início de uma obra prevista e a necessidade de dialogar com as gestões municipal e estadual”. Segundo a Sesap, o acesso de pacientes precisaria ser reorganizado para evitar impacto no funcionamento atual.

Na segunda unidade, embora tenha apresentado condições gerais razoáveis, o Hospital Café Filho, em Extremoz, não possui um centro cirúrgico, o que inviabilizaria sua utilização no curto prazo para casos de média complexidade. A Sesap identificou a necessidade de obras para adaptação da unidade, incluindo a construção de um centro cirúrgico, o que exigiria investimento financeiro e tempo. Apesar disso, o hospital foi avaliado como uma alternativa viável em médio prazo, com potencial para atender parte da demanda de forma regionalizada.

A situação do Hospital Márcio Marinho, em Parnamirim, foi avaliada como a mais crítica entre os hospitais visitados. A unidade enfrenta limitações severas, incluindo a falta de raio-x e o fechamento de 13 leitos devido à falta de recursos e contratos encerrados. Atualmente, o hospital está ocupado por laboratórios e repousos, sem capacidade de oferecer retaguarda cirúrgica. Apesar disso, a Sesap sugeriu que o espaço poderia ser utilizado para atendimentos ambulatoriais de baixíssima complexidade, voltados exclusivamente para casos que não demandem equipamentos ou infraestrutura avançada.

Estado recorre ao Governo Federal para financiamento

A proposta da barreira ortopédica não enfrenta apenas entraves estruturais. Mesmo que os ajustes necessários nas unidades hospitalares sejam realizados, o desafio financeiro continua sendo o principal obstáculo para a implementação do plano. A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) estima que o custo mensal do serviço seja de R$ 900 mil. Pelo modelo proposto, o Estado arcaria com 40% do custo total, enquanto os municípios cobertos pela barreira ortopédica assumiriam os 60% restantes.

Na parte das prefeituras, os valores seriam divididos proporcionalmente à demanda por atendimentos nas seis (ver box). Essa divisão, no entanto, enfrenta resistência por parte das administrações municipais e secretários de saúde. Em nota conjunta, a Federação dos Municípios (Femurn) e o Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do RN (Cosems-RN) se posicionaram contra a ideia.

Isso fez com que a Sesap voltasse as apostas no apoio do Ministério da Saúde para superar o impasse . Em ofício enviado ao governo federal, a pasta solicitou recursos por meio do Programa Nacional de Redução de Filas de Cirurgias Eletivas, que poderia ajudar a custear os serviços ortopédicos. Além disso, o Estado busca a inclusão de novos materiais e procedimentos na tabela SUS, uma medida que poderia aliviar os custos elevados com órteses, próteses e materiais especiais (OPME).

“É imprescindível a organização da rede de atenção à saúde, extra rede hospitalar Sesap, deixando com os hospitais da Rede Sesap apenas as cirurgias que são exclusivas de alta complexidade, primeiro, porque assim o SUS ensina, e está na lei, e segundo, porque não há condições orçamentário-financeiras e nem de infraestrutura física nos serviços da rede Sesap para continuar do jeito que está. Não é porque sempre foi assim que suportaremos continuar assim”, diz trecho do documento assinado pela secretária Lyane Ramalho.

Tribuna do Norte