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sábado, 24 de janeiro de 2026

Desinformação em Série: A Nova Tentativa de Sabotar a Vontade Popular em Lajes

 

DISCURSO DESESPERADO NÃO DERRUBA VONTADE POPULAR EM LAJES

As recentes declarações veiculadas em programa de rádio travestida de (comunitária) e amplificadas por sites  alinhados à oposição revelam muito mais do que uma suposta “preocupação com a legalidade”. Elas escancaram um estado avançado de desespero político, insegurança eleitoral e inconformismo com a vontade soberana do povo de Lajes, que escolheu Felipe Menezes prefeito de forma legítima e democrática, nas urnas.

Ao contrário do que tentam vender ao público, não existe condenação, não existe cassação e não existe decisão definitiva contra o prefeito. O que há é um recurso em tramitação, algo absolutamente comum no processo eleitoral brasileiro e que, até prova em contrário, não retira direitos, não gera culpa e muito menos autoriza pré-julgamentos levianos feitos no calor do microfone de uma rádio (comunitária)

CONTRATAÇÕES LEGAIS NÃO SÃO CRIME

A tentativa de transformar atos administrativos legais em “crime eleitoral” beira a má-fé e reforça a estratégia da desinformação em série. As contratações citadas foram realizadas com respaldo jurídico, dentro das exceções previstas na legislação eleitoral, especialmente para assegurar a continuidade dos serviços públicos essenciais.

Isso é fato, não opinião.
Repetir a palavra “crime” em tom ameaçador não transforma narrativa em verdade. O Estado Democrático de Direito não funciona à base de torcida, nem de rádio, nem de meu=ios de comunicação  amigo, mas de provas, decisões judiciais e respeito ao devido processo legal.

NARRATIVA DO MEDO COMO ESTRATÉGIA POLÍTICA

Chama atenção o tom quase obsessivo ao afirmar que “o prefeito não deve estar dormindo bem”. Trata-se de uma retórica rasteira, típica de quem tenta espalhar medo onde não existe fundamento jurídico ou político concreto.

A realidade é bem diferente: Felipe Menezes segue governando, trabalhando e mantendo respaldo popular, enquanto seus adversários apostam na velha fórmula do “quanto pior, melhor”, torcendo contra a cidade apenas para tentar capitalizar politicamente o caos.

PARTIDOS NÃO ELEGEM PREFEITO, O POVO ELEGE

Outro argumento frágil é a tentativa de criar um suposto “isolamento político”, como se o prefeito dependesse da bênção deste ou daquele partido para existir politicamente. Felipe Menezes foi eleito pelo povo de Lajes, não por siglas.

Alianças partidárias mudam. Projetos estaduais se reorganizam. Mas mandato popular não se apaga por especulação de bastidor nem por desejo da oposição. Quem insiste nessa tese ignora um fato central: Lajes já virou a página do passado.

QUEM ESQUECEU LAJES AGORA SE LEMBRA, POR DESESPERO

Não é coincidência que esse ataque surja justamente às vésperas de um novo ciclo eleitoral. Quem esqueceu Lajes por anos, agora tenta voltar pela porta dos fundos, espalhando medo, dúvida e desinformação como estratégia de sobrevivência política.

A verdade é simples e incômoda para alguns:
 Felipe Menezes governa com trabalho
 Tem respaldo popular
 E segue sendo uma força política real em Lajes

Por isso o desespero.
Por isso o tom exaltado.
Por isso a tentativa de criminalizar a política e judicializar o voto, já que no campo popular a derrota é evidente.

O RECADO DAS URNAS CONTINUA VÁLIDO

Ataques verbais, ilações e discursos radiofônicos não substituem o que foi dito de forma clara e soberana nas urnas. A vontade popular não se anula no grito, nem se revoga no blog alinhado.

O povo de Lajes já decidiu  e segue atento para não permitir que insegurança política, frustração eleitoral e moralidade seletiva se disfarcem de defesa da lei.

Porque em Lajes, quem trabalha aparece. Quem abandona, é lembrado. E quem tenta voltar pelo ataque, encontra resistência.

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