domingo, 19 de março de 2017

No país com maior esperança média de vida não se paga impostos sobre rendimentos



Fonte: Volta ao Mundo 

Pequeno e grande. Dois adjetivos contraditórios é quanto basta para definir o principado incrustado no Sul de França. São dois quilómetros quadrados, que lhe garantem o título de segundo país mais pequeno do mundo e leva-se nem 50 minutos a atravessá-lo a pé. A população, 30 mil, metade da qual cabe no estádio do AS Mónaco. Mas há também a grandeza: do estilo de vida da família real, dos milhões que circulam nos casinos, do Grande Prémio mais emblemático do mundial de Fórmula 1. E os ricos, os muito ricos, atraídos pelo sol, pelo Mediterrâneo e pelo regime fiscal.
É o país com maior densidade populacional do mundo e um dos raros casos em que há mais postos de trabalho do que população. A sua população é maioritariamente composta (em cerca de três quartos) por imigrantes. E apresenta a mais alta esperança média de vida do mundo: aqui vive-se até aos 89,5 anos, facto a que não serão alheios o elevado PIB per capita (78 mil dólares) e a inexistência de impostos sobre os rendimentos pessoais. Que é isso senão qualidade de vida?
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