O Brasil chegará a 24 GW de capacidade instalada de energia eólica em 2024, prevê a Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica). Atualmente, esta fonte de energia tem 16 GW de capacidade instalada, com 637 parques eólicos e mais de 7.700 aerogeradores. Isso faz dela a segunda fonte com maior participação na matriz elétrica, com 9,3%, atrás das hidrelétricas, com 59,6%.
Mesmo sem mensurar os impactos da pandemia no segmento, para Elbia Gannoum, presidente da ABEEólica, as boas perspectivas se manterão pelo crescimento do mercado livre.
“Ainda é cedo para falar em números deste impacto, porque o mercado livre se movimenta rápido e tem crescido muito. Isso pode fazer muita diferença para as eólicas. E, mesmo nos leilões regulados, sabemos que as eólicas tendem a ter um papel importante pela sua competitividade”, diz Elbia.
Eólica é segunda fonte da matriz elétrica
No ano passado, em média, 9,7% de toda a geração injetada no Sistema Interligado Nacional veio de eólicas. Elas chegaram a abastecer 17% do país em períodos com abundância de ventos.
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