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quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Felipe Menezes: a liderança que resistiu às fofocas e venceu pela vontade do povo de Lajes


 Liderança não nasce da noite para o dia. Ela é forjada na resistência, no trabalho diário e, sobretudo, na capacidade de enfrentar tempestades políticas sem perder o rumo. A trajetória do prefeito Felipe Menezes é a prova viva disso. Em meio a boatos, especulações, narrativas maldosas e o velho “disse me disse” que costuma prosperar em mídias de fofoca, tentou-se criar a ideia de que ele seria impedido de governar Lajes. Tentaram plantar a dúvida. Tentaram semear o caos. Falharam.

Entre manchetes enviesadas e comentários de bastidores, espalhou-se a pergunta venenosa: “Será que ele cai?” A resposta veio não das mesas do poder antigo, mas das ruas, do povo e da Justiça. Prevaleceu a vontade popular plena, aquela que não se compra, não se herda e não se impõe por apadrinhamento político.

Mesmo sendo massacrado por narrativas, Felipe Menezes seguiu governando. Enquanto falavam, ele fazia. Enquanto inventavam, ele cuidava. A saúde de Lajes é símbolo disso: até debaixo de um pé de algaroba virou ponto de referência de atendimento, porque onde o povo precisa, a gestão chega. A UPA de Lajes tornou-se retrato do zelo, da assistência e do compromisso real com quem mais precisa — não discurso, ação.

E então veio o choque de realidade. A verdade apareceu. A Justiça falou. A incerteza caiu por terra. O velho cacique político, acostumado a mandar por influência e bastidor, ficou com os pés entre as mãos, vendo ruir a narrativa construída à base de intriga. O jogo virou. O tempo mostrou quem governa por vaidade e quem governa por missão.

Felipe Menezes não se sustenta por padrinhos, nem por conchavos. Sua liderança nasce do contato direto com o povo, do cuidado cotidiano, do respeito à cidade e da coragem de enfrentar quem sempre achou que Lajes tinha dono. Não tem. Lajes tem povo.

No fim, a história foi escrita como sempre acontece quando a democracia prevalece: ganhou quem tem legitimidade, perdeu quem vive de especulação. E ficou claro para todos que liderança de verdade não se herda — se conquista.

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